<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709</id><updated>2012-01-10T20:54:00.502-05:00</updated><category term='evangelismo'/><category term='amigos'/><category term='salvação'/><category term='crescimento da igreja'/><category term='Marco'/><category term='aparências'/><category term='Corpo de Cristo'/><category term='vida em grupo'/><category term='Osmar'/><category term='Fred'/><category term='fé'/><category term='igreja'/><category term='Deus'/><category term='Cibele'/><category term='graça'/><category term='Lilian'/><category term='Ricardo'/><category term='group life'/><category term='Lucy'/><category term='church'/><category term='descrença'/><category term='perdão'/><category term='Links'/><category term='Londrina'/><category term='consumismo'/><category term='distorção do evangelho'/><category term='Livros Recomendados/Resenhados'/><category term='Klebert'/><category term='Administração'/><category term='mistério'/><category term='manipulação'/><category term='dúvida'/><category term='Gabriel'/><category term='comunidade'/><category term='liberdade'/><category term='futuro'/><category term='respostas'/><title type='text'>Na Contra Mão</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Administração do Blog</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16440266343287264851</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>91</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2176744138596820768</id><published>2011-11-26T17:26:00.000-05:00</published><updated>2011-12-04T20:04:41.386-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='respostas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mistério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futuro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><title type='text'>O mistério que se torna presente</title><content type='html'>Em fevereiro deste ano escrevi um &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/02/fe-pressupoe-duvida-e-isso-mesmo.html" target="_blank"&gt;post &lt;/a&gt;sobre fé, e como ela estava sendo uma tremenda lição pra mim naquele momento difícil.&lt;br /&gt;Quase 10 meses depois, posso escrever sobre o mistério que se tornou presente.&amp;nbsp;Neste período tive a oportunidade de perceber a mão de Deus em muitas, muitas ocasiões nas quais eu achava que já não haveria mais saída... mas ele sempre manda Seu recado... nem que seja pra te puxar a orelha e te dizer&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;"Hei! Você não está me vendo aqui?!"&lt;/blockquote&gt;Nesta semana que passou tive que ir a São Paulo, como costumeiramente tem ocorrido 2 a 3 vezes no mês. No caminho de volta, durante o procedimento de descida do avião em Londrina, pude ver pela janela aquele céu azul azul, as casas e edifícios que compõem a cidade, entremeados de árvores e vales gramados. E os lagos refletindo o sol amarelinho de fim de tarde, mostravam a paz que se aproximava de mim dizendo-me&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;"Relaxa, você já está em casa de novo..."&lt;/blockquote&gt;Fazia muito tempo que eu não tinha essa sensação, a de estar voltando pra onde se pertence. Mesmo que não tenha sido &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rancagua" target="_blank"&gt;o lugar onde nasci&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_City" target="_blank"&gt;onde tenha vivido a maior parte da minha vida&lt;/a&gt;, ainda assim me senti &amp;nbsp;como quem volta ao seu pedaço. Confesso que foi estranho perceber que tal sensação tomou conta de mim, mas ainda assim a alegria de&amp;nbsp;sentí-la era maior do que a falta de senso que aquela situação poderia ter para uma mente racional.&lt;br /&gt;Olhando para trás, algo como uns 5 ou 6 anos, me lembro de pedir a Deus que me desse a oportunidade de viver uma vida mais tranquila, que me tirasse de São Paulo se fosse preciso, para que em família pudéssemos apreciar mais a vida. Também me lembro de questionar a Deus pelas dificuldades financeiras, e pela vontade que eu tinha de novamente ter meu negócio próprio (sim, já tive um bom negócio de 1998 a 2002), fazer e me conduzir pelo meu próprio caminho, afinal eu já tinha investido muito tempo e dinheiro me preparando para isso após alguns fracassos, mas não via como isso poderia se realizar a curto prazo.&lt;br /&gt;Posso dizer que Deus reservou alguns&amp;nbsp;mistérios para que agora eu os conhecesse, e perceber que Ele os estava preparando. Claro que eu digo &lt;i&gt;alguns&lt;/i&gt;, pois tenho certeza de que ainda há muitas surpresas e tropeços pela frente, e que nada é plenamente definitivo nesta vida, a qual Deus usa para nos ensinar Suas lições.&lt;br /&gt;Bem, depois do fatídico evento de fevereiro/11, em março eu recebi uma ligação de uma empresa para a qual eu já tinha prospectado vender os serviços da empresa onde eu trabalhava antes. Claro que agora a situação era diferente, mas ainda assim poderia ser uma oportunidade. Assim, fui a São Paulo (capital) pra conversar com um dos sócios da empresa. Na cobertura, no 12o andar de um edifício próximo à Av. Paulista, sentado ao lado de uma parede de vidro com vista à Av. Paulista, o sócio ouviu&amp;nbsp;minhas explicações, e lhe sugeri que poderíamos estruturar uma operação em Londrina-PR para atender às necessidades da empresa, começando modestamente e crescendo conforme o ritmo do projeto. Ele se convenceu, porém ainda havia os demais sócios e diretores que precisavam ser persuadidos, e no dia seguinte conseguimos o feito. Naqueles mesmos dias em São Paulo, liguei para um velho amigo de universidade, para ver se conseguiríamos nos ver, pois fazia muito tempo desde o nosso último encontro. Logo no início da conversa ele me perguntou o que eu estava fazendo, e comentei com ele da minha empreitada que estava começando. Foi quando eu ouvi:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&amp;nbsp;"Gabriel, é exatamente disso de que estou precisando. Vem falar comigo amanhã!"&lt;/blockquote&gt;Encurtando a história, em meados de abril/11 começamos com 4 pessoas trabalhando para atender estes dois clientes. Claro que houve dificuldades nos primeiros meses, e ainda as há, mas já somos em 7 na equipe, e só não crescemos mais porque ainda não deu tempo de encontrar mais das pessoas certas para o serviço.&lt;br /&gt;Mas as respostas de Deus não pararam por aí. Um amigo que trabalha numa companhia aérea me ligou em março pra saber de nós, e me ofereceu participar do programa de passagens para funcionários que ele dispõe. Isso sem contar os inúmeros convites de pernoite na casa de amigos que me evitam custos enormes com hotel na cidade mais cara do mundo.&lt;br /&gt;Com tudo isso, hoje posso dizer que Deus encontrou um meio de responder minhas orações, ainda que tenha sido de uma forma tão turbulenta e assustadora, mas certamente isto me incentivou (por bem ou por mal) a aproximar-me mais dEle.&lt;br /&gt;Claro que ainda nem tudo está resolvido, muito pelo contrário. Ainda tenho dívidas com o banco e com amigos pra saldar, ainda tenho que fortalecer a operação tão pequena e de tão pouco tempo que iniciamos, ainda tenho o desafio de estruturar um local físico adequado, ainda tenho muito, muito pelo que agradecer.&lt;br /&gt;Contando assim, esta história parece muito cor de rosa, porém seria muito enfadonho detalhar as lágrimas que não tenho conseguido conter durante todo este processo, as horas de madrugada ajoelhado e questionando, as tantas obturações e dentes que quebrei de tanto range-los durante à noite (e pra isso Deus nos concedeu ter uma vizinha dentista muito querida), as incertezas que ainda são tão presentes em um negócio que não tem nem 1 ano de existência, o cansaço e desânimo que constantemente passam na minha frente.&lt;br /&gt;Hoje vejo um pouquinho mais dos mistérios que se tornaram presentes, e percebo que ainda há muitos outros se configurando e outros por serem revelados. A princípio me parece assustador pensar:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&amp;nbsp;"E o que mais tem por vir ainda?"&lt;/blockquote&gt;Mas talvez, a beleza deste processo seja justamente o fato de que nem tudo nos é revelado para que efetivamente exerçamos nossa confiança, nossa fé em Deus, apesar de nossa cegueira dimensional parcial, onde somente enxergamos o passado e não conseguimos ver o futuro, que um dia se tornará presente, uma dádiva divina a nós, objetos de Seu amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2176744138596820768?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2176744138596820768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2176744138596820768' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2176744138596820768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2176744138596820768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/11/o-misterio-que-se-torna-presente.html' title='O mistério que se torna presente'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6103183767026065922</id><published>2011-09-23T10:18:00.001-05:00</published><updated>2011-09-23T10:23:49.689-05:00</updated><title type='text'>Manifesto</title><content type='html'>&lt;i&gt;“Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja”&lt;/i&gt; (I Coríntios14:26, NVLH).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem não se &lt;i&gt;assistam&lt;/i&gt; cultos, mas onde cultos a Deus sejam prestados.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem cada um de seus membros se sinta à vontade para falar, cantar, ler algo que o tocou, onde a adoração seja orgânica e coletiva e aconteça em espírito e em verdade. Uma igreja em quem o louvor seja espontâneo, orgânico, natural como respirar e onde todos tenham a oportunidade de participar, não apenas uns poucos iniciados na arte.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem seus membros tenham tanta ou mais atenção nas necessidades de seus irmãos do que na retórica do que é dito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem qualquer pessoa seja acolhida com calor, independentemente de estar vestido conforme o padrão cultural momentâneo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem intuitivamente se odeia a zona de conforto, a estagnação espiritual, a mesmice e o automatismo, em quem nada é feito só porque deve ser feito ou só porque está escrito em algum lugar que deve ser feito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja em quem a necessidade de haver ordem não seja desculpa para inibir a espontaneidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja capaz de respeitar o nível de maturidade espiritual de cada membro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se uma igreja que primeiro envolva as pessoas, para só então pontuar a centralidade do amor a Deus e só depois disso, exclusivamente depois disso, aponte para reformas comportamentais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, enquanto eu não encontrar uma igreja assim, serei a igreja assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6103183767026065922?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6103183767026065922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6103183767026065922' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6103183767026065922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6103183767026065922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/09/manifesto.html' title='Manifesto'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7065609125005527786</id><published>2011-07-29T20:17:00.000-05:00</published><updated>2011-07-29T20:17:33.450-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='graça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perdão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aparências'/><title type='text'>É pela Tua graça...</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Quando ninguém me vê na intimidade,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Onde não posso falar mais que a verdade,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Onde não há aparências, onde exposto fica o meu coração.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ali sou sincero, ali minha aparência de piedade desaparece.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ali tua graça é o que conta, teu perdão é o que sustenta para me manter em pé.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/VDy0FoygWRQ/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VDy0FoygWRQ&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/VDy0FoygWRQ&amp;fs=1&amp;source=uds" 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Teu perdão que podemos ser chamados instrumentos do Teu amor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;E é pela Tua graça e Teu perdão,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;minha justiça passa longe da Tua perfeição.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7065609125005527786?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7065609125005527786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7065609125005527786' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7065609125005527786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7065609125005527786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/07/e-pela-tua-graca.html' title='É pela Tua graça...'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3554493310198339410</id><published>2011-07-18T02:38:00.001-05:00</published><updated>2011-07-18T02:39:59.000-05:00</updated><title type='text'>GEA 4a Geração na TV Novo Tempo</title><content type='html'>Para quem ainda não viu... espero que vocês gostem!!&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/AMQCG3KzMSU" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Abraços!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3554493310198339410?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3554493310198339410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3554493310198339410' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3554493310198339410'/><link rel='self' 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><title type='text'>Que nome tem?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;Há semanas que venho querendo expressar de alguma forma tudo o que tenho sentido, por tudo o que tenho recebido nestes últimos meses. Por favor, permitam-me algumas palavras, enquanto elas ainda conseguem ser escritas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que, apesar dos desencontros, te entrega a chave da casa e não se importa com a louça que você esqueceu suja?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquela que fica feliz de te receber em casa, mesmo que o marido tenha acabado de voltar de viagem, para dividir sala com você?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que, mesmo que você não veja, te passa seu carro como se fosse teu?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que quando te vê, levanta-se de onde está deixando sua roda para vir te dar um abraço?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: black; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquela que preparou o quarto extra como num hotel, só pra te dar boas vindas?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i style="color: black;"&gt;Quem são aqueles que te fazem sofrer uma avalanche de emoções, que transborda deles, no momento de um reencontro?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquela que não julga teu cabelo comprido, e te dá um abraço como quem abraça um filho, pra te dizer que estava com saudades?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que não sabe o que fazer pra te agradar quando você já se sente mais do que lisongeado pelos cuidados recebidos?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquela cuja amizade expressa com palavras que simplesmente te comovem mesmo num mero dia de aniversário?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que chora emocionado quando você conta os milagres que Deus fez a você na semana passada, sem percerber que ele mesmo fez parte deles?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que nem te pergunta mas sabe que está te salvando o mês ao cobrir a tua conta num momento de necessidade?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquela que pensa nos teus filhos como se fossem os seus próprios, sem medir esforços para atendê-los?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem é aquele que te ouve até alta madrugada, pra te fazer perceber que a vontade de Deus está muito além dos teus sentidos?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quem são aqueles, aos quais você procura fazer de tudo pra devolver uma fração do cuidado provido que você não merecia?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Que nome tem? Se eu chamá-los de amigos, parece tão pouco... se eu os chamasse de irmãos, soaria tão igrejeiro... que nome eles tem?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Times, 'Times New Roman', serif; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Eles são como as mãos do Pai, trazendo Seus braços até onde parecia impossível, fazendo o que estava muito além do que eu poderia, muito mais do que eu merecia.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Times, 'Times New Roman', serif; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Paizinho, cuida e abençoa estas mãos, que fazem viva e real a Tua presença, contrangendo meu coração a reconhecer o Teu amor no meio de nós.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: black; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Arial; font-size: small; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/Us-TVg40ExM/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Us-TVg40ExM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/Us-TVg40ExM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2518601244668099210?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2518601244668099210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2518601244668099210' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2518601244668099210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2518601244668099210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/06/que-nome-tem.html' title='Que nome tem?'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1517506504753825444</id><published>2011-05-11T07:53:00.007-05:00</published><updated>2011-05-11T10:05:24.550-05:00</updated><title type='text'>Big Idea - a história de um sucesso e fracasso de proproções bíblicas</title><content type='html'>Você já se sentou horrrorizado, perdido no meio do inexplicável fracasso de um empreendimento que você tinha certeza que Deus estava dirigindo, se perguntando porque Deus &lt;i&gt;permitiu&lt;/i&gt; que o colapso acontecesse? Ou já contemplou o acidente do outro lado da estrada sem entender como o carro ficou tão acabado? Como alguém explica o espetacular fracasso de um projeto honesto, de intenções tão nobres, onde as digitais divinas podiam ser vistas a cada passo do sucesso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei de ler o livro &lt;a href="http://www.amazon.com/Me-Myself-Bob-Talking-Vegetables/dp/0785222073"&gt;Me, Myself and Bob&lt;/a&gt;, por indicação de uma &lt;a href="http://compulsiveoverreader.wordpress.com/2008/02/16/lentbooks-3-me-myself-and-bob-by-phil-vischer/"&gt;blogueira&lt;/a&gt; adventista no Canadá, onde Phil Vischer, criador do Veggietales, narra a história do fantástico crescimento e espetacular colapso da sua produtora, Big Idea Productions Inc. Como lí a resenha antes de ler o livro, já sabia o que esperar, mas não estava preparado para a lição que o Phil, de uma maneira tão profunda e tocante, delineou no fim do livro. Nunca fui empreendedor, nem tive grandiosos sonhos realizados e destruídos, mas com certeza já sentei perplexo numa noite muda de céu estrelado perguntando para o Criador das estrelas em que ponto da estrada tomei o desvio que me levou para o beco sem saída. E isso não faz muito tempo. As lições evidentemente são de caráter universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final de seu livro, Phil Vicher narra com coração aberto como nos apropriamos dos nossos sonhos, imbídos de altos ideais, e assumimos prontamente que eles são os sonhos de Deus. Como os ideais são tão nobres, e as evidências da aprovação divina são tão claras, seguimos em frente ignorantes do precipício a frente. Na rapidez da colisão nem entedemos direito o acidente, e só refletimos com cuidado no que passou deitados na cama da enfermaria. É nesse instante que Deus, que esteve sempre presente, mostra as razões, aos pouquinhos, porém, pois os ferimentos ainda doem e estamos em recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero e nem consigo reproduzir com brilhantismo as lições do Phil. Mas gostaria de reproduzir uma ilustração do livro e uma citação que ele faz de C.S. Lewis. A primeira é que se você deseja ser um Jedi Cristão, é importante descobrir quem é o seu Yoda. Entender o significado do fracasso e do sucesso refletindo nas palavras sábias e confusas  de uma criaturinha verde, de orelhas longas e fala mansa pode ser bem mais fácil. A segunda é que aquele que tem Deus e mais uma porção de coisas, não tem absolutamente nada mais do que aquele que só tem Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já encontrou o seu Yoda?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1517506504753825444?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1517506504753825444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1517506504753825444' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1517506504753825444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1517506504753825444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/big-idea-historia-de-um-sucesso-e.html' title='Big Idea - a história de um sucesso e fracasso de proproções bíblicas'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5311192691831628822</id><published>2011-05-10T12:38:00.006-05:00</published><updated>2011-05-10T13:54:35.185-05:00</updated><title type='text'>Entrevista, em primeira mão</title><content type='html'>Decidi publicar aqui uma entrevista que dei para a revista Conexão JA na pessoa do Wendel Lima. O interesse é em minha jornada pelo ministério em campus universitário. Espero que vocês se vejam nas entrelinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CJ: Recentemente entrevistei uma garota do GEA da USP e ela me falou que o projeto no campus existe desde a década de 1980. Parece que até contou com a participação do Ariney Oliveira, esposo da Alessandra Samadello. Você tem informações mais concretas de quem começou, quando começou, que tipo de atividades eram exercidas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como grupo organizado, o GEA USP surgiu no início dos anos 80. Neste período um grupo de estudantes da escola politécnica, comprometidos com as convicções adventistas e sucesso acadêmico, juntaram-se com o objetivo de apoiar colegas que estivessem em dificuldades de conseguir provas de reposição no sábado. A ideia básica era dar visibilidade aos estudantes adventistas no campus, distingui-los por seu sucesso acadêmico, e criar relacionamentos com professores e administradores que facilitassem a observação do sábado. Como parte da estratégia, o GEA da  primeira geração participou e promoveu passeatas anti-fumo, apresentação de corais adventistas, venda de livros denominacionais na porta do bandeijão, entre outras atividades. Estudantes adventistas de outras unidades, ouvindo falar do grupo, agregaram-se aos fundadores participando de atividades sociais e evangelísticas tais como almoços semestrais, eventos no CEPEUSP, reuniões semanais de estudos bíblicos, e acampamentos que fortaleceram a amizade do grupo e, não menos importante, geraram casamentos. Foi neste período que o Ariney Oliveira, então estudante da ECA, deu estudos bíblicos para um colega da faculdade de música, o Nelson Ueno, que acabou juntando-se ao GEA, tornando-se adventista e casando-se com uma simpática enfermeira da igreja de Cotia. Um dos valores mais estimados do GEA, desde o início, foi a ausência de uma estrutura hierárquica. Sendo assim, o GEA daquela geração contava com “colaboradores” para organizar e promover as atividades do grupo. Três grandes colaboradores da primeira geração, o Walter Friedrich, o Décio de Souza Jr., e o Helmer Keppke, particularmente inspiraram e impactaram a segunda, a nossa geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CJ: Na sua época como funcionava o trabalho? Foi iniciativa sua? Eram reuniões, pequenos grupos, palestras? Naquela época o trabalho devia ser mais embrionário ainda, porque a igreja tinha bem menos universitários.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei na USP em 1988, porém levou 2 anos para eu pudesse ser achado pelo GEA que enfrentava na época a árdua tarefa de passar a tocha para uma nova geração de estudantes. Um anúncio de um encontro do GEA USP no então IAE estampado em um pequeno espaço da Revista Adventista foi a solução encontrada pelo grupo para achar e atrair novos estudantes numa época em que internet era pouco mais que um experimento acadêmico, e mensagens de texto, orkut, twitter e Facebook, ficção científica. (A propósito, durante todo o meu tempo no GEA USP, comunicados de eventos eram enviados por carta selada aos membros do grupo pela Lilian, a incansável colaboradora topa-tudo-pelo-GEA.) A história e a visão dos fundadores deixou nosso pequeno grupo presente no encontro muito motivado. Decidimos que a chama continuaria acesa. Recebemos deles a lista atualizada de estudantes, sugestões de atividades e votos de sucesso. A primeira tarefa foi organizar a reunião semanal no campus. Porém, após algumas tentativas, desanimamos com o miguado grupo de fiéis. Numa reunião particularmente fraca, três de nós debatíamos o que fazer, quando do nada, dois respeitados “dinossauros”, como carinhosamente nos referíamos aos membros da primeira geração, entraram na sala. Com uma sabedoria que somente escamosos dinossauros que sobreviveram a inóspita floresta universitária podem comunicar, fomos encorajados a continuar, escolhendo uma série de temas não convencionais, que desafiavam a acomodação e a letargia denominacional. Logo ficou claro que o nosso chamado era revitalizar a vida espiritual de nossos colegas adventistas na USP. Após este encontro, atravessamos o primeiro semestre com uma frequência de 10 a 15 pessoas por reunião que se manteve durante todo o tempo que fui parte do GEA-USP. Escolhiamos temas para discussão e distribuíamos as responsabilidades de liderança da discussão entre os que frequentavam. As reuniões semanais se tornaram a fonte de alimento espiritual para muitos de nós. Passamos a organizar almoços semestrais com o objetivo de rever colegas que não podiam frequêntar as reuniões semanais, reencontrar membros da primeira geração, recrutar novos estudantes e planejar atividades para o semestre seguinte. Passamos também a organizar acampamentos que ocorriam uma ou duas vezes por ano. A organização era dividida entre o grupo, bem ao molde do mantra de que no GEA éramos todos colaboradores. Convidamos professores do seminário teológico para dirigir as palestras nos acampamentos com o pedido de que eles nos ministrassem assuntos de sua área de especialização. A descontração, a camaradagem e a substância espiritual tornaram-se a característica de nossos acampamentos que chegaram a ter mais de 50 participantes, incluindo estudantes de outras faculdades e universidades. Estes, sendo “doutrinados” nos princípios do GEA, fundaram grupos em suas respectivas escolas (especialmente no Mackenzie e na Escola Paulista de Medicina). Talvez nossa geração não tenha sido tão empreendedora no aspecto evangelístico quanto a primeira, mas creio que foi muito bem sucedida no amparo e revitalização espiritual daqueles que participaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CJ: De 1994 a 97, o que você fez no Brasil? Continuou envolvido com a USP?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que me formei continuei fazendo algumas matérias da licenciatura na USP. Já não estava mais ativo como colaborador do GEA, porém participava do máximo de atividades possível, incluindo os acampamentos. A tocha foi passada para a terceira geração, que deve ter tocado atividades até meados de 97-98. Eu continuei muito envolvido com o que chamávamos grupos de estudo na minha igreja, hoje conhecido por pequeno grupo. Muitos dos que frequentavam estes grupos eram universitários que participavam de GEAs em suas escolas. Assim eu continuava de certa forma envolvido com o GEA até a minha ida para os Estados Unidos em junho de 96.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; CJ: Como era a mobilização dos universitários na época? Como a igreja olhava para esse grupo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia algumas iniciativas que surgiram aqui e ali, mas nada consistente ou sistemático. Lembro-me que a associação paulistana chegou a organizar um evento no começo dos anos 90 na igreja de Moema com participação de pastores ligados ao ministério jovem, acadêmicos e estudantes. O GEA teve uma presença forte, bem como universitários de outros lugares, porém, como não houve um fórum para partilhar experiências, o impacto do encontro acabou sendo bem modesto. Tivemos vários pastores que interagiram com o GEA durante minha geração. Ao meu ver eles se dividiam em duas classes. Uma delas tinha uma postura de vamos-bajular-essa-turma-para-eles-se-sentirem-bem-em-nossa-igreja. Para estes o universitário era visto com um pouco de desconfiança e um pouco de elitismo. Uma outra fatia do pastorado, tinha uma abordagem mais aberta e não se incomodava em participar das discussões, nem em ouvir ou responder eventuais questionamentos. Internamente críamos que questionar é saudável, desde que estivéssemos verdadeiramente comprometidos com a missão. Naturalmente nem todos se sentiam confortáveis com esta postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a igreja, a grande maioria dos membros tinha cargos em suas respectivas igrejas. Procurávamos contribuir ativamente e da melhor forma possível com a igreja local e em geral o resultado era uma saudável relação das igrejas locais com os universitários. Chegamos a organizar diversos programas em igrejas onde nossos amigos congregavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CJ: Como foi sua atuação missionária num campus americano? Quais foram as peculiaridades deste outro contexto? Que referências você buscou?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas a essas perguntas dão um livro! Mas vou tentar ser breve. Nossa transição para a nova cultura foi demorada e dolorosa. Em retrospectro, estávamos atravessando o choque cultural, em um momento em que a própria cultura americana estava vivendo uma transição. O nosso grupo de universitários não partilhava o mesmo entusiasmo do GEA. Ajudávamos o nosso grupo no que podíamos, que na maioria dos casos consistia em oferecer carona aos estudantes aos sábados, contribuir para o junta panelas na pequenina igreja que frequentávamos e participar de caminhadas sábado a tarde. Até que em meados de 2000 nosso pastor, Gary Wagner, teve a brilhante ideia de iniciar um ministério completamente dedicado aos estudantes universitários. Começamos a ler livros sobre como alcançar mentes secularizadas, a participar de seminários sobre evangelismo, e a debater o assunto com os estudantes. Organizamos um retiro de inverno com apoio financeiro da associação local e convidamos o pastor John McGhee, especializado em missiologia. Ficou claro que o que precisávamos era uma proposta revolucionária: organizar uma igreja no campus que tivesse cultos aos sábados pela manhã. Assim fizemos os preparativos para lançar o projeto no campus no início do ano escolar. Decidimos que a cada sábado convidaríamos palestrantes de calibre para abordar um tema que chamasse a atenção dos nossos colegas. Espalharíamos cartazes nos quadros de anúncio. Para o primeiro sabádo, dia 15 de setembro de 2001, decidimos que o tema seria “Similaridades entre o Islã e o Cristianismo” que daria o tom não convencional que despertaria o interesse que esperávamos. Quando planejamos o programa quatro meses antes mal sabíamos quão relevante seria este tema na semana do 11 de setembro! Com esta demonstração sobrenatural da direção divina, prosseguimos confiantes. A frequência aos nossos eventos de sábado de manhã oscilava entre 15 a 30 pessoas, e quase sempre tínhamos colegas não adventistas em nossa companhia. O primeiro ano foi excelente, porém havia a necessidade de se fazer ajustes. Conquanto satisfeitos com a alta qualidade dos nossos palestrantes, este modelo não seria viável, exceto com uma fabulosa verba que permitisse trazer palestrantes de lugares mais distantes. Além disso, alguns se queixavam da profundidade técnica de algumas palestras que faziam a “igreja” mais parecer uma sala de aula. Com isso em mente, e com um revolucionário conceito evangelístico apresentado pelo renomado autor evangélico Brian McLaren (veja a versão em português do &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2938647&amp;amp;sid=7113120361252799736557181&amp;amp;k5=6D248DB&amp;amp;uid="&gt;livro&lt;/a&gt;), simplificamos e passamos a elaborar programas mais interativos, criativos e cristocêntricos. A resposta foi muito positiva e o impacto na vida dos colegas foi real e palpável.Outras mudanças vieram em semestres e anos subsequentes, sempre tentando aprimorar o modelo para alcançar de maneira mais eficaz os corações dos que participavam do projeto. Se o mantra do GEA USP era “todos somos colaboradores do GEA”, o mantra do nosso grupo na UMass era “nunca tenha medo de fazer mudanças”.&lt;br /&gt;Nesta época também organizamos retiros com palestrantes convidados, atividades na igreja local, jantar internacional, estudos bíblicos sextas-feiras a noite, etc. Tínhamos até um pequeno coral que interpretava músicas gospel na linguagem dos sinais (ASL - American Sign Language) que se apresentava no campus (vários membros do coral não eram adventistas). Depois de quatro anos muito produtivos, percebi que existe uma multidão de coisas maravilhosas e diferentes que podem ser feitas no campus de uma universidade secular. Porém o resultado de estudar, debater, entender, meditar  e orar para amadurecer a ideia e elaborar uma boa estratégia é significativamente melhor. Em contraste com os meus esforços no Brasil, que foram muito espontâneos, o trabalho aqui foi muito mais dirigido, e intencional. Consequentemente, o meu crescimento espiritual teve uma dimensão bem mais abrangente e o impacto na vida de pessoas bem maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;QJ: Aliás, teria sites, livros, artigos ou projetos de referência sobre evangelismo em campus não adventistas? Imagino que a Igreja na América seja mais atenta a isso e busque mais especialização.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muitos anos nos Estados Unido a igreja como organização tem promovido as faculdades e universidades Adventistas encorajando os jovens a frequentarem nossas escolas. Por esta razão, até recentemente, quase não havia apoio aos ministérios em universidades seculares. Na mesma época que começamos nossas atividades na Universidade do Massachusetts, surgiu na Universidade do Michigan em Ann Arbor o ministério universitário de maior impacto no momento na igreja adventista nos EUA. O grupo, conhecido como &lt;a href="http://campushope.com/"&gt;CAMPUS&lt;/a&gt; tem desenvolvido muitos recursos para este tipo de atividades. Apoiados pela associação do Michigan, eles começaram a promover um congresso anual de jovens universitários com uma forte ênfase em reavivamento e evangelismo. Este grupo, conhecido como &lt;a href="http://gycweb.org/"&gt;GYC&lt;/a&gt;,  Generation of Youth for Chirst, realizou um enorme congresso de Jovens na última virada do ano em Baltimore. Mais de 7000 jovents participaram do evento. Esta iniciativa, completamente “grass roots,” tem usado a technologia das redes sociais que não dispúnhamos no passado para energizar uma nova geração de jovens com o chamado e a missão da igreja. A resposta tem sido fabulosa. Inúmeros ministérios tem se formado em diversas partes do país.  Os estudantes adventistas de minha Universidade, por exemplo começaram um grupo no último ano. Como professor tenho tido a oportunidade de ajudá-los a dar os primeiros passos. Abaixo listo alguns links de interesse para aqueles que desejam conhecer o que se passa no mundo universitário adventista nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gycweb.org/"&gt;GYC&lt;/a&gt; - Generation of Youth for Christ&lt;br /&gt;&lt;a href="http://campushope.com/"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;CAMPUS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; -&lt;span class="description"&gt;Center for Adventist Ministry to Public University Students -&lt;/span&gt; GEA da Universidade do Michigan em Ann Arbor&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.acflink.org/about/acf/"&gt;ACF&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://education.gc.adventist.org/amicus/home.htm"&gt;&lt;br /&gt;AMICUS&lt;/a&gt; - departamento da associação geral&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dialogue.adventist.org/"&gt;Dialogue&lt;/a&gt; - Revista universitária (defunta?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5311192691831628822?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5311192691831628822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5311192691831628822' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5311192691831628822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5311192691831628822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/entrevista-em-primeira-mao.html' title='Entrevista, em primeira mão'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5782152005123612499</id><published>2011-05-04T09:03:00.002-05:00</published><updated>2011-05-04T09:21:50.082-05:00</updated><title type='text'>"Orei por Bin Laden"</title><content type='html'>Casualmente navegando na internert nesta manhã, trombei com a quase chocante sentença:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"I have been praying for Osama bin Laden for 10 years."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O autor da sentença é um reverendo que fez uma reflexão sobre o significado da morte do terrorista no blog &lt;it&gt;&lt;a href="http://religion.blogs.cnn.com/2011/05/03/my-take-bin-laden-died-long-ago/?hpt=T2"&gt;Belief&lt;/a&gt;&lt;/it&gt; da CNN. Rev. David Lewicki termina:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"I have wondered over the years what God tried to do to win him back to  love. I wonder about the confounding ability of human beings to resist  the love of God. I wonder about these things for Osama bin Laden and I  wonder about same things with respect to my own life. Today, as I have  many days before, I pray for my enemy — I pray him into the hands of the  God of justice and of mercy."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Com será que como Cristãos deveríamos encarar questões mais mundanas como o terrorismo e a morte dos terroristas? Como deveriamos celebrar as vitórias? Que fatos podem ser considerados vitórias? Como podemos como cristãos influenciar nossos governos, nossa sociedade e quem sabe até nossos inimigos? Com Bin Laden morto, por quem devo começar a orar para que Deus possa convertê-lo para uma vida de amor e misericódia?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5782152005123612499?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5782152005123612499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5782152005123612499' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5782152005123612499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5782152005123612499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/orei-por-bin-laden.html' title='&quot;Orei por Bin Laden&quot;'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1534228130403130302</id><published>2011-05-03T08:50:00.008-05:00</published><updated>2011-05-03T09:54:47.625-05:00</updated><title type='text'>Contra fatos não há argumentos, certo?</title><content type='html'>Se você ainda não se deu conta, Osama Bin Laden, o "master mind" dos ataques de 11 de setembro de 2001 está morto. Descobri ontem de manhã ouvindo o rádio a caminho do trabalho. Hoje ouvia o rádio novamente e o comentarista discutia a estratégia dos EUA para desacreditar rumores de que o terrorista não foi morto e tudo não passou de uma armação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que alguém prova que Bin Laden está morto? Exames de DNA? Fotos dele com uma bala na testa? Filme dele resistindo ao ataque? Um funeral de corpo presente com testemunhas? E assim começam a proliferar teorias conspiratórias que desafiam a lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engraçado. Vivemos em um tempo onde teorias conspiratórias das mais absurdas tomam corpo revestidas de uma racionalidade estapafúrdia. Exemplo: uma fatia não despresível da população americana acredita que o presidente Obama nasceu fora do território americano. A paranóia chegou a tal ponto no cenário político e na mídia que o seu certificado de nascença foi distribuído recentemente pela Casa Branca. Agora vem a parte mais interessante. Seria de se esperar que a apresentação do documento encerrasse o assunto, certo? Errado! Não satisfeitos, os mais teimosos (e lunáticos) incrédulos, propõem intricados desdobramentos para explicar como a evidência é forjada. Não importa o montante de evidências, sempre existe aqueles que creem no que desejam crer contra fatos e evidências. Você já conversou com alguém que defende que a viajem a lua foi na verdade um piquenique no deserto do Arizona? De volta a Bin Laden. Que tal dar para os que defendem que ele não morreu o ônus da prova? Se ele não morreu, que venha a público!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto faço uma ligação com a cosmovisão cristã. Por ocasião da ressurreição de Jesus, os líderes que levaram a cabo o assassinato desejavam lançar em descrédito a notícia do Messias ressurreto. A versão conspiratória porém não foi capaz de produzir um corpo morto como prova. Os defensores da ressurreição apontavam como evidência o Cristo vivo, visto em público. Seria isto suficiente para encerrar o assunto?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1534228130403130302?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1534228130403130302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1534228130403130302' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1534228130403130302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1534228130403130302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/contra-fatos-nao-ha-argumentos-certo.html' title='Contra fatos não há argumentos, certo?'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7510526147538383540</id><published>2011-05-02T10:55:00.000-05:00</published><updated>2011-05-02T10:55:05.846-05:00</updated><title type='text'>Visita a Mars Hill</title><content type='html'>Há algumas semanas estive em Mars Hill, a megachurch liderada pelo polêmico Rob Bell e queria dividir aqui com vocês umas poucas impressões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja se reúne em um shopping center desativado. Você entra e no corredor há uma longa mesa com bagels e outros pãezinhos, café, limonada e chá. O povo então vai chegando, pegando um copo, uns pãezinhos e entrando na nave do templo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é um espaço gigantesco. Imagine um Wall Mart americano cheio de cadeiras com um palco de um metro de altura mais ou menos no centro. Acima dele, quatro telões que se incumbem de mandar as imagens para quem está mais no fundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente chegou bem cedo, então sentamos na segunda fileira e ficamos esperando. Logo o ambiente estava totalmente repleto. Às nove da manhã uma banda subiu ao palco e começou a tocar. Havia uma bateria, uma pianista que tocava também acordeão, um baixo, uma guitarra e a band leader com um violão. A música era super suave, com arranjos intimistas e o mais interessante é que a banda ficava nas bordas do palco, de costas para a congregação. Claramente a intenção era dizer "veja, não olhe pra gente, estamos todos louvando juntos". A letra era projetada nos telões e o pessoal cantava junto mas sem palmas de mão viradas para cima nem nenhuma outra manifestação mais espalhafatosa de êxtase espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram só duas canções e logo um pastor bem jovem e em "casual clothing" estava ali dando alguns recados enquanto Rob Bell, também vestido de forma despojada, sentava em um banquinho no meio do palco. Sua primeira providência ao começar a falar foi pedir que cada pessoa encontrasse alguém que não conhecesse e se apresentasse. Pra gente foi fácil. Mas a iniciativa veio bem a calhar. O casal da frente se virou e começou a conversar com a gente. Ficaram admirados de saber que vínhamos do Brasil. Foram muito simpáticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rob Bell voltou então e começou a falar. Estava no meio de uma série de pregações sobre as cartas às 7 igrejas de Apocalipse 2 e 3 e o tema daquela manhã era Sardes. Seu sermão teve apenas 20 ou 25 minutos, com algumas fotos de Sardes, alguns detalhes históricos e uma conclusão do texto bastante inusitada, mas não forçada nem distorcida. Em seguida, por ser páscoa, houve uma comunhão. Havia mesas à frente do palco com hóstias e cumbucas com vinho e, sem pressa, as famílias foram se aproximando, tomando as hóstias, molhando no vinho e, com uma breve oração, tomando a comunhão. O casal à nossa frente perguntou se queríamos ir com eles e é claro que fomos. Enquanto havia todo esse deslocamento para a comunhão,a banda voltava a tocar (nós amamos a música!). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, Bell retornou ao palco, fez uma oração e c'est fini, estava terminado o primeiro serviço de culto. Nossos novos amigos nos tomaram pela mão e saímos correndo para tentarmos falar com Rob Bell, mas nos disseram que ele havia estado muito doente aquelas semanas anteriores e ele precisava descansar antes do segundo serviço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos todo mundo, trocamos figurinhas com o pessoal da banda e sapeamos por ali mais algum tempo. Perguntamos se havia alguma loja que vendesse livros, CDs e coisas assim mas a resposta foi negativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão geral foi de uma igreja de culto bastante racional, nada escandaloso, e muito acolhedora. Estranhei não ver naquela multidão nenhum negro, apenas alguns orientais quebrando a mesmice caucasiana. Certamente valeu a experiência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7510526147538383540?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7510526147538383540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7510526147538383540' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7510526147538383540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7510526147538383540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/visita-mars-hill.html' title='Visita a Mars Hill'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5574780413272903455</id><published>2011-05-02T09:04:00.006-05:00</published><updated>2011-05-03T08:50:16.964-05:00</updated><title type='text'>Economizando para o casamento</title><content type='html'>O casamento do príncipe William aconteceu estes dias atrás. Foi possivelmente o maior evento já assistido no mundo. Otimistas dizem que mais de 2 bilhões de pessoas assistiram ao impecável cerimonial, o que seria equivalente a dois terços do globo. Se não assistiram ao vivo, notícias do evento e fotos do casal devem ter sido visto por toda a população mundial contectada com a mídia. Imagine o privilegio dos que estiveram em pessoa na abadia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver algumas porções das cenas do matrimônio (não vi o casório inteiro), não pude deixar de pensar em nosso antigo estudo biblico "A Verdade Como é em Jesus", onde o tema das bodas do Cordeiro é o foco central. Muito pode ser analisado em paralelo com a parábola de Mateus 22. Até a vergonha do embaixador da Síria em ter o seu convite revogado na última hora, me lembrou do homem da parábola que apareceu para as bodas sem as vestes apropriadas e passou a vergonha de ser excluído das celebrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos na terra e nas nações apontam para o fato de que as bodas do Cordeiro se aproximam. Neste último sabado, nosso pastor associado centrou sua mensagem em Apocalipse 7, onde os anjos que teem poder de destruir a terra o mar e as árvores são constrangidos a não levarem a cabo sua obra de destruição até que o servos de Deus sejam selados. Enquanto pinceladas da obra de destruição mostram-se evidentes em catástrofes em Nova Friburgo, Japão, Alabama, o convite para as celebração das bodas prossege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso que em Lucas 14, a parábola do banquete é seguida do indigesto discurso de Cristo sobre o custo de tornar-se discípulo, ou do convite para as bodas. Enquanto descupas para não ir a festa involvem o genuíno excitamento e interesse por recentes aquisições de propriedade, novos &lt;it&gt;"gadgets"&lt;/it&gt;, e casamento, Jesus inflaciona desprorpocionalmente os custos dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a &lt;b&gt;tudo quanto possui&lt;/b&gt;, não pode ser meu discípulo."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto eu daria para ter a oportunidade de sentar-me na primeira fileira da Abadia de Westminster na manhã de sexta feira? Confesso que mesmo com toda a pompa e circunstância do evento, talvez eu não desse muito valor. Certamente não a ponto de renunciar tudo que possuo incluíndo mulher e filhos. Será que que ando fazendo as contas dos custos para estar presente no casamento mais pretigioso de todas as nações? Perdê-lo pode levar-me a eterna vergonha, rancor e ranger de dentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5574780413272903455?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5574780413272903455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5574780413272903455' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5574780413272903455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5574780413272903455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/05/economizando-para-o-casamento.html' title='Economizando para o casamento'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-4478034583806398322</id><published>2011-02-11T20:45:00.002-05:00</published><updated>2011-02-15T08:36:25.293-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dúvida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><title type='text'>"A fé pressupõe a dúvida". É isso mesmo?</title><content type='html'>Essa frase me surpreendeu quando a li pela primeira vez.&amp;nbsp;Ela parece meio sem sentido, como se os dois conceitos fossem completamente antagônicos, e com um não haveria espaço para o outro. Será sempre assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me lembrei de &lt;a href="http://www.imdb.com/media/rm1679853312/tt0097576"&gt;um filme&lt;/a&gt;, em que o Indiana Jones seguindo uma série de pistas, vai passando por diversas armadilhas e obstáculos para encontrar o "Santo Graal". O último dos obstáculos era um enorme abismo que separava a trilha por onde ele seguia da cova onde encontraria seu objetivo.O interessante é que a pista que ele tinha em mãos dizia que ele precisaria "dar uma passo de fé". Se lembram da&amp;nbsp;seqüência? Depois de titubear um monte, ele se ergue, fecha os olhos estende o pé como quem vai dar um passo no vazio e... Pois é, vai me dizer que ele sabia o que iria acontecer?! Não mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando em exemplos menos seculares, aquele centurião preocupado com seu servo doente, foi até Jesus para pedir-lhe que interviesse pela vida do seu servo. "Se o Senhor disser uma palavra, eu sei que ele será curado" (Lc 7:7). Ou daquela mulher cananéia que foi buscar em Jesus a cura para sua filha (Mt 15;27), e apesar da negativa inicial de Jesus, ela continuou insistindo até que lhe foi concedido o milagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas histórias têm algumas coisas em comum:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Todos os sujeitos estavam precisando alcançar algo, algo que eles por si só eram incapazes de obter.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Todos os sujeitos sabiam que havia uma possibilidade de obter o que buscavam.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Todos os sujeitos não sabiam se lhes seria concedido ou não alcançar o que desejavam.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Eis a dúvida! Sabe quando dizemos que "temos que dar um passo de fé" ? Realmente não sabemos o que vai acontecer, simplesmente fechamos os olhos e avançamos sem saber o que virá. Pois se já soubéssemos de antemão o resultado do "passo de fé", certamente não precisaríamos dela para tomar nossa decisão. Mas se não é assim, o que então nos motivaria a fazer "tamanha estupidez"? Por que razão nos arriscaríamos sem medir conseqüências ou sem planos de contingência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se lembramos destas e de outras histórias bíblicas, os que vieram a Jesus sempre sabiam que Ele era capaz de lhes conceder o que pediam, mas também não sabiam se realmente Ele lhes concederia. Portanto, a lição que tiro disto é que para um cristão, ou para um seguidor de Cristo se preferirem, não é na certeza do que virá que está depositada a sua fé, mas é em Quem está conduzindo seus passos, mesmo sem saber o que ocorrerá depois. Então, creio que podemos afirmar que a fé pressupõe a dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta idéia, fiquei refletindo sobre as vezes que Jesus repreendeu discípulos pela sua "pouca fé". Quando Pedro começou a andar pelas águas, e por causa de um vento ele começou a afundar e gritou desesperado por ajuda. Bem, a bronca que ele levou vocês se lembram:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;"Homem de pouca fé, por que duvidaste?"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;Interessante é que Jesus questiona a dúvida de Pedro. Que dúvida era essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dúvida que ele poderia andar pelas águas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Acho que não, pois ele já estava andando sobre as águas, em direção a Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dúvida que ele, Pedro, se sairia bem apesar do vento forte?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dúvida que Jesus o susteria apesar de estar afundando&lt;/b&gt;?&lt;br /&gt;Apesar dos comentários bíblicos que dizem que Pedro olhou para trás, aos seus colegas no barco, para então começar a afundar, eu acho que ele afundou porque Jesus queria que afundasse mesmo, e em vez de Pedro confiar que Jesus estava no controle, ele duvidou e gritou pra Jesus no desespero de sua situação, e aí tomou a bronca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;"Por que duvidaste?"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, ele duvidou foi de Jesus. O mesmo podemos dizer dos discípulos no barco no meio da tempestade enquanto Jesus dormia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, acredito ter chegado ao meu ponto. A nossa fé não deve ser a certeza dos acontecimentos futuros, mas sim a nossa confiança em Jesus que conduz estes acontecimentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto me lembra de uma frase de que muito gostei, dita por um sábio chinês que vi num &lt;a href="http://www.imdb.com/media/rm2261620224/tt0441773"&gt;filme épico&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Yesterday is history, tomorrow is a mystery, but today is a gift. That is why it is called the "present".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Nesta semana, exatamente nesta semana faz 1 ano que nos mudamos para Londrina-PR. Hoje, exatamente hoje deixei a empresa em que eu trabalhava aqui, para prosseguir num futuro que me é mistério. No mais, só tenho a agradecer pelo presente que Deus me dá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-4478034583806398322?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/4478034583806398322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=4478034583806398322' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4478034583806398322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4478034583806398322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2011/02/fe-pressupoe-duvida-e-isso-mesmo.html' title='&quot;A fé pressupõe a dúvida&quot;. É isso mesmo?'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8866408176553064761</id><published>2010-12-11T15:47:00.017-05:00</published><updated>2010-12-12T12:29:53.054-05:00</updated><title type='text'>Liberdade</title><content type='html'>Muitos anos atrás tive um professor de inglês que era Marxista. Além de ser Marxista, ele era Adventista, o que na época me parecia um inexplicável paradoxo. Isto me fascinava e me atraía a gastar horas conversando com ele sobre suas idéias completamente bizarras que iam desde as razões porque a União Soviética era o melhor país do mundo para se viver (!?), até porque Deus na verdade &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; deu ao ser humano autêntico livre arbítrio. A questão do livre arbítio em particular causou-me uma profunda impressão e estendeu significativamente os meus horizontes sobre o complexo tema da soberania e onisciência de Deus e sua intervenção na vida humana. Professor Luis argumentava que de acordo com &lt;a href="http://www.biblegateway.com/passage/?search=gen%203:22-23&amp;amp;version=AA"&gt;Gênesis&lt;/a&gt;, havia uma terceira via para o primeiro casal: viver eternamente em pecado. Mas como o acesso a árvore da vida fora bloqueado, Adão e Eva não tiveram o direito de escolher esta opção. Ainda não resolví o mérito do argumento, mas desde então seguiram-se outros encontros marcantes com o tema.&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um deles ocorreu numa pregação do Dr. Orlando Ritter na qual ele deu uma boa explicação para a aparente demora do &lt;i&gt;breve&lt;/i&gt; retorno de Jesus. Segundo ele, o problema do pecado é complexo pois envolve a liberdade de escolha. Como Deus está sujeito aos limites da liberdade dos seres humanos, a solução definitiva exige um progresso lento. Certamente podemos identificar a cosmovisão adventista no raciocínio do Dr. Ritter, que estabelece o livre arbítrio como a raiz e a solução do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anos atrás li um conto de ficção científica escrito por Robert A. Heinlein entitulado "&lt;a href="http://www.xs4all.nl/~pot/scifi/byhisbootstraps.pdf"&gt;By His Bootsraps&lt;/a&gt;". O excelente conto trata de um personagem que faz sucessivas viagens no tempo e ao reencontrar o seu antigo eu tenta persuadi-lo a mudar uma decisão chave que interromperia uma indesejável cadeia de eventos. Para a sua surpresa a tentativa de interferir no evento é o que em última instância causa a fatídica decisão. Fatalismo ou livre arbítrio?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em certo sentido arrependo-me de ter assistido o filme &lt;i&gt;O Advogado do Diabo&lt;/i&gt; pela atmosfera pesada e degradante. Porém não posso esconder minha surpresa com o desfecho quando o Diabo em pessoa falha em persuadir o seu "filho", um refinado e ambicioso advogado, a perpetuar a diabólica espécie. O &lt;i&gt;thriller&lt;/i&gt; encerra-se quando inesperadamente o jovem decide fazer uso do seu livre direito de escolha. A famosa trilogia de George Lucas tem um desfecho similar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na mesma semana que este blog nasceu, &lt;a href="http://www.nytimes.com/2007/01/02/science/02free.html?pagewanted=1"&gt;este &lt;/a&gt;artigo sobre livre arbítrio publicado no New York Times me chamou a atenção. Nele o articulista expõe o corrente questionamento no meio científico sobre se a capacidade de escolha e decisão não se tratar meramente de uma ilusão da mente consciente. Evidências apontam para o fato de que o que chamamos de vontade é na verdade um reflexo da consciência sobre um processo que já está em andamento. Em outras palavras, a "escolha" foi tomada no subconsciente. Sendo assim, seriam nossas escolhas, em um nível primitivo, frutos do acaso, determinísticas, ou genuino exercício da vontade?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais recentemente a leitura de Philip Yancey expandiu minhas reflexões sobre o assunto da liberdade de escolha. No capítulo sobre a tentação de Jesus em seu livro, &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Jesus-I-Never-Knew/dp/0310385709"&gt;The Jesus I Never New&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, Yancey argumenta que, no deserto, Jesus e Satanás encenaram uma batalha sobre que estratégia usar para ganhar o coração do homem. Nesta ocasião o inimigo ofereceu a Jesus a oportunidade de um atalho, que envolvia uma majestosa demonstração de milagre, mistério e poder que fosse suficiente para causar o temor e admiração dos potenciais seguidores. Poderia Jesus ser verdadeiramente humano? Seria Ele mesmo Deus conosco? Porém, nesta ocasião a divindade manifestada na arquejante humanidade &lt;i&gt;&lt;b&gt;escolheu&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; tomar o caminho mais longo com um único propósito de "permitir que os seres humanos pudessem escolher livremente o que fazer com ele." Em uma passagem memorável, Yancey escreve:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"A terrivel insistência de Deus na liberdade humana é tão absoluta que ele nos outorgou o poder de viver como se ele não existisse, cuspir em sua face e crucificá-lo. Tudo isso Jesus devia saber quando ele enfrentou o tentador no deserto, focalizando seu magnífico poder na energia de se reprimir."&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após ler o capítulo meditei nas implicações do deserto. Lá Deus restringiu sua liberdade de ser Deus, para dar-nos a liberdade de O escolhermos como Deus. Yancey ainda reflete que Jesus mostrou um incrível respeito pela liberdade humana oferecendo o convite menos manipulador jamais enviado: toma a tua cruz e segue-me. Aqui os métodos de Deus completamente se contrastam com os nossos. É por isso que muitas vezes ele insiste no silêncio quando nossos pedidos por intervenções miraculosas ecoam as palavras do deserto. É também nesta demonstração de "divina timidez" que a verdadeira natureza da faculdade de escolha humana se revela. Não faria sentido sua estratégia de resistência se não fôssemos livres para escolher amá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu gostaria muito de encontrar-me com o professor Luis e conversar sobre todas estas novas nuances sobre o livre arbítrio. A escolha divina de se ocultar e nos deixar viver como se Ele não existisse tornou-se para mim uma das mais sublimes revelações do método de Deus. Nesta semana fui tomado de um profundo senso dos métodos divinos quando senti o suave e quase imperceptível convite de Deus para voltar a passar mais tempo com Ele. E tive a sensação de que Ele não estava irritado com minha recente falta de tempo para Ele, apenas saudoso, como é do seu feitio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deus é assim. Sua soberania e onipotência não suplantam a vastidão de sua sabedoria e gentileza. Por isso ele está à porta. E bate. Sempre será minha a escolha de abrir. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8866408176553064761?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8866408176553064761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8866408176553064761' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8866408176553064761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8866408176553064761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/12/liberdade.html' title='Liberdade'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6104554671366983686</id><published>2010-12-07T10:58:00.005-05:00</published><updated>2010-12-07T11:13:08.817-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='descrença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='salvação'/><title type='text'>Teste de Fé</title><content type='html'>Olá Moçada, td bem?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resolvi colocar aqui algo que vem me incomodando há um tempo e acho que aqui podemos falar e conversar sobre isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O conceito de fé é interessante...   A certeza daquilo que não vemos, que abrange desde os tempos anteriores à Criação, inclusive do universo até o infinito futuro, de como as coisas serão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas me surgiu uma dúvida sobre o conceito de teste de fé.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que muitos já ouviram isso, quando alguém passa um perrengue qualquer e a galera fala: -Meu irmão... fortaleça sua fé, Deus está lhe testando a sua fé.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Algumas perguntas que me faço então:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Fé precisa ser testada?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) Fé precisa aumentar? - Eu sempre imaginei que a fé era na base do tudo ou nada, tem, não tem, senão como a fézinha iria passar adiante a montanha?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) Deus faz reuniões diárias no final do expediente para ficar sabendo como estão as fés das pessoas e então determina no dia seguinte quem vai passar o perrengue para melhorar a fé, e assim, melhorar a contabilidade celestial?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) E se é assim, o que acontece se a pessoa que passa o aperto resolve chutar o pau da barraca e e começa a achar que Deus nem existe mais? Prejuízo certo e reto para Deus? Ou Deus aí passou da conta?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5) O que ganha a pessoa que aumenta em fé?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;6) Uma pessoa pode sair de uma situações ruim com menos fé, mas sem perdê-la totalmente?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;7) Como Deus aumenta a fé?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que tal essas perguntas para um bom início de dezembro onde as pessoas tem a fé que no ano que vem as coisas serão diferentes?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abraços a todos,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Osmar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6104554671366983686?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6104554671366983686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6104554671366983686' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6104554671366983686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6104554671366983686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/12/teste-de-fe.html' title='Teste de Fé'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1487103633581536303</id><published>2010-11-30T10:38:00.003-05:00</published><updated>2010-11-30T11:41:58.086-05:00</updated><title type='text'>Antigas ideias, palavras modernas...</title><content type='html'>Se Lucas tivesse escrito 2000 anos depois, talvez saisse assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquele que almeja meu estilo de vida deve abandonar a fascinação do carro novo, casa grande, viagens caras e dinheiro, sentar-se diariamente na cadeira elétrica e seguir-me no twitter."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encorajo o exercício.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1487103633581536303?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1487103633581536303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1487103633581536303' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1487103633581536303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1487103633581536303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/11/antigas-ideias-palavras-modernas.html' title='Antigas ideias, palavras modernas...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7721061420122635971</id><published>2010-10-22T20:44:00.005-05:00</published><updated>2010-10-25T11:11:19.139-05:00</updated><title type='text'>Pra espantar essa poeira</title><content type='html'>O blog está empoeirado. Tomei um antialérgico e resolvi espanar a poeira. O subterfúgio foi esse texto, postado outro dia pelo Yancey em seu site (confiram!): &lt;br /&gt;http://www.philipyancey.com/archives/1841&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Desisti de ativar o hiperlink. Sorry. Copiem a URL e tasquem no browser, please!)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7721061420122635971?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7721061420122635971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7721061420122635971' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7721061420122635971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7721061420122635971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/10/pra-espantar-essa-poeira.html' title='Pra espantar essa poeira'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1088222541610299282</id><published>2010-08-21T06:17:00.009-05:00</published><updated>2010-08-21T15:06:52.571-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>O Homem de Sucesso: superando dificuldades</title><content type='html'>Imagine que surgiu na minha vida um problema bem complicado. Os que se identificarem, talvez nem precisem imaginar. Como cristão, minha estratégia para resolver o problema será radicalmente diferente de um não-cristão, certo? E qual seria essa estratégia? Em ordem de importância: (1) apresento a situação a Deus, (2) aguardo as impressões do Seu Espírito sobre o que fazer e (3) sigo em paz confiando que no tempo dEle tudo vai se resolver, e quando falo paz aqui quero dizer que sigo sem nenhum tipo de ansiedade quanto ao presente ou ao futuro. Seria bom que isso fosse sempre verdade, mas a realidade é que a menos que o problema seja absolutamente catastrófico e completamente além do meu controle minha tendência é deixar o Onipotente de espectador. Alguém se identifica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está o problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você se lembra bem da história de &lt;a href="http://www.biblegateway.com/passage/?search=daniel%206&amp;amp;version=AA"&gt;Daniel na cova dos leões&lt;/a&gt;, o rei desejava fazer de Daniel o chefe dos presidentes pela sua competência e caráter, o que atraiu a inveja não só dos outros 2 presidentes mas também da centena de sátrapas (eles eram uma praga no reino). O fato é que a única arapuca que poderiam armar contra Daniel envolvia a restrição da liberdade religiosa. Como a punição envolvia uma temporada no &lt;i&gt;Simba Safari Spa and Resort&lt;/i&gt;, este problema facilmente se classificaria na minha lista de catastrófico. Mas mesmo assim me pergunto até que ponto implementaria a estratégia delineada no parágrafo acima incluindo o passo número 3?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil entender porque as coisas acontecem conosco da forma que acontecem depois que tudo terminou, mas imagine você fazendo de tudo para tentar resolver o problema incluido contando com a ajuda do rei e seus advogados e no final seguir para o inevitável com a agustiosa convicção de que Deus não lhe ouve.  Acho que falhamos miseravelmente como professos segidores de Deus no aspecto de que pedimos a Deus para nos &lt;b&gt;ajudar&lt;/b&gt; a controlar a situação quando deveríamos pedir para ele &lt;b&gt;tomar conta&lt;/b&gt; da situação enquanto descansamos no seu esconderijo. Nossa irremediável  tendência para a auto-ajuda é que nos leva a obtermos exatamente o resultado oposto da pessoa de sucesso aos olhos de Deus. Além disso quando pedimos a ajuda dEle normalmente lhe oferecemos algumas sugestões de como resolver o problema. E, claro, ficamos angustiados quando Ele não escolhe algumas da opções que lhe oferecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo a história de Daniel me convenci de que minha vida de sucesso requer uma internalização das palavras do Salmo 91:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio."&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ele me livrará ao Seu tempo e ao Seu modo, enquanto eu descanso na sua sombra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1088222541610299282?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1088222541610299282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1088222541610299282' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1088222541610299282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1088222541610299282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/08/o-homem-de-sucesso-superando.html' title='O Homem de Sucesso: superando dificuldades'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6786789401390856702</id><published>2010-08-16T21:46:00.005-05:00</published><updated>2010-08-21T15:00:32.411-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>O Salmo preferido...</title><content type='html'>Na minha primeira série, a professora nos ensinou e encorajou a decorar o que deve ser de longe o Salmo mais conhecido, o Salmo do Pastor. Desde então jamais fugiram-me da memória as conhecidas palavras&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará. Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranquilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome..."&lt;/blockquote&gt;Foi com uma certa surpresa e desconforto que trombei estes dias com a as palavras de &lt;a href="http://www.biblegateway.com/passage/?search=Hosea%204:16&amp;amp;version=NIV"&gt;Oséias 4:16&lt;/a&gt; na &lt;it&gt;Nova Versao Internacional&lt;/it&gt; :&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Os israelitas são rebeldes como bezerra indomável. Como pode o Senhor apascentá-los como cordeiros na campina?"&lt;/blockquote&gt;E matutei: Como posso declamar as palavras do Salmo do Pastor se não permito ser guiado pelo Pastor? Como ele poderá me levar a pastos verdejantes (sua Palavra) se decido eu mesmo o meu mundano sustento diário? Como posso beber nas águas tranquilas, se insisto em saciar minha sede nas águas turbulentas e barrentas do meu consumo diário na mídia? Como pode Ele refrigerar uma alma que insiste em manter controle da situação, presume ter sabedoria suficiente para tomar decisões e se angustia quando tudo dá errado? Finalmente como posso ser &lt;b&gt;guiado&lt;/b&gt; na vereda da justiça se não tenho um mínimo apego ao Seu Nome e muito menos o amor e admiração necessários para se &lt;em&gt;deixar&lt;/em&gt; guiar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como permitir que a docilidade e submissão da ovelha suplante os traços de rebeldia e teimosia que impedem que o Salmo preferido seja também vivido? Este é assunto para um próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6786789401390856702?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6786789401390856702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6786789401390856702' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6786789401390856702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6786789401390856702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/08/o-salmo-preferido.html' title='O Salmo preferido...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2479630328042170810</id><published>2010-08-13T07:35:00.000-05:00</published><updated>2010-08-21T15:00:51.146-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Keep walking</title><content type='html'>Em menos de um mês completo 37 aninhos. Analisando o fato desapaixonadamente e considerando a expectativa média de vida em meu país, isso indicaria que eu já passei da metade de meu percurso nessa Terra ou estou bem perto dela. Como quer que seja, fato é que eu já sou grandinho, mas “ser grandinho” é radicalmente diferente da forma como eu imaginava que seria quando eu ainda não era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que há uma crise na aproximação dos 40. É o período em que geralmente os cabelos brancos se multiplicam, a calvície se impõe sobre qualquer forma de penteado que você tente, você já está exercendo sua profissão há algum tempo e já está casado com a mesma mulher também há algum tempo. Possivelmente por isso seja normal eu me espantar em me ver, aos 37, de forma tão diversa da que eu imaginava há quinze anos. É que eu imaginava que a essa altura do campeonato eu teria alcançado a glória profissional, estaria completamente estável e viveria num tranquilo navegar, sem grandes dúvidas, sem grandes encruzilhadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quinze anos ou mais eu ainda tinha que escolher que profissão exercer e com quem casar, e me angustiava com as muitas opções perguntando a Deus por que razão Ele não me revelava logo como seria meu futuro para eu poder me preparar adequadamente para ele e para não ter que escolher às cegas, como parecia que eu estava fazendo. Eu olhava, então, para os quase quarenta como uma fase da vida sem esse monte de dúvidas e angústias, eu olhava com inveja para os anos que agora vivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade é que continuo cheio de dúvidas. Não existe um só santo dia em que eu não me questione se estou empregando meus esforços e meu tempo em algo que realmente seja digno disso. A possibilidade de mudar radicalmente de profissão ainda existe. Meu irmão mais velho, por exemplo, num salto de fé e coragem que eu admiro, acaba de reduzir seus atendimentos no consultório odontológico para estudar medicina. Enfim, a vida ainda me reserva encruzilhadas, decisões a tomar, o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mais jovem e petulante, eu desconfiava seriamente dos que diziam que há certas coisas que só aprendemos com a idade. Bem, a humildade é outra dádiva dos meus quase quarenta. Só agora eu reconheço que Jesus não está preocupado com essas decisões “para a vida toda”. Ele não nos aponta um caminho quilométrico, apenas diz: “vem, segue-me”. Ou seja, Ele apenas aponta  o lugar onde devemos colocar o pé no próximo passo. Não existe um momento em que podemos colocar nosso carro no ponto morto e dormir. “Levantai-vos, e ide-vos, pois este não é lugar de descanso” (Miqueias 2:10). Ainda não chegamos no lugar onde podemos simplesmente relaxar. Teremos decisões a tomar a cada dia, a cada hora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angustiante? Não, não, longe disso. Ser confrontado com tantas decisões não me angustia mais. Primeiro, porque tenho um caminhão de gratidão pela forma como Ele até aqui me guiou. Em segundo, porque não há angústia quando temos um Guia confiável a Quem seguir. Tudo o que temos a fazer é não perdê-lO de vista. Aos quarenta, como aos 10 ou aos 20 ou aos 80, tudo o que precisamos fazer é aprender a confiar. E continuar andando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2479630328042170810?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2479630328042170810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2479630328042170810' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2479630328042170810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2479630328042170810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/08/keep-walking.html' title='Keep walking'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-9149560481740688380</id><published>2010-08-06T06:36:00.001-05:00</published><updated>2010-08-21T15:00:51.147-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>A noite escura da alma</title><content type='html'>Abriram uma igreja nova na cidade. Ela tem liturgia e formato diferentes. As pessoas se vestem diferente, as pregações têm recursos audiovisuais, a música é mais moderna e o ambiente não se parece com uma igreja. Mais que tudo, o conteúdo das mensagens é profundo e fala das ansiedades típicas da classe média dos grandes centros urbanos do século XXI. Uma multidão deixou as igrejas tradicionais para começar a congregar na nova igreja, embora a ideia primordial dela fosse alcançar pessoas que ainda não eram cristãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a primeira onda passou e muitos dos que acorreram à nova igreja acabaram se desencantando por alguma razão. Com o tempo o pastor passou a apresentar defeitos, houve cotoveladas, problemas de relacionamento... Aparentemente, a igreja nova que abriu na cidade não era a solução para o seu problema, como a princípio haviam acreditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, e que problema seria esse? Não há uma resposta única, claro. Entre eles havia os que estavam atrás de um lugar mais descolado, sem tanta formalidade; havia também os que tinham padrões morais mais relaxados e que achavam que lá poderiam ter os aspectos positivos da igreja sem precisar arcar com os negativos: o julgamento, a ênfase nos aspectos mais sacrificados da religião como a lei de Deus, etc. ; havia também os que só queriam ver gente bonita e bem vestida para armar uma boa balada na sequência, claro, mas eu estou me referindo àquele grupo específico de pessoas que estava desanimado nas suas igrejas tradicionais, sem ver mais sentido em uma porção de rituais, sem achar graça nos sermões e demais conteúdos. Estou me referindo a um grupo de cristãos sinceros, que continuava buscando a Deus mas para quem parecia que sua vida espiritual entrara em um marasmo irreversível. Parecia natural para eles mudar de igreja atrás de um pastor que lhes acendesse a chama outra vez. Bem, depois de tudo, a decepção que experimentaram poderia ser fatal em sua fé (e de fato foi e tem sido na vida de alguns, porque não estou falando metaforicamente, essas coisas realmente tem acontecido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas pessoas estão atravessando o que o frade carmelita São João da Cruz (que viveu no século XIV) chamou de “a noite escura da alma”. Apesar do nome sombrio, essa noite escura não deveria ser algo da qual fugir, mas algo que deveríamos ansiar. Esse estado em que, nas palavras de Richard Foster (em tradução livre), “o pregador é um chato. O hino que estão cantando é tão fraco. O serviço de cânticos é monótono”. Você se sente solitário, perdido, seco. Parece que você entrou num estado de torpor, de anestesia. Anestesia sim, porque está a ponto de passar por uma cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que você precisa saber é que é possível temer a Deus, obedecê-lO, procurá-lO e ainda assim estar em trevas. Aconteceu com muita gente boa antes de você. Isaías 50:10 o endossa: “Quem há entre vós que tema ao Senhor? ouça ele a voz do seu servo. Aquele que anda em trevas, e não tem luz, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa que você precisa saber é que Deus quer, de tempos em tempos, chacoalhar seus valores, tirar você da zona de conforto, subverter seu orgulho espiritual. Ao chegar a noite escura, é hora de confiar em Deus, firmar-se nEle, deixar que Ele opere em você e esperar para ver no que Ele está por transformá-lo. É hora de procurar tempos de solidão e silêncio, de esvaziar a mente e de buscar não novos e mais empolgantes estímulos, mas estímulo nenhum, porque essa é a avenida pela qual Deus caminha para efetuar a sutil revolução que Ele quer efetuar em você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-9149560481740688380?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/9149560481740688380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=9149560481740688380' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/9149560481740688380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/9149560481740688380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/08/noite-escura-da-alma.html' title='A noite escura da alma'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3936226821243870357</id><published>2010-07-02T21:55:00.001-05:00</published><updated>2010-07-03T11:39:18.553-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manipulação'/><title type='text'>A Parábola da Mulher Ciumenta</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;á algumas semanas atrás comecei a indagar o porquê de tantas dificuldades que eu, assim como outros diversos amigos neste exato instante, temos passado. Muitas vezes a sensação que fica é a de questionar a Deus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;O que estou fazendo de errado?&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: x-large; line-height: 18px;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt; quando parece que as dificuldades vão passar, aparece outra acompanhada de mais duas logo em seguida... "perdi" muitas horas de sono nestas últimas semanas, não porque não conseguia dormir, mas simplesmente porque de repente, lá pelas 4:30 da matina, eu simplesmente acordava e já não conseguia mais voltar à Terra do Nunca. No princípio foi frustrante, viajando a trabalho, longe da família, tentando de todos os modos encontrar saídas para os problemas da empresa, além dos meus próprios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;ntão, decidido a aproveitar mais esse tempo, resgatei um &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2816184&amp;amp;sid=189115376127280526698818&amp;amp;k5=1C6660F8&amp;amp;uid="&gt;livro &lt;/a&gt;que comprei por simples impulso (vocês vão entender o porquê) quando passava pelos corredores de um Sam's Club em Campinas, depois de uma tarde de reuniões e visitas a clientes. E durante a leitura, algumas reflexões foram sendo motivadas e que me levaram a escrever este post.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;U&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;ma das coisas mais frustrantes que sempre achei na vida cristã é identificar as respostas divinas. Parece que sempre estamos esperando por algum sinal, alguma luz que desça do céu por entre as nuvens e venha iluminar a minha cabeça ou outra coisa que me indique o que fazer. Em tempos de bonança, isto parece irrelevante, mas quando a situação é de desespero, a ansiedade tende a ser forte demais para ignorá-la. Obviamente, esta situação trouxe à tona minhas próprias questões sobre fé. Afinal, sobre o que baseio aquilo que chamo de fé? A dificuldade aqui é diferenciar fé de presunção, como se pelo meu simples positivismo, eu pudesse manipular a Deus a fazer aquilo que eu quero que Ele faça. Aliás, falando em manipulação, nada mais comum que barganhar com Deus (nas ofertas, nas atividades da igreja, etc.) na expectativa de que Ele responda àquela oração com a resposta desejada... realmente, com Deus não funciona assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;urante essa leitura nas madrugadas, encontrei-me com uma parábola contemporânea:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"&lt;i&gt;A Parábola da Mulher Ciumenta"&lt;/i&gt; - na versão gabrielana.&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;i&gt;Imagine o marido saíndo naturalmente tarde do trabalho, como de costume, mas a infelicidade naquele triste dia lhe bateu à porta quando estava no meio do caminho para casa, sob aquele trânsito infernal, ao perceber que dois dos seus pneus haviam furado. Obviamente esta situação demandaria mais do que somente um macaco e um estepe, portanto decidiu ligar para casa para avisar a esposa que estaria aguardando por ele, quando se apercebeu que o celular estava sem bateria. Sem mais o que fazer de imediato, foi tomar as providências necessárias para voltar a rodar com o carro , o que levou-o a chegar mais de duas horas atrasado do horário de costume, sem falar no suor que lhe corria o rosto pelo cansaço que o estorvo lhe exigira.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;i&gt;Quando chegou em casa, o marido, na expectativa de encontrar um pouco de conforto e compreensão, somente encontrou uma cara feia e uma série de questões tais como onde ele esteve, por que chegou tão tarde, por que não avisou, com quem estava, etc. e etc. Como se percebe, as explicações não foram capazes de suscitar a compreensão, compaixão e a confiança por este pobre cidadão, casado com uma mulher ciumenta.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;estas situações, eu me pergunto: casou pra quê? Não ao marido, mas à mulher, pois se a sua insegurança e desconfiança é tão grande a ponto de fazer esse papelão, como é que ela consegue ter prazer em viver uma relação nestas bases?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;B&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;em, é igualmente impressionante pra mim o fato de como tenho feito este mesmo papel na minha relação com Deus, o da mulher ciumenta. Vocês percebem? Se Deus não me atende ou não me responde em tempo, ou do modo que eu espero, fico cobrando insistentemente uma atitude ou resposta divina, sem me aperceber de que todo este questionamento e insistência é fruto da falta de confiança em Deus, ou em outras palavras, falta de fé.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"Não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais;&amp;nbsp;e não há nada que você possa fazer para Deus te amar menos." - &lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Whats-So-Amazing-About-Grace/dp/0310245656/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1278122993&amp;amp;sr=8-1-spell"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;i&gt;Phillip Yancey&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'trebuchet ms',verdana,arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;P&lt;/span&gt;or que é tão difícil conseguirmos interiorizar e aceitar estas palavras como uma realidade plena e não somente intelectual? Talvez porque crescemos e convivemos com diversos sistemas de recompensa em nosso cotidiano, no trabalho, escola, em casa, e somos induzidos a levarmos este mesmo comportamento para nossa relação com Deus... mas de novo, com Deus não funciona assim.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;N&lt;/span&gt;a verdade, o que estou tentando experimentar é essa sensação de que não importa o que eu faça, certo ou errado pois mais uma vez não estamos falando de um sistema de recompensa, Deus vai continuar me amando do mesmo jeito, apesar de mim mesmo. Sabe aquela liberdade que se sente num relacionamento baseado em confiança? Se você ama, você tem liberdade para fazer tudo o que quiser, pois nada do que você quiser fazer vai machucar ou abalar essa relação. É dessa liberdade de que estou falando, da sensação de que o que eu faço não vai mudar em nada essa realidade, então para quê ficar correndo atrás do vento, como se isso fosse fazer com que Deus me desse mais atenção, fosse olhar para mim... como se já não estivesse olhando... me cuidando... Paizinho, eu preciso parar de perguntar por que, e experimentar a liberdade que Você me preparou... com Deus funciona assim. Não acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;E&lt;/span&gt; as encrencas de que falei? Bem... essa é outra história... outra parábola...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3936226821243870357?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3936226821243870357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3936226821243870357' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3936226821243870357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3936226821243870357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/07/parabola-da-mulher-ciumenta.html' title='A Parábola da Mulher Ciumenta'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-340716002246964598</id><published>2010-05-21T21:17:00.004-05:00</published><updated>2010-08-21T15:02:50.940-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros Recomendados/Resenhados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fred'/><title type='text'>Boas Novas e a Pessoa X</title><content type='html'>"...o evangelho são boas notícias, especialmente para aqueles que não acreditam nele.  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Imagine uma rua comum numa cidade comum num país comum, se é que há um lugar assim. Vamos imaginar que a Pessoa X mora numa casa dessa rua. Na casa ao lado há um hindu, e do outro lado há um muçulmano. Do outro lado da rua há um ateu, ao lado dele mora um agnóstico e na porta do outro lado, alguém de Ohio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Imagine que a Pessoa X se torne uma cristã. Talvez ela tenha lido algo ou teve amigos que a inspiraram a aprender mais, ou talvez ela teve um vício e através da recuperação ela rendeu sua vida a Deus. De qualquer forma, ela se tornou uma seguidora de Jesus. Digamos que ela comece a viver segundo os ensinamentos de Jesus, de fato levando-o tão a sério que ela se torne uma convincente força para o bem no mundo. Ela está se tornando mais generosa, mais compassiva, mais perdoadora, mais amorosa. Ela está se tornando uma vizinha melhor ou pior? Se fossemos seus vizinhos, estariamos estarrecidos a respeito de sua nova fé. Nos sentiríamos cada vez mais gratos por termos uma vizinha como essa. Desejaríamos que houvesse mais pessoas assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Vamos observar algumas coisas sobre essa rua. As boas notícias de Jesus são boas notícias para a Pessoa X. São boas notícias para os vizinhos da Pessoa X. São boas notícias para toda a rua. São boas notícias para as pessoas que não acreditam em Jesus. Temos que ser bem claros a respeito disso. As boas notícias para a Pessoa X são boas notícias para toda a rua. E se são boas notícias para toda a rua, então são boas notícias para todo o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Se o evangelho não são boas notícias para todo mundo, então não são boas notícias para ninguém."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A tradução livre fui eu que fiz, tirada do Velvet Elvis, o livro do Rob Bell.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Algo que sempre me intrigou foi: se o evangelho são as "boas novas" por que é de tão difícil aceitação? (sentido mercadológico mesmo) Onde está o problema (se é que há um)?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Gostaria de saber as impressões de vocês sobre o texto - principalmente sobre a última afirmação - e sobre esse assunto.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Saudações reptilianas!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-340716002246964598?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/340716002246964598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=340716002246964598' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/340716002246964598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/340716002246964598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/05/boas-novas-e-pessoa-x.html' title='Boas Novas e a Pessoa X'/><author><name>Fred Torres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10675290271772108818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_o76FQE2_6yk/R56h9Hg8r1I/AAAAAAAAAAo/vXMFTSxcCeA/S220/avatar1sem.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7424441337347053654</id><published>2010-04-28T09:53:00.003-05:00</published><updated>2010-08-21T15:02:50.941-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros Recomendados/Resenhados'/><title type='text'>A castração do adventismo</title><content type='html'>Ontem almocei com amigos, adventistas de quem sou cliente. Superado o blábláblá das coisas de trabalho, fiquei surpreso com a primeira pergunta que eles me dispararam: como anda sua fé? Muito bem, obrigado, foi minha resposta. Eles não ficaram decpecionados com ela, mas deu para ver que eles não se surpreenderiam se a resposta fosse outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No desenvolvimento da conversa entendi as razões da pergunta: disseram ter informações de fontes fidedignas dando conta que a IASD no Brasil está diminuindo de tamanho. Requentaram a velha problemática da demora da volta de Jesus, de estarmos fazendo a mesma pregação há 160 anos; no fim a dúvida é: não deveríamos falar de outras coisas? Mudar o enfoque? Parar com essa paranóia pré-advento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugeri que eles lessem "A visão apocalíptica e a castração do adventismo", de George Knight, que já temos em português, uma sugestão (para não dizer ordem) de leitura dos compadres Lilian e Klebert. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos até discutir essa mudança de discurso coletivamente. Eu concordo com o Knight de que isso seria tornar a igreja adventista irrelevante, mas ok, podemos discutir. Só que na esfera individual não consigo deixar de ser (logo depois de cristão e um pouco antes de ser do sétimo dia e tantas outras coisas)um adventista. Não quero começar a espancar os conservos, como faz aquele servo da parábola que diz em seu coração "meu Senhor tarda em vir". A quantidade de advertências a viver como se na iminência da volta de Jesus que encontro nos evangelhos não me deixa colocar a questão senão na primeira fila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vocês?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7424441337347053654?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7424441337347053654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7424441337347053654' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7424441337347053654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7424441337347053654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/castracao-do-adventismo.html' title='A castração do adventismo'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-21993340741692204</id><published>2010-04-25T08:11:00.003-05:00</published><updated>2010-08-21T15:07:27.576-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>A sétima geração</title><content type='html'>Algu&amp;eacute;m ai que come&amp;ccedil;ou o ano b&amp;iacute;blico j&amp;aacute; chegou em G&amp;ecirc;nesis 4? Se sim voc&amp;ecirc; deve ter se familiarizado com um tal de Lameque, pai de uns meninos prod&amp;iacute;gios na &amp;aacute;rea de m&amp;uacute;sica, ferramentas e pecu&amp;aacute;ria. Pois bem, eu estava lendo esta ex&amp;oacute;tica e obscura passagem da biblia me perguntando por que o tal do Lameque &amp;eacute; apresentado com mais detalhes que os demais filhos de Caim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos atr&amp;aacute;s escrevi e preguei um serm&amp;atilde;o entitulado &lt;i&gt;Os Dois Enoques&lt;/i&gt; no qual comparo os destinos t&amp;atilde;o diversos dos filhos de Caim e Jarede e como eles caracterizam a distinta separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o existente entre os filhos de Deus e filhos dos homens. A distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o chega ao climax por ocasi&amp;atilde;o do dil&amp;uacute;vio quando No&amp;eacute; era o &amp;uacute;nico justo em meio a uma gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o perversa marcada pela corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o do matrim&amp;ocirc;nio (Gen 6:2, Mat 24:38) e viol&amp;ecirc;ncia (Gen. 6:11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando neste antigo serm&amp;atilde;o, fiz uma descoberta interessante: Lameque, o s&amp;eacute;timo depois de Ad&amp;atilde;o pela linhagem de Caim, al&amp;eacute;m de vingativo e zombeteiro dos decretos divinos (Gen. 4:15, 23 e 24), &amp;eacute; o primeiro  pol&amp;iacute;gamo mencionado na B&amp;iacute;blia. Em outras palavra, mais que ningu&amp;eacute;m, Lameque representa a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que entristeceu a Deus e se perdeu no dil&amp;uacute;vio. Advinha quem &amp;eacute; o s&amp;eacute;timo depois de Ad&amp;atilde;o pela linhagem de Sete*, e qual foi o seu destino?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e para os numer&amp;oacute;logos de plant&amp;atilde;o algu&amp;eacute;m ai j&amp;aacute; ouviu falar do n&amp;uacute;mero da perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A linhagem que invocava o nome do Senhor, como est&amp;aacute; escrito no fim do cap&amp;iacute;tulo 4 de G&amp;ecirc;nesis&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-21993340741692204?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/21993340741692204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=21993340741692204' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/21993340741692204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/21993340741692204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/s-gera.html' title='A s&amp;eacute;tima gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8631460130004006499</id><published>2010-04-25T07:30:00.004-05:00</published><updated>2010-08-21T15:07:27.577-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>De volta a ser criança...</title><content type='html'>Uns dias atrás ganhei um presente do Fred que me fez voltar a ser criança. O presente foi este &lt;a href="http://www.amazon.com/dp/031026345X"&gt;livro&lt;/a&gt;. Se você não clicou no link, informo que não se trata da última versão ilustrada dos tres porquinhos ou da chapeuzinho vermelho, mas do livro que quanto mais eu leio o considero a encarnação (ou deverida dizer encadernação) de tudo que o GEA causou de bom na minha vida, e quando falo vida, refiro-me da vida lá do alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes que alguém objete que eu já não era mais criança quando o GEA foi parte da minha vida no período pre-cambriano, argumento que eu era apenas um bebê nascido lá do alto neste tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual é o ponto? O ponto é que o Rob Bell tem um jeito bem GEAno de tratar dos assuntos que ele trata. Por exemplo, ele começa com perguntas; mil perguntas; perguntas ingênuas, atrevidas, sublimes, ousadas. Depois conecta umas idéias simples, mas lindas, profundas, sutis, bem no estilo de nossas antigas discussões no GEA. Estes momentos de arrebatamento, e maravilha só são possíveis quando dois ou mais estão reunidos para livremente descobrir o significado e o mistério da Palavra. Foram estes momentos mágicos na pré-história do GEA que me fizeram nascer... de novo. E produziram aqueles sentimentos de deslumbramento com o mundo que só uma criança pode ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dinossauro feito, tinha me esquecido dos mesmos deslumbramentos. Refletindo sobre os mesmos  após uma passagem particularmente genial do Rob Bell, dei-me conta de que preciso resgatar a mágica de ser criança de novo. Bem como disse Jesus, só assim para ver o reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu Fred, por ser instrumental em resgatar o menino adormecido no coração do dino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8631460130004006499?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8631460130004006499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8631460130004006499' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8631460130004006499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8631460130004006499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/de-volta-ser-crian.html' title='De volta a ser crian&amp;ccedil;a...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3541725102498304700</id><published>2010-04-13T23:35:00.003-05:00</published><updated>2010-08-21T15:07:27.578-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Adventismo: a hora da estrela - Longevidade</title><content type='html'>Anos atrás Dr. Lee, o médico coreano arauto da alimentação saudável, que gostava de cantar aquela musiquinha "smile", dizia que a mensagem de saúde era a "mão mirrada" do Adventismo. É interessante ver que o Adventismo hoje encontra-se na posição mais favorável em mais de um século e meio de existência para dar ênfase ao estilo de vida saudável como parte integrante da cosmovis&amp;atilde;o Adventista. O mais interessante é que o momento chegou através da prestigiosa revista National Geographic (para aqueles que ainda não viram o link clique &lt;a href="http://ngm.nationalgeographic.com/ngm/0511/sights_n_sounds/index.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que estufar o peito com aquele orgulhosinho enrustido, acho que esta descoberta sobre os princípios de saúde do adventismo e seu resultado direto na longevidade deve servir de encorajamento para darmos mais atenção aos tais princípios, apoiemos iniciativas governamentais e não-governamentais pró-saúde e usemos os mesmos princípios para nos conectar com pessoas seculares que partilhem os mesmo valores. Especialmente no último caso, precisamos ser sérios no exercício dos princípios que julgamos valorizar sob o risco de parecermos incoerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora da mão mirrada ser curada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3541725102498304700?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3541725102498304700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3541725102498304700' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3541725102498304700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3541725102498304700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/adventismo-hora-da-estrela-longevidade.html' title='Adventismo: a hora da estrela - Longevidade'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-4589848947396848637</id><published>2010-04-13T22:11:00.007-05:00</published><updated>2010-08-21T15:08:26.508-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Na contra mão: próximas paradas...</title><content type='html'>Bem amiguinhos, também estou voltando a blogar, impulsionado pelo post to Gabi. No bom e velho estilo do GEA, aqui vão alguns dos assuntos que espero blogar em breve. A lista serve para me manter motivado e prover inspiração aos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;b&gt;Progressistas? Fundamentalistas? uma terceira via?&lt;/b&gt; Elucubrações sobre o tema roto, porém ainda atual, de conservadores vs. liberais. Pretendo abordar este assunto usando nossa experiência contemporânea de membros de uma igreja conservadora, com um pastor ovelha-conservardora em pele de lobo-liberal e uns poucos amigos metidos a liberais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &lt;b&gt;Fuga para Deus&lt;/b&gt;. O que me cativou na história do Jim Hohnberger e como fiquei perdido mesmo antes de começar a "fugir para Deus". Neste tema pretendo apresentar o que para mim é o melhor mapa da fuga que descobri com um tal de Richard Foster e comparsa de conspiração Dallas Willard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) &lt;b&gt;Adventismo: a hora da estrela&lt;/b&gt;. Talvez a referência bibliográfica não seja a ideal, mas transmite o que desejo abordar neste tema: nunca na história do adventismo vivemos uma época tão favorável para a divulgação da cosmovisão adventista. Precisamos de uns ajustes, verdade, mas este é o momento. E não me refiro ao clímax escatológico em particular, mas à confluência de valores por ora abraçados no mundo religioso e secular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem turma, tem mais, mas acho que vou parando por aqui, afinal este é apenas um post re-introdutório. Termino com uma antiga idéia que encontrei em um dos livros do Brian McLaren:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos esportes preferidos dos cristãos é chamar os não-cristãos de perdidos. Em Coríntios, Paulo diz que somos a carta de Cristo para os que perecem. Se uma carta não chega ao destinatário, quem está perdido? a carta ou aquele para quem a carta foi endereçada?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-4589848947396848637?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/4589848947396848637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=4589848947396848637' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4589848947396848637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4589848947396848637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/na-contra-m-pr-paradas.html' title='Na contra m&amp;atilde;o: pr&amp;oacute;ximas paradas...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8085166067418455395</id><published>2010-04-09T22:14:00.002-05:00</published><updated>2010-04-09T22:28:21.515-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Londrina'/><title type='text'>De volta às origens tradicionais</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;C&lt;/span&gt;reio que não tive a oportunidade de contar a todos, mas me mudei de São Paulo para a cidade de Londrina-PR já faz 2 meses.E nesta mudança, outras mudanças também aconteceram, e uma delas foi a de voltar a freqüentar uma igreja tradicional.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;É&lt;/span&gt; interessante você perceber como rapidamente sua presença é notada, mesmo que pouquíssimos venham falar com você, ainda que a igreja tenha uns 600 membros. Confesso que ri muito, pensando no episódio, quando em um sábado pela manhã eu estava no fundo da igreja, em pé pois havia cedido o meu lugar a uma senhora com bebê, e um pastor (eu sei que era departamental pois o vi fazendo um anúncio na classe da ES) passou por mim, parou, olhou para mim (claro que a visão da minha lustrosa pessoa hoje já não é mais o estereótipo adv) e me perguntou se eu era adventista... eu quase perguntei a ele a mesma coisa mas confesso que me contive rsrs... Ele não perguntou meu nome, não perguntou de onde vim, me perguntou novamente se eu era batizado, e quando disse que sim, bateu no meu ombro e seguiu...&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;C&lt;/span&gt;onheci recentemente o regente do coral, um cara muito legal, empolgado com música, 20 e tantos anos, se esforçando para conduzir um grupo de uns 80 coralistas, na sua maioria mais jovens que ele próprio, buscando louvar e inovar através deste ministério. Claro que no coral não está somente ele na condução, há também um diretor do coral, um diretor de jovens, um pastor de jovens e outros líderes envolvidos. O grande desafio deles que&amp;nbsp;eu percebi&amp;nbsp;nesta noite, ao participar do ensaio, foi a de motivar os coralistas a participarem seriamente da proposta. Antes do ensaio propriamente dito, ouvi uns 15 minutos de "admoestações" sobre o que se espera de um coralista comprometido, do sistema biométrico de controle de presença que será implantado, do sorteio de um "brinde especial" para os assíduos aos ensaios, e dos descontos nas "programações pagas" a que estes assíduos terão direito. Fiquei triste ao perceber porque um outro amigo, que veio de Sampa também (o conheci na NS), se desmotivou a participar do coral... ali hoje, o mesmo estava acontecendo comigo.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;N&lt;/span&gt;o fim do ensaio, peguei uma carona pra casa com o regente e conversamos, durante os parcos 7 minutos que levam da igreja até minha casa, sobre a frustração dele e minha sobre a apresentação do coral que ocorreu no sábado passado. Cantamos no sábado pela manhã&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0OsyiGgSlqY&amp;amp;feature=fvw"&gt;&lt;b&gt;esta canção&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, numa versão em português, com o coral cheio e igreja lotada. A frustração do regente foi o fato de que a apresentação durou somente uma música, e de como é difícil fazer as pessoas participarem, da igreja se envolver, e de que na apresentação do domingo ele "assassinou" a música devido a uma entrada mau indicada... aí eu contei a ele a minha frustração: de que o louvor tenha sido feito somente pelo coral, pois minha filha, na hora do coro, simplesmente abriu boca com toda a vontade a ponto de fazer meia igreja se voltar a ela, e quando ela percebeu se escondeu debaixo do banco. Contei a ele minha frustração por perceber que as motivações por participar do coral me parecem tão distorcidas, e que a expectativa da "audiência" da igreja desvia ainda mais do que eu entendo que deveria ser o foco... Então ele comentou "mas ela já conhecia a música..." e eu disse "o ponto não é se ela já conhecia a música, mas que ela tentou expressar seu louvor a Deus como tinha o costume e se retraiu!"...&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;B&lt;/span&gt;em, eu conto isto a vocês não porque quero dizer que está tudo errado, e eu é que estou certo. Conto isto a vocês a esperança de que vocês me ajudem a resgatar o sentimento e o envolvimento que um dia tivemos (ou pelo menos eu tive) quando convivíamos e louvávamos juntos em um galpão frio de uma noite de sexta-feira, num sítio próximo a cidade de Juquitiba-SP, por exemplo... não consigo ver saída para esta situação sem criar um sentimento de rompimento, sem chocar as pessoas ou senão me afastar e continuar pedido ao Papai do Céu que me use para o que for da Sua vontade...&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;P&lt;/span&gt;or que é tão difícil transmitir às pessoas uma visão de serviço por amor somente? Cuja motivação não seja o entretenimento emocional ou intelectual mas a satisfação de perceber que Deus nos está usando para fazer milagres a pessoas que jamais imaginariam que um dia seriam tocadas simplesmente por um exemplo de amor, compaixão e serviço?&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;O&lt;/span&gt; que estamos fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;"S&lt;/span&gt;onda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8085166067418455395?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8085166067418455395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8085166067418455395' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8085166067418455395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8085166067418455395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/04/de-volta-as-origens-tradicionais.html' title='De volta às origens tradicionais'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8602370729916475169</id><published>2010-02-09T11:05:00.000-05:00</published><updated>2010-08-21T15:09:25.577-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O retorno de Deus e as mudanças da sociedade contemporânea.</title><content type='html'>Entrevista especial com John Micklethwait &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar como o renascimento global da fé está alterando e transformando a sociedade contemporânea. Esta é a proposta da obra “God is back: How the Global Revival of Faith Is Changing the World”, dos jornalistas ingleses John Micklethwait e Adrian Wooldridge. Apontando, estatisticamente, o aumento mundial do número de fiéis, os autores refletem sobre os fenômenos sociais ligados ao “retorno” de Deus e a religião como fator político. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista por e-mail à IHU On-Line, John Micklethwait trata dos aspectos mais relevantes do livro, como a relação entre religião e modernidade, secularismo e as novas formas de fé. A respeito da proeminência do novo ateísmo e a opinião de autores como Christopher Hitchens, que defendem a morte de Deus, Micklethwait afirma: “Nós não discordamos do ateísmo. Mas discordamos efetivamente da ideia de que a religião esteja desaparecendo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait é jornalista e editor-chefe da revista britânica “The Economist”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Em sua opinião, quais são os fenômenos sociais que mais manifestam o retorno de Deus atualmente? E que Deus é esse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Se você olhar para o mundo, verá que a religião está indo bastante bem na maioria dos lugares fora da Europa ocidental. Começamos nosso livro com a descrição de uma igreja doméstica na China, onde atualmente há mais cristãos do que membros do Partido Comunista. A religião também voltou à política – para o bem ou para o mal – praticamente em toda parte, inclusive na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Alguns autores de recensões disseram que você fez um estudo geopolítico da fé. Como você analisa a relação entre religião e modernidade dentro do cenário sociopolítico contemporâneo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Durante anos, pensamos que a modernidade significava secularização. Isto estava errado. A religião tem ido muito bem em todos os lugares modernos (e em processo de modernização) fora da Europa ocidental. A verdadeira relação é aquela entre a modernidade e o pluralismo – a capacidade de escolher sua fé (ou de não ter nenhuma fé). Tanto as pessoas religiosas quanto as ateístas deveriam ter condições de concordar que o pluralismo é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tanto as pessoas religiosas quanto as ateístas deveriam ter condições de concordar que o pluralismo é bom"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Em oposição a suas ideias, autores como Richard Dawkins, Christopher Hitchens e Sam Harris defendem mais uma vez a morte de Deus. Como você analisa esse novo ateísmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Nós não discordamos do ateísmo – meu co-autor é ateísta. Mas discordamos efetivamente da ideia de que a religião esteja desaparecendo. E não aceitamos o argumento de Hitchens de que a religião é praticamente sempre má.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - No início de seu livro, você apresenta dois caminhos alternativos para a modernidade: o europeu e o americano. De que consistem eles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - O caminho americano se baseia no pluralismno – numa multiplicidade de crenças que competem umas com as outras –, e a religião está indo bem. O caminho europeu tem tido igrejas estatais – e está se desintegrando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Atualmente, após a crise financeira e suas consequências, como você vê a relação entre a religião e o capitalismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Não há relação entre a religião e o capitalismo. Jesus não foi especialmente gentil com os cambistas no templo. Fazendo uma generalização horrenda, parece haver efetivamente uma relação entre certas religiões evangélicas empreendedoras e o capitalismo. Alguns chineses querem copiar a religiosidade americana para ficar mais ricos. Se você for a uma igreja pentecostal no Brasil, como eu fiz, verá que há uma ênfase bastante forte em se dar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não há relação entre a religião e o capitalismo. Jesus não foi especialmente gentil com os cambistas no templo" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Em seu livro, você diz que “as próprias coisas que supostamente destruiriam a religião – a democracia e os mercados, a tecnologia e a razão – estão se combinando para torná-la mais forte”. Em sua opinião, como e por que isso ocorre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Porque as forças da globalização levam as pessoas à fé. Algumas pessoas usam a religião como um abrigo contra a modernidade (partes do sul conservador dos Estados Unidos, por exemplo, ou a Arábia muçulmana). Mas muitas classes médias em ascensão (os subúrbios americanos, a burguesia hinduísta na Índia, o partido AK na Turquia) a veem como uma forma de progredir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Como você analisa o sucesso que a fé ao estilo americano está tendo no Brasil, com a Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Eu a achei extremamente interessante. Ela tem raízes americanas óbvias, mas é uma experiência muito brasileira – como o foco no exorcismo, por exemplo. Esse tipo de religião implica uma proposta de dar respeitabilidade às pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Algumas pessoas usam a religião como um abrigo contra a modernidade. Mas muitas classes médias em ascensão a veem como uma forma de progredir"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Sendo um país de grande liberdade religiosa, a grande guerra das religiões no Brasil se dá justamente entre a Igreja Católica e as igrejas neopentecostais. Qual é sua opinião sobre esse novo tipo de guerra das religiões dentro da mesma tradição religiosa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - Bem, o lado bom é que não se trata realmente de uma guerra (como, por exemplo, o é a batalha no Oriente Médio ou na Nigéria). É um modelo de concorrência. Havia uma Igreja Católica dominante preguiçosa; os pentecostais se apossaram de uma fatia do mercado; agora os católicos estão respondendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - Você afirma que há “igrejas de ciclistas para ciclistas, igrejas de caubóis para caubóis, igrejas esportivas para esportistas”. Que tipo de fé é essa que se segue à volta de Deus atualmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Micklethwait - O aspecto a ser destacado neste caso é que as igrejas segmentam seu público. Há algo para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(deu na www.unisinos.org.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8602370729916475169?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8602370729916475169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8602370729916475169' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8602370729916475169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8602370729916475169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2010/02/o-retorno-de-deus-e-as-mudancas-da.html' title='O retorno de Deus e as mudanças da sociedade contemporânea.'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-416395678244849322</id><published>2009-12-02T12:58:00.002-05:00</published><updated>2010-08-21T15:11:50.226-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cibele'/><title type='text'>tem coisa mais na contra mão do que isso? rs</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: arial; font-size: medium; font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tabela_caixa_indice" style="background-color: white;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="titulo_indice_corpo" colspan="2" style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;table cellpadding="3" cellspacing="3"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_comum" style="color: black; font-family: Arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="tit_materia" style="color: black; font-family: Verdana, Arial, Tahoma; font-size: 20px; font-weight: bold;"&gt;Religião, ideologia e escola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="desc_materia" style="color: #5a5a5a; font-family: Verdana, Arial, Tahoma; font-size: 11px;"&gt;Considerações sobre o ensino religioso, o acordo firmado entre o governo brasileiro e a Santa Sé e algumas implicações para a cidadania e a educação no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" width="100%"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="titulo_default" style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11px;"&gt;&lt;div style="font-size: 5px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;Roseli Fishmann&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="materia_texto" style="color: black; font-family: arial; font-size: 12px; text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="left" style="width: 1px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://www.revistaeducacao.com.br/imagem_p.ashx?file=arquivos/NVZ8Z2LRXL151_52.jpg&amp;amp;x=200" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Temas complexos, escola, religião e ideologia, quando entrelaçados, podem gerar misturas explosivas, como a história já demonstrou. Governos totalitários e autoritários, em geral, buscaram na religião um apoio aos processos de manipulação de consciências. Melhor seria dizer que esse apoio foi buscado não exatamente nas religiões, mas nas instituições religiosas e, sobretudo, em autoridades estratégicas dessas instituições. De um lado, o mero e simples interesse humano e terreno pelo poder e suas benesses. De outro, argumentos que invocam o inefável e o intangível, como modo de arrebatar corações e mentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de verdadeiros exércitos, prontos ao sacrifício, enquanto entregues às ordens arbitrárias do soberano, ele próprio aparentemente investido, então, de um poder transcendental, conforme atribuído por seus aliados religiosos, autorizou das torturas e matanças, na Inquisição, ao apoio às ditaduras recentes, na América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as instituições religiosas, independentemente de suas doutrinas, são organizações humanas complexas, surgem também, em seu interior, simultaneamente, oposições a semelhantes processos de aderência a governos totalitários e autoritários. Houve na Inquisição quem rejeitasse as práticas, e fosse igualmente sacrificado, como também se encontraram em instituições religiosas alguns dos mais significativos pilares da resistência às ditaduras e de ativa reconstrução democrática recente na América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse processo, impor às escolas conteúdos religiosos liga-se a uma pergunta central: a quem interessa a imposição? Que parcela dos grupos religiosos chegará à escola? A que compactua com o autoritarismo, ou a que busca fortalecer a democracia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá quem diga que nem um, nem outro, mas que deveria ser uma abordagem religiosa "neutra". Sucede que as instituições religiosas, em sua dimensão humana, vivem os mesmos processos de disputas internas de poder que qualquer outra organização humana vive. Não são homogêneas internamente; ao contrário, há grande heterogeneidade em seu interior, configurando, mesmo, em alguns casos, um tipo de diversidade ou pluralidade no interior daquela singularidade de fé. Não à toa, há conflitos internos, tendências dominantes em diferentes momentos, em geral ligadas à relação daquela instituição religiosa com o momento político nacional e mesmo internacional. Para quem é observador externo, a perspectiva "vista de fora" é de que são todos o mesmo. Vivido de dentro, nunca é tão simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tratar de escolas confessionais, comunitárias, o que se observa é que os pais dos estudantes, ao fazer recair sobre esta ou aquela escola a escolha de onde fazer estudar seus filhos e filhas, são em geral pessoas de vida religiosa, ativa ou desejando se fazer ativa, e muito frequentemente de vida comunitária no interior daquele dado culto. Nesse sentido, têm conhecimento desses processos internos organizacionais, e sabem que, de uma forma ou de outra, as escolas ligadas a seu grupo religioso serão influenciadas por isso. Mas é sua escolha ali colocar seus filhos, integrá-los à vida comunitária em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, contudo, não tira dessa escola o dever de ensinar às crianças e adolescentes que têm sob sua responsabilidade todos os conteúdos exigidos pelas normas nacionais, como os que atualmente se apresentam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Vale aqui um esclarecimento. Não há um PCN de ensino religioso, pelo simples fato de que, sendo o Estado laico, não pode se pronunciar sobre assuntos religiosos ou que, de alguma forma, envolvam religião. Ou passaria o Estado - por intermédio do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação, das Secretarias Estaduais de Educação e Conselhos Estaduais de Educação - a ditar conteúdos e interferir sobre as religiões, ferindo diversos dispositivos constitucionais e legais. Há uma publicação a que atribuíram esse nome, mas que não é oficial, não impondo qualquer tipo de obrigação a qualquer escola ou docente. Cada uma das escolas confessionais decidirá seu conteúdo religioso. Os limites são no sentido de que é vedado ministrar conteúdo que fira a legislação brasileira e os direitos de cidadania, incluindo divulgação de preconceito, apologia de qualquer tipo de discriminação, violação dos direitos das crianças e adolescentes, ou deixar de ministrar os conteúdos científicos previstos pelo MEC para cada fase da vida escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ao passar à realidade da escola pública, muda todo o cenário. Porque os cuidados são específicos, no âmbito de uma escola que é ela própria parte integrante do Estado, voltada como ele ao cumprimento dos princípios, fundamentos e objetivos estabelecidos pela Constituição Federal, que se dirige a todos e todas, como um ou uma da cidadania, não pela escolha religiosa, pelo gênero, pela origem social ou pelo que seja. Todas e todos livres e iguais em dignidade e direitos, aprendendo a partir da escola pública a exercer sua autonomia, com todas as responsabilidades daí decorrentes.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Caminho para a injustiça&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, se coloca de forma crucial o tema da liberdade de consciência, de crença e de culto, protegida pela Constituição Brasileira em seu Artigo 5º, que estabelece que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos (...)", como também no seu Artigo 19. Porque a escola pública não pode permitir ou praticar qualquer tipo de discriminação em seu interior, que fira o Artigo 5º e que também leve à violação do princípio da isonomia entre os cidadãos e cidadãs, como estabelecido no Artigo 19, "III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer qualquer escolha de tipo religioso na escola pública é estabelecer condições para o desenvolvimento do preconceito e da discriminação, pelas diferenças religiosas que, enquanto operam na sociedade, ali encontram seu equacionamento. Se o Estado interfere, entretanto, implanta-se a injustiça. Uma escolha religiosa pela escola pública, seus dirigentes ou docentes estabelece também as bases do solapamento da autoestima de grupos inteiros de estudantes, que, ao se sentirem preteridos frente à sinalização do Estado de que um grupo religioso é mais estimado do que os demais, constrangidos e humilhados poderão se retirar da cena pública, ao invés de aprender a lidar com ela, como na escola devem aprender. Ao mesmo tempo, se a escola faz uma escolha em termos de símbolos religiosos que expõe em seu recinto, pelas paredes e nichos, redobram-se esses problemas, sendo um tipo de violência simbólica, de consequências imprevisíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implantação da República trouxe a laicidade do Estado e, de forma consequente, de todos os estabelecimentos de ensino público. A retomada do ensino religioso nas escolas públicas, sintomaticamente, se fez por Getúlio Vargas, para ganhar o apoio da Igreja Católica para sua ditadura. Mas a laicidade, em si, veio depois de quase 400 anos de presença católica como religião oficial de Estado, durante a Colônia e o Império. Nesse sentido, convém lembrar que a conquista do Brasil se fez sob a bandeira da Contra-Reforma, ou seja, da reação católica ao surgimento das então novas igrejas protestantes, sendo os jesuítas os responsáveis pelas escolas públicas no Brasil, como em Portugal, Espanha e colônias, em um processo de aliança política e econômica entre o rei e o Vaticano. Frequentemente esse passado, no qual se praticou genocídio contra os povos indígenas que aqui viviam e que se apoiou na escravização de africanos, é mencionado com orgulho, como a justificar a presente busca de privilégios pela religião hegemônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria fortuito o fato de o constituinte haver posicionado, como diferentes parágrafos de um mesmo o artigo, tanto o dispositivo que define, de forma ambígua, o tema do ensino religioso em escolas públicas (Artigo 210, § 1º - "O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental."), quanto a inovadora, embora tardia, proteção presente no Artigo 210 § 2º, que assegura às comunidades indígenas "a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para onde vamos, caberia ainda perguntar? O fato é que a cidadania assistiu, pasma, à aprovação, pelo Congresso Nacional, de um acordo assinado com a Santa Sé, pelo governo federal em novembro de 2008, no Vaticano. Foi aprovado com algum debate na Câmara dos Deputados, e em prazo recorde no Senado. Apresentado como acordo bilateral, internacional, que contornaria, na interpretação de seus defensores, a proibição da Constituição Federal, no já mencionado Artigo 19. Não apenas não contorna, como é inconstitucional e demonstra um tipo de aliança entre o Executivo e setores do Legislativo e uma determinada denominação religiosa que indica um perigoso retrocesso no Brasil. Portugal e Espanha, por exemplo, vêm travando histórico processo para se desfazer de concordatas (o nome técnico desse tipo de acordo) assinadas por Salazar e Franco. Como a Alemanha tem a marca de uma concordata assinada por Hitler, e a Itália, por Mussolini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas escolas, o mais grave, embora indicado como ressalva, pelo Relator da Comissão de Educação, em um primeiro parecer, do qual recuou, após pressão em plenário, o artigo 11 desse acordo é inconstitucional e contra o que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei&amp;nbsp; 9.394/96), pois torna obrigatório o "ensino religioso católico" em todas as escolas. Ou seja, independentemente do caráter facultativo para o aluno, as escolas passam a ter de oferecer esse ensino católico, e que o acordo complementa "e de outras confissões religiosas", passando por cima da Constituição e da LDB, que em seu Artigo 33 estabelece a proibição do proselitismo ao regulamentar o parágrafo 1º do artigo 210 (antes citado), e define que "os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, é difícil a resposta à pergunta "para onde vamos". Porque a situação atual, se o presidente Lula homologar esse acordo inconstitucional, imporá ao país uma convivência com um documento bilateral, internacional, sobrepondo-se à lei complementar à Constituição, que é a LDB, e à própria Constituição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Roseli Fischmann&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da USP e da Faculdade de Humanidades e Direito da Universidade Metodista de São Paulo. Perita da Coalizão Internacional Unesco de Cidades contra o Racismo e a Discriminação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-416395678244849322?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/416395678244849322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=416395678244849322' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/416395678244849322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/416395678244849322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/12/tem-coisa-mais-na-contra-mao-do-que.html' title='tem coisa mais na contra mão do que isso? rs'/><author><name>cibele</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6438165119693411246</id><published>2009-08-05T07:53:00.002-05:00</published><updated>2010-08-21T15:02:50.942-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros Recomendados/Resenhados'/><title type='text'>Minhas impressões sobre o Pagan Christianity</title><content type='html'>Olá!&lt;br /&gt;Fazendo jus ao voto de confiança dos moderadores, já estava na hora de eu postar alguma coisa aqui, né? Haha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, gostaria de compartilhar um post que escrevi no meu blog no clássico sistema ctrl+C, ctrl+V rs:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Bem, vamos ao que interessa: a coisa terrivelmente importante que aconteceu dessa vez [para entender o contexto, &lt;a href="http://www.fredsontorres.blogspot.com"&gt;visite meu blog&lt;/a&gt;] foi a leitura de um livro, por indicação do Gabriel, um veterano geano, chamado Pagan Christianity, escrito por Frank Viola e George Barna. Pra vocês terem uma noção do drama, o cara me trouxe o livro dos Estados Unidos (hoje, o livro está disponível em português) e eu demorei 6 meses para lê-lo. Há algumas semanas atrás um rapaz que já havia lido o livro me viu com ele e me disse em tom de brincadeira: “Cuidado com esse livro! É perigoso! Quando você terminar de lê-lo você vai sair da igreja”. Eu repliquei: “Perigoso nada, até que é levinho”. Até então eu tinha lido 1/3 do livro. Os outros 2/3 eu li nas ultimas duas semanas. Eu mal sabia o quanto eu estava enganado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, sensacionalismos à parte, o Frank Viola é um dos caras mais influentes no movimento das “house churches”, tendo nos últimos 20 anos se reunido com várias delas nos EUA. Ele é nacionalmente reconhecido como uma das grandes vozes quando se trata de novas tendências para a igreja e realiza conferências sobre aprofundamento na vida cristã. Escreveu vários livros revolucionários sobre uma restauração radical da igreja. O George Barna é o presidente da Good News Holdings, uma empresa de multimídia em LA, produzindo filmes e programas para a TV. Ele é também fundador e diretor do Barna Group que é uma empresa de pesquisa voltada aos cristãos, para fins estatísticos e de direcionamento de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia central do livro é a seguinte: os cristãos em geral costumam estufar o peito e dizer que fazem tudo de acordo com a Bíblia, tintim por tintim. Contudo, essas práticas atuais diferem muito das práticas da igreja primitiva. E qual não é a surpresa ao descobrir que o prédio da igreja, a ordem do culto de adoração (liturgia), o sermão, o pastor, as roupas "de ir no culto", os ministros de música, o dízimo e o salário pastoral, as formas atuais do batismo e da santa ceia e a educação cristã tem todos raízes pagãs, sem nenhuma relação com o modelo neotestamentário! Isso vai totalmente contra aquela idéia de que fazemos tudo “de acordo com a Bíblia”. Segundo os autores, é esse o motivo de grande parte dos problemas básicos que enfrentamos como igreja na nossa experiência religiosa (haha esse termo é bem útil, Gabriel) atual, independente da denominação cristã a que se pertença. Ainda mais, essas práticas entram EM CONFLITO com a receita original da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por aí já dá pra você prever porque o rapaz lá em cima me falou que esse livro é perigoso, rs. Bem, se tudo fosse conjectura isso não seria problema. Acontece que a idéia dos caras não foi logo de início refutar o sistema atual, mas procurar as raízes das práticas atuais. E qual não foi a surpresa ao constatar a controversa origem de cada um desses itens que eu citei. Eles fizeram uma extensa pesquisa bibliográfica para analisar cada um desses pontos (no mínimo uns 30% em área do livro é nota de rodapé. Em fonte tamanho 8. &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vocês imaginem o quanto de referências o livro tem&lt;/span&gt;.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fiz um resumo do livro (bem meia boca) se você for preguiçoso/a e não quiser lê-lo. Apenas para você ter uma noção geral. O livro referencia todas as afirmações que faz, dando a base histórica e sua fonte. Vocês podem conferir o resumo no &lt;a href="http://fredsontorres.blogspot.com/2009/07/resumo-do-pagan-christianity.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;. Eu os encorajo a ler o &lt;a href="http://www.4shared.com/file/40218266/dc11fa06/Cristianismo_Pago_-_Frank_A_Viola.html?s=1"&gt;livro inteiro&lt;/a&gt;. Será um tempo investido em algo valioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha primeira conclusão lógica foi a seguinte: ora, nesse contexto todo você tem duas opções. Ou eu parto do pressuposto de que a origem de uma prática determina sua natureza (Fulano não pode ser bom, olha de onde ele veio; bateria na igreja não é bom porque sua origem vem dos cafundós dos macumbeiros etc), ou eu avalio a natureza dessa prática por outros parâmetros (vejo os "frutos" do Fulano; vejo a atual função da bateria e suas implicações, etc): ou eu falo que uma prática é ruim por ser pagã ou eu avalio se ela é ruim por outros parâmetros. Eu achava que o livro iria atacar as práticas e justificar o ataque a elas pela sua origem pagã. Mas, de fato, eles demonstraram como essas práticas são danosas simplesmente por serem conflituosas com a forma como a igreja original funcionava (invenção de Deus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu, estufa-se o peito para falar que a Reforma de Saúde é urgente e necessária pois afinal, Deus conhece o nosso maquinário, e sabe a melhor forma dele funcionar (e ainda assim há controvérsias). Raios, porque não há tanta preocupação assim em relação a como o Corpo de Cristo deveria funcionar? Até quando irá se transgredir o mandamento de Deus em função da tradição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, isso não quer dizer que Deus não trabalhe nas instituições, apesar do status quo. Apesar disso, esses estudos não deixam de me causar um certo amargor. Como ir às reuniões da igreja sabendo disso sem sentir desaprovação, e pensar que tudo poderia ser diferente, melhor? Mais triste ainda é notar que vários problemas que são enfrentados na igreja hoje seriam totalmente ausentes caso não ocorressem várias dessas práticas desnecessárias. Quanto esforço é gastado nesses problemas "criados", energia que poderia ser usada em relacionamentos, ajuda a outros, amor genuíno! Quanto desperdício!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, há aí também uma oportunidade de desenvolver algo totalmente novo. Mas como é difícil mudar!&lt;br /&gt;Eu acredito que Deus não permita que certas informações cheguem a nós por caso, e nenhum sentimento surja sem propósito (mesmo que seja o de mostrar que todo tempo estávamos errados, por vezes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro me ofereceu um senso de libertação. Muito tempo antes de ler seu livro eu já sentia que a minha experiência religiosa, nos moldes em que sempre aconteceram, limitaram a minha visão de como Deus pode atuar. Deus não é apenas um conceito, uma filosofia, uma idéia que a gente coloca dentro da cabeça e pronto. Deus está vivo! E como está vivo, não está parado. Que grande erro é pensar que não há muito mais a se estudar, a se conhecer, a se experimentar! (Pode parecer bobagem, mas é algo muito importante, principalmente quando se nasce e cresce no meio institucional, no qual todos "deduzem" que aquilo já é "natural" pra você). &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No momento sou forçado a refletir, como naquela música do Leonardo Gonçalves: "Agora é o momento em que tenho que decidir/Se ao Deus verdadeiro ou à imagem que dEle criei quero servir". Não faz sentido que aquilo a que chamamos "experiência com Deus" seja algo estático, apenas um conjunto de doutrinas como costumeiramente é tratada. E, querendo ou não, quando se fala que se "tem a verdade" (postura muito comum, principalmente entre os adv), é fácil cair no típico conformismo laodiceano. O capítulo sobre Educação Cristã foi muito útil em elucidar as origens do ensino formal e estático das escrituras de hoje. Não é de se admirar que conforme o tempo passe, teias de aranha se instalem nos estudos bíblicos que passam a sofrer de anacronismo. Me parece claro que esse problema não ocorreria se a transmissão de conhecimento se desse de forma dinâmica e experimental. O essencial seria propagado e posto em prática. Não daria para negar sua eficácia. As coisas não seriam pensadas em termos de "refutável" e "não refutável". E seriam altamente relevantes. Como Jesus já disse: "Com isto todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês amarem uns aos outros" João 13:35. Quer necessidade maior do que essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que uma home church é a solução? Não sei. Muitas home churches dão errado também, assim como muitas igrejas primitivas deram errado.&lt;br /&gt;Será que sair da igreja institucionalizada é uma solução? Também não vejo como isso pode ser construtivo. (Afinal, uma analogia que meu pai usa muito é a de que "a igreja é um hospital". Logo, se enxergamos problemas, no mínimo é nosso dever solucioná-los. É uma ótima e válida motivação. É aí que se precisa ser um idealista...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, sou obrigado a me colocar nas mãos de Deus e apostar na sinceridade das pessoas, do mesmo jeito que Ele faz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Deus não nos fez apenas para sermos resgatados, mas para viver uma vida junto dEle com o máximo com o que ela tem a oferecer! (vulgo abundância)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento estou cansado. Cansado das mesmas coisas, cansado de ruminar uma velha esperança. Cansado de apoiar convicções de vida sobre uma cartilha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ao pensarmos que, com Deus, já estamos vivendo a Eternidade, tudo ganha outra perspectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, mais do que nunca, "é preciso saber viver..."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6438165119693411246?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6438165119693411246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6438165119693411246' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6438165119693411246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6438165119693411246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/08/minhas-impressoes-sobre-o-pagan.html' title='Minhas impressões sobre o Pagan Christianity'/><author><name>Fred Torres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10675290271772108818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_o76FQE2_6yk/R56h9Hg8r1I/AAAAAAAAAAo/vXMFTSxcCeA/S220/avatar1sem.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3068946188526721836</id><published>2009-08-02T22:31:00.005-05:00</published><updated>2010-08-21T15:09:57.376-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Explorando evangelismo</title><content type='html'>Lendo recentemente o novo livro do Dallas Willard, &lt;a href="http://www.amazon.com/Knowing-Christ-Today-Spiritual-Knowledge/dp/0060882441/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1249272938&amp;amp;sr=8-1"&gt;&lt;i&gt;Knowing Christ Today --- why we can trust spiritual knowledge&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; (espero fazer uma resenha dele um dia desses), deparei-me com uma interessante discussão sobre o conhecimento de Cristo, e o pluralismo e a exclusividade. A pergunta central da análise é algo do tipo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;É arrogante e destituido de amor pensar que você está correto e outros estão errados sobre as questões mais fundamentais da existência humana?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matutando sobre esta questão percebí que ela se coloca no cruzamento central da gerras geradas por motivos religiosos, da multidão de denominações na religião cristã, e mesmo dos cismas dentro da própria igreja adventista. O que me preocupa mais ainda é que evangelismo necessariamente implica exclusivimo. Nesse contexto gostaria de propor, no velho estilo do GEA-USP, uma troca de idéias sobre o que é, e o que deve ser de fato &lt;b&gt;evangelismo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei como vocês se sentem, mas sinto que esta seja uma palavra carregada, que evocam  reações conflitantes no íntimo de muitos, tal qual a expressão "reforma de saúde", por exemplo. Arriscaria dizer que as reações  variam e provavelmente distinguem os quentes (primeiro amor) dos mornos (laodiceanos) e frios (cínicos) dentro da igreja. Porém, queira ou não, este é um tema central para a experiência religiosa, para justificar a existência de organizações e denominações, e, claro, para explicar a &lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt;, o que quer que este nome represente. O que vocês conseguem ver sobre o tema do seu lado da rua?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3068946188526721836?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3068946188526721836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3068946188526721836' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3068946188526721836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3068946188526721836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/08/explorando-evangelismo.html' title='Explorando evangelismo'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1015128537857496119</id><published>2009-07-25T22:32:00.005-05:00</published><updated>2010-08-21T15:09:57.377-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Smile</title><content type='html'>Eu que inventei esse blog, abandonei a criança no meio da rua lá por meados de Dezembro. Estou voltando para reclamar a paternidade e dar umas vitaminas para o rebento. Neste interim, umas boas voltas na montanha russa (que é minha vida) me trouxeram de volta para a contra mão. Com o carro estancado no contra fluxo me pergunto: qual é a última?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Jackson morreu. O Rei do Pop. Quanto tempo vai levar para desconfiados de plantão detectarem a fraude? Não estaria ele agora em Barhein, consciente e vivo desfrutanto docemente do influxo de caixa promovido pelo golpe e finalmente livre de ter seus passos perseguidos por fãns, familia e inescrupulosos ou qualquer combinação dos tres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante que a morte do Rei dos Judeus também foi suspeita de fraude. Só que no caso dele, ao contrário de Elvis e outros ídolos, ninguém negou sua morte. Com tal convulsão em Jerusalém naquele longínquo ano 30, seria impossível negá-la. Não surpreende o fato de que os discípulos a caminho de Emaús estavam estuperfatos de que seu companheiro de jornada parecia ignorante aos últimos acontecimentos. Nem mesmo seus mais ardentes inimigos seriam capazes de negá-la---a morte de Jesus é um fato histórico. Assim, trataram de articular e espalhar a teoria do corpo roubado. Uma das fortes evidências de que o corpo de fato não fora roubado foi o cuidado que tiveram em garantir a segurança da tumba do Cristo morto (&lt;a href="http://www.biblegateway.com/passage/?search=mat%2027:62-66&amp;amp;version=25"&gt;Mat.27:62-66&lt;/a&gt;). Eles não calcularam que seu proceder astuto acabaria por dar muito mais credibilidade à teoria do Cristo vivo, ressurreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Cristo vivo vale mais do que um ídolo morto. Guardada as devidas proporções, imagino que a morte de Jesus deve ter trazido uma comoção tal qual a manifestada globalmente pela morte do Rei do Pop. A semelhança, porém, durou somente até o terceiro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Smile... You'll see the sun come shining through." &lt;/i&gt; If you belive him, just smile!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1015128537857496119?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1015128537857496119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1015128537857496119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1015128537857496119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1015128537857496119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/07/smile.html' title='Smile'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-702211950505171220</id><published>2009-07-25T09:56:00.001-05:00</published><updated>2009-07-25T09:58:22.232-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunidade'/><title type='text'>A igreja é....</title><content type='html'>Simples, lúdico, porém mais do que verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nWSyZUUL4Wc&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nWSyZUUL4Wc&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus abençoe a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-702211950505171220?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/702211950505171220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=702211950505171220' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/702211950505171220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/702211950505171220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/07/igreja-e.html' title='A igreja é....'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2238465464523291411</id><published>2009-06-25T17:32:00.002-05:00</published><updated>2009-06-25T19:00:27.102-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='distorção do evangelho'/><title type='text'>Necessidade presente</title><content type='html'>Numa segunda-feira recente estive participando de uma reunião do GEA, sentado ao sereno de uma fria noite paulistana, na Praça do Relógio na Cidade Universitária da USP. Estávamos ali umas 12 pessoas, em roda no chão, conversando sobre um assunto exposto por 2 dos geanos presentes. Confesso que revivi um passado que me dá muita saudade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim deste papo, surgiu um assunto cuja motivação já vem há algum tempo cutucando os geanos atuais: criar a igreja do GEA. Há muitos anos eu ouço falar nisto, mas esta foi a primeira vez onde eu vi (talvez tenha acontecido antes, com outros grupos, e eu não estive presente) este assunto sendo levantado seriamente.&lt;br /&gt;Interessante foi perceber que a motivação para uma igreja geana, apesar de parecer óbvia, não estava muito clara ou coesa no grupo. Alguns diziam que faltava uma igreja na região da Cidade Universitária, outros que precisavam evangelizar os universitários da USP, outros queriam um lugar mais fixo ou confortável para se reunirem (tava frio pra caramba nessa noite) ...&lt;br /&gt;Uma das grandes questões apresentadas nesta discussão foi: como é que se forma uma igreja? O Francisco (pai de um dos geanos presente) nos contou como, em 2 experiências anteriores vividas por ele, foi o processo de organizar o grupo fundador, encontrar um local, levantar fundos para construção, enfrentar situações complicadas com a comunidade local, etc., até que enfim a igreja estava construída e as pessoas freqüentando. Foi interessante perceber que estas experiências estavam fortemente focadas em atender às necessidades das comunidades locais. Uma luta muito difícil, sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então fiquei me perguntando:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Para que queremos, como geanos, estabelecer uma igreja?"&lt;/blockquote&gt;Até o próprio conceito "igreja" estava meio confuso na cabeça da moçada: igreja prédio, igreja comunidade, igreja organização... e por aí vai. Tinha de tudo na discussão, e claro que, como estes conceitos não são naturalmente explícitos, estava difícil chegar num consenso que conduzisse a uma convergência nos interesses e ações propostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me lembrou uma sessão de Discipulado V que tivemos na &lt;a href="http://www.novasemente.org/"&gt;Nova Semente&lt;/a&gt; há pouco mais de um ano atrás. Estávamos discutindo comunidade e igreja com um grupo de umas 20 pessoas, e eu pedi a todos que respondessem uma pergunta, que escreverei a seguir, porém que guardassem a primeira resposta que viesse a cabeça, sem muitos esclarecimentos, sem pensar muito, mas só a primeira resposta, para no fim discutirmos a respeito. Eis a pergunta:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Preciso ser membro de uma igreja para ser salvo?"&lt;/blockquote&gt;Depois da pergunta, cada um guardou para si a sua resposta intuitiva, e continuamos com a discussão planejada para aquela manhã. No fim da discussão eu retomei a questão, perguntando quais foram as respostas obtidas daquela questão no início da nossa sessão de Discipulado V. O interessante desta questão não é a resposta em si, mas as premissas intuitivamente assumidas para chegar a uma ou a outra resposta. Me explico: obviamente - e provavelmente semelhante à sua resposta, meu leitor - a grande maioria optou pela resposta negativa, e foi apresentada uma série de razões para isso:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;"Minha salvação não depende de um livro de membros de uma igreja."&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Quem concede a salvação é Deus, e não uma religião."&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Esta é uma questão que só depende de Deus e de mim, e não de uma instituição humana."&lt;/li&gt;&lt;li&gt;... entre outras tantas...&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Para minha surpresa, e dos demais presentes, um amigo que há poucos meses havia se decidido por Deus publicamente, e já servia com amor exemplar à comunidade, disse em alto e bom tom:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"A minha resposta é SIM!"&lt;/blockquote&gt;Sem demora, todos quase que gritando ficaram perguntando que como isso era possível, e como ele poderia dizer tal coisa, e por aí vai... claro que pediram a ele que se explicasse para que pudéssemos, por mais louco que parecesse, entender as razões dele para tal afirmação. Foi nesse momento que ouvi a lição para a qual eu não estava preparado, para a qual eu não tinha mais nada a dizer... Ele disse:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Claro que é sim... Turma, se não fosse por vocês, eu não estaria aqui!!"&lt;/blockquote&gt;Foi aí que caiu a ficha, e que todos tivemos a oportunidade de perceber que o nosso conceito intuitivo de igreja estava mais do que torcido... que o seu conceito original já não mais estava vivo entre nós, presente como uma chama viva que aquece só em lembrar dela. Para este amigo, a resposta era diferente somente porque seu conceito de igreja era diferente, e claro que ele não estaria ali conosco se não o tivéssemos acolhido, abraçado, amado antes de qualquer coisa. Será que conseguiremos resgatar esta visão de igreja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à nossa reunião na Praça do Relógio, após contar sobre este evento do Discipulado, ficamos discutindo sobre este assunto, de como "criar uma igreja" não tem nada a ver com prédio, lugar para se reunir, estilo de adoração, doutrina ou mesmo com quem apresentará as mensagens. Igreja, meus queridos, tem a ver com gente, pessoas, almas... tem a ver com o que há de mais precioso para o coração de Deus, pois Ele entregou o próprio Filho para isso. E nós, muitas vezes, colocamos nossas forças e intelecto em tantas outras coisas, e ficamos chamando isso de igreja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, claro que esta discussão no GEA ainda tem pra dar muito pano pra manga, mas estou feliz em saber que este sentimento, esta necessidade por uma experiência mais relevante com Deus está se tornando mais real e presente, a ponto de levantar iniciativas como esta. Que Deus os abençoe, e muito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2238465464523291411?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2238465464523291411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2238465464523291411' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2238465464523291411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2238465464523291411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/06/necessidade-presente.html' title='Necessidade presente'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2519604484256759357</id><published>2009-04-30T07:55:00.004-05:00</published><updated>2009-04-30T08:55:13.313-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Mankind is no Island</title><content type='html'>Queridos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei este vídeo entre as minhas navegações diárias e pensei em compartilhá-lo com vocês, caso ainda não o tenham visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZrDxe9gK8Gk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZrDxe9gK8Gk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei imaginando qual seria a influência que esta consideração voltada aos menos favorecidos faria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que realmente eu aprendería a amar ao próximo conforme Mat 22:39? Ou faria isto somente para me sentir melhor em relação a mim mesmo? Isto soa um pouco cínico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que eu estaria cumprindo a vontade do nosso Deus em agir assim? Ou estaria somente encontrando uma forma piedosa de parecer cumprir a vontade dEle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprenderia a prestar atenção ao meu próximo (neste sentido, próximo é alguém que está por perto), ou ainda seria mais fácil abordar um desconhecido por não ter nenhum vínculo ou histórico que me denuncie ou me faça sentir desconfortável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paizinho, me ajuda discernir meu coração e saber qual a minha motivação em tudo isso... talvez somente assim eu consiga sentir Você de perto, pra valer...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2519604484256759357?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2519604484256759357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2519604484256759357' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2519604484256759357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2519604484256759357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/04/mankind-is-no-island.html' title='Mankind is no Island'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5821523171715266092</id><published>2009-02-17T22:20:00.016-05:00</published><updated>2010-08-21T15:09:57.378-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Por que ser adventista?</title><content type='html'>Esta é a primeira pergunta de um livro escrito pelo Dr. George Knight que acabei de ler. O livro, &lt;a href="http://www.amazon.com/Apocalyptic-Vision-Neutering-Adventism/dp/0828023859/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1234936943&amp;amp;sr=1-1"&gt;&lt;i&gt;The Apocalyptic Vision and the Neutering of Adventism&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, foi lançado recentemente pela Review and Herald e é considerado pelo próprio autor como o mais importante de sua carreira. Sendo um admirador do estilo e conteúdo dos livros do George Knight, mal pude esperar para por as mãos no livro e começar a leitura, especialmente com a motivação de estar lendo seu mais importante livro. Não fui decepcionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_qb5i5K--8hg/SZuo6SgKGJI/AAAAAAAAAAk/eFSvVCz6Wng/s1600-h/neutering.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 139px; height: 211px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_qb5i5K--8hg/SZuo6SgKGJI/AAAAAAAAAAk/eFSvVCz6Wng/s320/neutering.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304018705511487634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Klebert/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Klebert/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;O estilo controvertido e incisivo de George Knight pode ser notado já no título. Para quem não sabe, a palavra &lt;i&gt;neutering&lt;/i&gt; em inglês significa &lt;i&gt;castração&lt;/i&gt;, ou &lt;i&gt;esterilização&lt;/i&gt; e é normalmente aplicada a animais domésticos. Ele continua neste livro com suas tiradas irônicas e debochadas do adventista conservador e rabujento alvo de duras reprimendas em publicações anteriores. Porém, volve a sua mira também para o adventista moderno e 'sofisticado', que já não mais se identifica com as raízes proféticas do movimento, e para quem o pequeno livro dirige a maioria de suas mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro capítulo, Knight contextualiza sem preâmbulos o tema, expondo a questão da relevância do adventismo no século XXI. Em sua opinião, a abordagem politicamente correta do evangelho, que evita o tema apocalíptico e a sua herança histórica, em companhia do que ele chama de "pregação bestial", ou seja, obsecada com simbolismos apocalípticos, estão "castrando" o adventismo contemporâneo tornando-o literalmente improdutivo, o que pode ser visto no baixíssimo número de novos conversos nos países desenvolvidos. Ele defende que uma pregação balanceada da mensagem do Cordeiro-Leão da tribo de Judá, o autor e figura central do Apocalipse, pode tornar o adventismo produtivo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro deste contexto, Knight embarca em uma breve, mas excelente revisão histórica do adventismo e suas raízes proféticas. Sua análise indica  que o principal problema do Adventismo--o fato de que Jesus ainda não voltou--trás consigo uma gama de dificuldades para quem tem pregado por quase dois séculos a &lt;i&gt;breve&lt;/i&gt; volta de Jesus. Defendendo uma visão global do Apocalipse ao invés de uma apresentação minuciosa dos simbolos proféticos, George Knight admite que seu maior problema com o apocalipse não está na interpretação historicista, nem no princípio dia-ano, nem nos temas do grande conflito, do remanecente ou mesmo da purificação do santuário, mas no ensino Adventista tradicional do Juízo Investigativo, onde conceitos não bíblicos de pecado e perfeição tem levado a um sentimendo de medo, temor e insegurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsequente à apresentação da sua visão global, George Knight ataca o que ele chama de "pensamento linear", defendido por adventistas que advogam a impossibilidade de um término abrupto para a história humana. Baseando-se em exemplos históricos tais como 11 de setembro ou a ascenção de Hitler, ele defende que a mensagem apocalíptica da  queda de babilônia em "uma hora" é mais do que plausível, é presente, e mais do que nunca &lt;i&gt;relevante&lt;/i&gt;. Neste contexto, o Apocalipse apresenta não somente o inescapável fim de todas as coisas, mas a única solução definitiva para os problemas da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão evangélica da prática da justiça social em detrimento da mensagem escatológica defendida por uma crescente parcela de adventistas contemporâneos é tratada no contexto das narrativas proféticas dos evangelhos. Em sua abordagem, Knight aponta que Jesus não fez o foco do seu ministério a "justiça social", apesar de praticá-la e não negar a importância da mesma. Porém, o tema da justiça social está conjugado aos eventos escatológicos na parábola das ovelhas e dos bodes em Mateus 25:31-46, onde a prática da religião verdadeira está associada à guarda do segundo grande mandamento. Sendo assim, alimentar os pobres e cuidar dos doentes é de fato um aspecto fundamental do panorama profético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George Knight conclui propondo um renovação da mensagem apocalíptica para &lt;i&gt;Jesus nossa única esperança&lt;/i&gt;, que pode restaurar a 'virilidade' da mensagem adventista e a razão de ser adventista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao concluir a leitura, fiquei matutando no paralelo entre o tema final do livro e o slogan de campanha do atual presidente Obama: &lt;b&gt;HOPE&lt;/b&gt;. Será que nós adventistas poderíamos nos tornar relevantes retornando ao Apocalipse sem cair na tentação de propagar um alarmismo vazio e barato? Talvez a resposta esteja em outro slogan da campanha: &lt;b&gt;Yes, we can!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5821523171715266092?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5821523171715266092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5821523171715266092' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5821523171715266092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5821523171715266092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/02/por-que-ser-adventista.html' title='Por que ser adventista?'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qb5i5K--8hg/SZuo6SgKGJI/AAAAAAAAAAk/eFSvVCz6Wng/s72-c/neutering.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6186682485739277872</id><published>2009-02-14T21:19:00.007-05:00</published><updated>2009-02-15T06:50:37.979-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><title type='text'>Sistema de consumo</title><content type='html'>Olá amigos,&lt;br /&gt;Este sábado tive a feliz experiência de acompanhar nosso amigo Marcão em sua classe da ES. Como foi bacana ver em alguns que ali estavam a expressão, nas palavras compartilhadas, de uma busca por uma religião mais genuína e relevante à nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando mais sobre este assunto, lembrei-me de &lt;a href="http://www.baciadasalmas.com/2008/confissoes-de-um-ex-dependente-de-igreja/"&gt;um post &lt;/a&gt;que encontrei há meses atrás num blog, cujo autor chamado Paulo Brabo eu desconheço completamente, e cujas palavras me fizeram refletir mais recentemente sobre a minha relação com a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;igreja institucionalizada&lt;/span&gt;, e também agregam um pouco mais de pimenta às discussões que temos tido aqui.&lt;br /&gt;Tomo a liberdade de transcrever abaixo um trecho que me pareceu central  à sua &lt;a href="http://www.baciadasalmas.com/2008/confissoes-de-um-ex-dependente-de-igreja/"&gt;ácida discussão&lt;/a&gt;, cuja leitura completa eu mais do que recomendo. Aliás, creio que uma análise crítica sobre &lt;a href="http://www.baciadasalmas.com/2008/confissoes-de-um-ex-dependente-de-igreja/"&gt;o post&lt;/a&gt; aqui citado pode por uma boa dose de reflexões e discussão neste nosso contexto.&lt;br /&gt;Bem, aí vai o trecho e o post está nos links dos parágrafos acima:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"As pessoas que consomem igreja não têm em geral qualquer consciência de que estão se dobrando a um sistema de consumo, mas as evidências estão ali para quem quiser ver. A igreja não é um lugar a que se vai ou um grupo de pessoas que se abraça, mas uma marca que se veste, um produto que se consome continuamente. Tudo de bom que costumamos dizer sobre a igreja reflete, secretamente, essa nossa obsessão com o consumo – “o louvor foi uma benção”, “o sermão foi profundo”, “o coro cantou com perfeição”, “a palavra atingiu os corações”, “Deus falou comigo”. Em outra palavras, tudo que temos a dizer sobre a experiência da igreja são &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;slogans&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. Na qualidade de consumidores, o que fazemos é retroalimentar nossa dependência, promovendo continuamente nosso produto na esperança de angariar mais consumidores e portanto mais legitimação." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Paulo Brabo&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;O que acharam de suas idéias?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6186682485739277872?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6186682485739277872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6186682485739277872' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6186682485739277872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6186682485739277872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/02/sistema-de-consumo.html' title='Sistema de consumo'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5948540240340825662</id><published>2009-01-23T10:04:00.003-05:00</published><updated>2010-08-21T15:10:58.402-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Obama e a religião</title><content type='html'>Este excerto de um discurso de Obama sobre fundamentalismo religioso vai na linha do que discutimos brevemente há algum tempo, a pretexto da emenda sobre casamento gay na California. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: meus aplausos à visão geral externada pelo presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x_mrShEK6EQ&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/x_mrShEK6EQ&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5948540240340825662?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5948540240340825662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5948540240340825662' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5948540240340825662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5948540240340825662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/obama-e-religio.html' title='Obama e a religião'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1246600546514584308</id><published>2009-01-09T23:41:00.005-05:00</published><updated>2009-01-10T00:19:10.611-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lilian'/><title type='text'>Contextos sócio-culturais</title><content type='html'>(nossa, que título chato, mas não consigo pensar em nada mais original...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, isto que vou escrever aqui em resposta ao meu amigo Gabriel e seu &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/o-que-interessa-o-fim-no-o-meio.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt; é apenas a minha opinião e também fruto de algumas conversas com o Klebert não fruto de leituras extensas ou profundas análises, viu? Então, lá vai o post que &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/o-que-interessa-o-fim-no-o-meio.html?showComment=1231562340000#c1701489528635049197"&gt;começou comentário&lt;/a&gt; e virou post.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Este lance da "salvação pessoal" reflete a influência do contexto sócio-cultural e da "visão de mundo" na qual os teólogos e as pessoas que organizam igrejas estão/estavam inseridos. No caso da nossa denominação e do protestantismo moderno, é o contexto sócio cultural protestante norte-americano, que sempre valorizou a individualidade e o esforço pessoal de cada pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natural então que conforme a visão de mundo mude na era "pós moderna" (a passada seria chamada "moderna" e a os métodos de proselitismo do protestantismo moderno, até os anos 90 ainda, são calcados num raciocínio lógico "moderno" e na ênfase na salvação pessoal) comecemos a questionar o que veio antes, não somente baseado num desejo sincero de ir mais fundo, de questionar as normas pré-estabelecidas, mas também, buscando conciliar nossa nova visão de mundo (adquirida praticamente por osmose, por apenas existirmos e vivermos nesta época da história) à nossa crença religiosa. Hoje a ênfase é na comunidade, no grupo, preocupamo-nos mais com a igualdade social, com a autenticidade do que fazemos. E eu não quero questionar os autores que você está lendo, estou apenas tentando olhar o contexto histórico, “the big picture.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sinceridade, eu acho impossível conseguir realmente voltar às origens, recapturar exatamente aquilo que seria o “puro evangelho,” a essência da jornada cristã. Mesmo naquela época, as pessoas, os escritos, estavam calcados numa realidade, num contexto sócio cultural que aparece claramente nas escrituras. Não temos problemas em analisar certos textos bíblicos como pertinentes apenas para a sociedade judaica da época, mas às vezes não conseguimos olhar para as nossas próprias doutrinas e práticas como fruto de um condicionamento (inconsciente) cultural e ideológico apenas (OK, agora parece que estou falando a mesma coisa que você, mas o ponto em que quero chegar é outro). O que e u quero dizer é que mesmo estes questionamentos (válidos, eu creio) com o qual você está envolvido, são parte do contexto sócio-cultural pós moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do Klebert, o &lt;a href="http://www.empoweredlivingministries.org/OurMission.asp"&gt;Jim Hornberger&lt;/a&gt; (escritor de &lt;a href="http://www.cpb.com.br/mostra.asp?codigoproduto=7829&amp;amp;grp=1#inicio"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fuga para Deus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; dentre outros), com a sua ênfase em ouvirmos a voz de Deus, é a pessoa que chega mais perto (na sua experiência e seus escritos) de uma resposta a esta pergunta do Gabriel: “Quais motivações seriam legítimas para conduzir nossa busca por respostas que tornem nossa vida cristã mais real e autêntica?” Eu ainda não tenho uma opinião formada. Eu me preocupo um pouco com o isolamento da experiência do Jim, mas talvez fosse isto que ele e sua família precisassem e cada um de nós deve buscar o seu próprio caminho. Mas nesse ponto eu concordo com o Gabriel – porque é que este caminho tenha sempre que ser “individual?” Ou, no máximo, uma família, casal e filhos, isolada, buscando a Deus? Como seres gregários que somos, uns mais do que outros (e nós amigos creio que fazemos parte da categoria de “muito gregários”), sempre acho desencorajador ter que enfrentar esta “jornada cristã” isoladamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí vem outros questionamentos bem pós modernos dos quais o “grande” &lt;a href="http://www.brianmclaren.net/"&gt;Brian McLaren&lt;/a&gt; (cuja leitura eu iria sugerir para o Gabriel, pois acho que o ajudaria) tem sido porta voz (e em menor escala, ainda que com mais popularidade, o famoso mega-pastor Rick Warren também tem entrado nesta linha também). Resumindo bem: como podemos nos dizer cristãos e esquecermo-nos dos milhões de pessoas ao redor do mundo que sofrem em pobreza extrema, falta de água, falta de comida, etc. (notem que este é um “chamado” que faz mais sentido aqui nos EUA). A motivação neste caso não é “levar a salvação” para  estas pessoas, é procurar resolver os problemas delas e também do planeta terra (preocupação ecológica, algo com o qual o cristianismo “mainstream” em geral, particularlmente aqui nos States não tem  demonstrado a mínima preocupação – um assunto que me preocupa há anos e que eu levei à discussão no GEA-USP nos idos de 1992). Este e outros argumentos formam a base do livro mais recente do Brian &lt;a href="http://www.brianmclaren.net/archives/books/brians-books/everything-must-change.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Everything Must Change&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Vou ser sincera com você, este é um tipo de “movimento” com o qual eu me sentiria confortável em estar envolvida em todos os níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, eu me preocupo, amigo (e esta é a parte do meu comentário perdido que é mais difícil recapturar, mas vou tentar) com as suas inquietações porque elas tem lhe levado a de certa forma a isolar-se, ou alienar-se, de pessoas que pensam diferente na sua ânsia de buscar profundas mudanças que eu concordo que são necessárias e importantes, mas não necessariamente possíveis (a curto prazo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode me achar acomodada, mas, depois de deixar sem olhar para traz o grupo brasileiro, agora estamos convivendo com um grupo de americanos mais do que “tradicionais.” E, por estranho que possa parecer, tem sido gostoso conhecer estar pessoas, conviver com elas, mesmo sabendo que temos pouquíssimas coisas em comum e que talvez discordemos radicalmente de suas visões teológicas (na época da eleição foi surreal, eu me sentia um E.T. no meu desejo fremente de que o Obama ganhasse, algo que eu nunca comentei com ninguém ali).  E eu sinto-me em paz no momento. Não tenho ambições de mudar nada e ninguém. Claro... o vazio está lá às vezes, mas pelo menos estou tentando buscar a coerência primeiramente na minha vida pessoal e estou totalmente desencanada quanto à instituição. Não tenho a mínima esperança que a mesma mude e que venha a tornar-se significativa na minha vida. As lutas internas (vejam que intessante este grupo no facebook que esta buscando fazer um movimento visando a desegregação da igreja adventista – a única instituição segregada racialmente nos EUA)  as politicagens, etc, vão sempre ofuscar o que um dia foi uma mensagem fremente, um movimento entusiasmado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, eu  não sei direito o que dizer sobre sua ânsia de voltar às origens. As várias origens (da igreja cristã, do protestantismo, do movimento ADV, etc.) foram influenciadas por vários aspectos complexos, é difícil isolar certos elementos e dizer que neles está “a pureza” do movimento. Desculpe-me se estou ficando um tanto “cínica,” acho que é o peso da idade :-D. De qualquer forma, eu acho que concordo com você que o “sonho original” de Deus é bem diferente do que as várias teologias cristãs tem pregado. E também creio que Deus seja flexível, no sentido que ele trabalha conosco do jeito que somos, por isso ele nos deu liberdade de escolha pra começar. Mas este já é um outro assunto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, então é isso aí, como dizem em inglês, eu partilhei a minha opinião, meus “two cents.” Ajudou alguma coisa? Espero que não tenha atrapalhado! ;-) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1246600546514584308?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1246600546514584308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1246600546514584308' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1246600546514584308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1246600546514584308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/contextos-scio-culturais.html' title='Contextos sócio-culturais'/><author><name>Lilian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16238259763350552681</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1116624670033858321</id><published>2009-01-05T21:30:00.013-05:00</published><updated>2009-03-06T19:46:00.337-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='salvação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corpo de Cristo'/><title type='text'>De volta ao sonho original</title><content type='html'>Num destes encontros de fim de ano, num jantar poucos dias antes do Natal, estive conversando com um velho amigo sobre a experiência religiosa que herdamos... ele ainda freqüenta a mesma igreja que freqüentei na minha infância. Sendo ele membro atuante e um dos anciãos da igreja, me fez um comentário durante nossa conversa que me fez refletir:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Gabriel, você deveria estudar menos a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ecclesiology"&gt;eclesiologia &lt;/a&gt;e mais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soteriologia"&gt;soteriologia&lt;/a&gt;..."&lt;/blockquote&gt;Fiquei pensando: "Será que estou 'desperdiçando' meu tempo ao insistir em tentar compreender o que Deus espera de cada um de nós como membros do Corpo de Cristo? Será que estarei dando mais importância a esta questão do que a outros aspectos ainda mais importantes do meu relacionamento com Deus? Será que já esgotei a paciência daqueles com quem tenho compartilhado esta minha inquietude?"... provavelmente esta última questão seja a mais verdadeira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seria mais simples voltar e se conformar com a tão esgarçada realidade sobre a qual crescemos e desenvolvemos nossa vida religiosa, criando racionalizações que justifiquem nossa posição na velha corrente que ainda hoje conduz congregações que freqüentamos ou costumávamos freqüentar. Não quero dizer com isto que está tudo errado, não. Tenho certeza que Deus usou, usa e continuará usando estes instrumentos para alcançar e atender a milhares de pessoas que encontram nestas congregações as respostas para seus vazios... porém, infelizmente, já não tenho mais encontrado ali respostas para os meus...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdoem-me se faço perguntas demais... gosto delas não pelas respostas que elas podem proporcionar, mas pelas reflexões que elas estimulam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então te pergunto, meu amigo(a) leitor(a) deste post:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quais questões fundamentais nos ajudariam a refletir sobre onde devemos focar nossos esforços, nesta busca por uma experiência &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mais relevante &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;com Deus?&lt;br /&gt;Seria no estudo da salvação, como sugerido por este amigo, o caminho para um encontro com Deus?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Considerando sobre a soteriologia, percebi que este foi um dos assuntos, se não o assunto mais estudado durante praticamente toda a minha vida cristã. Acredito que para muitos de nós tenha sido da mesma forma. Lembro-me de quando estudamos diferentes doutrinas bíblicas, das mais variadas, de um modo ou de outro sempre tínhamos aplicações ou conclusões que nos levavam a este ponto: a salvação humana. Esta deve ser a razão pela qual um dia escolhemos seguir a Jesus, e começamos a trilhar este longo e estreito caminho, na esperança de uma vida futura. A salvação é o fim (o objetivo) deste caminho, e praticamente toda nossa experiência cristã gira em torno deste fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que Deus criou o homem precisando de salvação? Não, claro que não. É óbvia a resposta... Mas se o homem não foi criado precisando de salvação, então para que fim foi criado? Qual foi o objetivo de Deus ao nos criar, e hoje sermos seres racionais, de livre arbítrio, diferentes, complexos, volúveis, teimosos, ansiosos, indiferentes, felizes, deprimidos, cheios e carentes? Para que foi então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não é possível comparar as razões de Deus com as humanas, mas me atrevo a fazer uma analogia com os meses em que Deise e eu estávamos planejando ter o nosso primeiro filho. Depois de 3 anos de casamento, era quase impossível não ficar olhando que bochechas encontraríamos nos carrinhos de bebês que passeavam pela rua. Na primeira oportunidade que tínhamos, pegávamos no colo os bebês de amigos que íamos visitar ou vinham à nossa casa. Ficávamos imaginando como seria o crescimento do nosso filho no primeiro ano, qual o nome dele, o que ensinaríamos a ele, quais experiências sensoriais proporcionaríamos a ele que o estimulariam e o fariam feliz... era uma ansiedade incontida junto de um medo reprimido o que sentimos durante aqueles 9 meses de espera, até que Felipe chegou. E depois deste dia, tem sido uma nova descoberta a cada dia... Digam-me, quem de vocês, dos que já ansiaram e tiveram filhos, não se sentiram assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das conclusões que tiro desta analogia é que Deus nos criou para Ele próprio. Bem, esta conclusão não é originalmente minha (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/cl/1"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Col 1:16&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), mas acho que ela expressa algo bem mais profundo ao que normalmente não damos a devida atenção: quando lemos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"para Ele"&lt;/span&gt;, acredito que seja para suprir essa ansiedade que Deus teve antes de nossa própria criação, não somente na criação da raça humana, mas nossa pessoal mesmo, assim como a ansiedade de nossos pais por nós. Isto me lembra uma conversa, à mesa da cozinha, na casa da Dna. Helena, num sábado à noite, com mais 2 ou 3 de nós e Deus participando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima cena desta história é que Deise e eu deixamos de ser um casal apenas, e a partir daquele dia passamos a ser... isso, uma família! Agora temos mais alguém para nós mesmos! Por nós mesmos! Agora somos uma família!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à minha última pergunta... não seria esta a intenção de Deus ao ter nos criado? Não seria este o objetivo dEle? O de ter uma família dEle? À sua imagem e semelhança (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/1"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gen 1:26,27&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), para alegria, glória e regozijo dEle? Eu realmente acredito que foi por isso que viemos a existir, assim como Felipe também veio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, onde entra isto tudo no contexto deste texto? Meu ponto é que se o fim da criação do homem por Deus foi o de ter uma família (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/21"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Apoc 21:3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), a salvação é um meio, somente um meio para este fim. Por favor, não me entendam mal. Não quero aqui menosprezar um plano divino, mas sim colocá-lo na perspectiva correta: a salvação é um plano B, um desvio, uma correção de rumo, é somente um pequeno trecho, fora do imenso caminho que Deus um dia traçou para nós, que nos traz de volta. Um caminho que começou na semana da criação, num sonho divino de sermos Sua família, sonhado para durar a eternidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a salvação é importante, mas ela não é o fim em si mesma, não é o objetivo primordial como tem sido ensinado e pregado pela maioria das religiões cristãs que eu tenho ouvido. Não há dúvida que, em nossa atual condição, precisamos dela para voltarmos ao plano original, mas a nossa prática religiosa tem dado muito mais ênfase ao plano B do que ao plano original. Estamos tão preocupados com o meio, que não damos a devida importância ao fim. Interessante foi, e acredito que não por coincidência, encontrar justamente esta mesma reflexão numa ilustração no último capítulo (7) que até aqui li num &lt;a href="http://www.reimaginingchurch.org/reviews.htm"&gt;livro&lt;/a&gt; que estou devorando bem devagar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma pergunta:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quais motivações seriam legítimas para conduzir nossa busca por respostas que tornem nossa vida cristã mais real e autêntica?&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Quando falamos de salvação, a motivação trazida à tona é a do nosso próprio benefício, um prêmio como se este pudesse ser merecido, cujo processo para alcançá-lo somente depende de nós mesmos, individualmente e exclusivamente... afinal de contas, "a salvação é pessoal"! Onde na Bíblia estão escritas estas palavras? Seria esta visão egocêntrica do plano da salvação fruto do individualismo que hoje mais do que reina em nossa sociedade e cultura ocidental? A de sermos um conjunto de indivíduos desconexos, cujos laços são irrelevantes para o objetivo almejado? Será que é isso que a Bíblia chama de Corpo de Cristo (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/cl/1"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Col 1:18-20&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é assim que estaremos "preparados" para quando Jesus voltar, e alcançarmos nossa almejada salvação, todo nosso "preparo" não vai servir para mais nada além daquele momento de resgate, pois não saberemos conviver com o que virá em seguida . O "preparo" que temos recebido e pregado até aqui, geralmente se concentra somente na salvação individual, em como percorrer o trecho de desvio, o plano B, e não fazemos a menor idéia de quanto nos falta o "preparo" para trilharmos o caminho do plano primeiro de Deus, no sonho original, o de sermos a família dEle, o Corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, para isto, também temos que nos "preparar", não somente para o trecho de desvio mas para todo o caminho, para o objetivo divino, para a razão pela qual fomos criados, fazendo do Reino de Deus uma realidade concreta e imediata. Começando aqui, entre nós... fazendo do plano original de Deus, um grupo de pessoas a quem ele chama de Seus (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/2cr/7"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;II Cro 7:14&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), uma prática real, constante, relevante e feliz na nossa vida, reconstruindo em nós aquilo que Jesus um dia chamou de Minha Igreja (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/16"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mat 16:18&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1116624670033858321?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1116624670033858321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1116624670033858321' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1116624670033858321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1116624670033858321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/o-que-interessa-o-fim-no-o-meio.html' title='De volta ao sonho original'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-262443739481253076</id><published>2009-01-04T20:36:00.002-05:00</published><updated>2009-01-04T20:53:17.728-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lilian'/><title type='text'>Feliz Ano Novo?</title><content type='html'>Apesar do ponto de interrogação acima, eu desejo que 2009 seja um ano feliz e, felizmente, cada ano que passa em minha vida tem sido sempre feliz, em geral mais ainda que o anterior. A dúvida vem da situação complicada em que o mundo se encontra no limiar deste novo ano, particularmente no país onde resido no momento. Mas as coisas materiais não devem nos preocupar, não é mesmo? O que mais importa é a certeza de que não pertencemos a esta terra, que estamos aqui transitoriamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria, acima de tudo, de começar o ano "de pé direito," escrevendo neste blog, procurando me comunicar com vocês meus amigos, já que poucos me acompanham no &lt;a href="http://mamaintranslation.blogspot.com/"&gt;meu blog&lt;/a&gt; em inglês. É estranho que eu criei este blog nos idos de 2007, uau!! -- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;precisamente dois anos atrás, dia 4 de janeiro de 2007&lt;/span&gt;!!! -- e apenas escrevi três postagens até hoje, que triste, não? Neste ínterim, eu escrevi 475 posts no meu outro blog, mas nenhum deles é na minha língua materna, e talvez apenas um ou dois tratem de assuntos que discutimos aqui. Então, quero começar a escrever mais por aqui. Voltarei em breve então, e quero terminar dizendo novamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Feliz Ano Novo!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-262443739481253076?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/262443739481253076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=262443739481253076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/262443739481253076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/262443739481253076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2009/01/feliz-ano-novo.html' title='Feliz Ano Novo?'/><author><name>Lilian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16238259763350552681</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1622066026216334503</id><published>2008-12-12T06:08:00.001-05:00</published><updated>2009-01-04T20:34:48.151-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>"Como entrar no Reino em dois dias"</title><content type='html'>Um fato que o leitor da Bíblia logo descobre é que ela é impiedosa na hora de dizer quem ele é. Não precisa chegar lá em Romanos e ler que “todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus” (3:23), logo nos primeiros capítulos de Gênesis fica bem claro o tipo de sujeitos que nós, como pertencentes da raça humana, somos. Mas o leitor da Bíblia consegue continuar a leitura e então descobre um outro fato: a Bíblia também carrega nas tintas na hora de descrever o tipo de pessoas que nós podemos ser. Vencedores, impolutos, justos, amorosos, benignos, fiéis, corajosos, compassivos, misericordiosos, cheios de paz e serenidade e movidos a esperança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, o leitor da Bíblia logo descobre que há algo que ele é e algo radicalmente diferente no que ele deve se tornar. Há um abismo aparentemente intransponível entre um momento e outro. A distância é grande demais! Muitos desanimam e deixam pra lá, se conformando com alguns ajustezinhos exteriores (estilo de vida, vestuário, etc). Mas há alguns outros que querem realmente saber como sair do momento A para o momento B, aquele no qual ele se torna o que Deus sonhou para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a idéia tradicionalmente pregada por aí a respeito do programa “como se tornar um cidadão do reino de Deus” envolve, basicamente, começar a freqüentar uma igreja, aonde, com alguma sorte, ele vai ser encorajado a ler alguns versos da Bíblia por dia, a orar antes das refeições e/ou antes de dormir e a prestar atenção no que um líder espiritual vai falar durante trinta ou quarenta minutos uma vez por semana. Isso, mais a participação em alguns sacramentos (que variam de igreja para igreja), seria o programa completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria esse o caminho? Bem, voltemos a nossa condição de leitores da Bíblia e aí vamos ser forçados a identificar nas biografias de praticamente todos os grandes homens ali mencionados um período em que o contato com Deus foi intenso – e não de apenas uns curtos momentos diários. Moisés passou 40 anos no deserto, Paulo passou 3 anos na Arábia, Jonas passou 3 dias no ventre de um peixe, José teve seu período decisivo enquanto era levado como escravo até o Egito. O próprio Jesus passou 40 dias no deserto e Seus discípulos, 50 dias reunidos “e perseveravam unânimes em oração” (Atos 1:14). Isso evidencia que o tempo varia de um para outro, mas o padrão é repetido vezes demais para ser negligenciado. Em suma, a conclusão é: precisamos de um período de intenso contato com Deus. Precisamos de um tempo de “deserto”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dallas Willard usa uma ilustração do fato que vale a pena repetir: postar-se abaixo de um chuveiro que deixa cair um pingo a cada 5 minutos, ainda que durante horas ou dias inteiros, não vai fazer você tomar banho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça seus planos. Projete seu tempo de deserto. Um final de semana, um feriado. Um lugar sem televisão, sem muita gente, de preferência sem ninguém que você conhece. Tenha por companhia uma Bíblia, um hinário, talvez um bom livro. Mas o vital é não ter um programa cheio. Você precisa de tempo, muito tempo livre. E o mais importante: você precisa de sede e fome de conhecer a Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou então, contente-se com as gotas esparsas que você tem permitido caírem sobre você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1622066026216334503?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1622066026216334503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1622066026216334503' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1622066026216334503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1622066026216334503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/12/como-entrar-no-reino-em-dois-dias.html' title='&quot;Como entrar no Reino em dois dias&quot;'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-996158203614358441</id><published>2008-12-05T23:35:00.002-05:00</published><updated>2009-01-04T20:35:12.262-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Em retrospecto, uma palavra de gratidão.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Um dia a jornada vai chegar ao fim. Se alcançarmos a vitória poderemos olhar para trás e ver que a batalha foi travada e ganha pelo nosso amigo Jesus. Veremos quantas vezes caímos distraídos, cansados ou enganados. Veremos sua serena e constante paciência tomando-nos pela mão, atando as feridas e oferecendo-nos encorajamento. Veremos como vencemos pequenas lutas diárias apenas invocando o Seu poderoso Nome. Veremos quantas vezes legiões de anjos ofereceram um escudo impenetrável contra o ódio do inimigo e suas tentativas assassinas contra a nossa vida. Veremos como titubeamos, mas prosseguimos sendo relembrados a manter nossos olhos concentrados em nosso amado salvador. Veremos com que cuidado e carinho ele nos levou nos braços enquanto atravessamos delirantes de dor, tristeza, revolta e medo o monstruoso vale da morte. Veremos como ele se alegrou, cantou, sorriu e dançou conosco quando celebramos os nossos sucessos. O nosso coração não vai se conter de gratidão! A eternidade será curta demais para expressarmos a genuína e profunda gratidão pelo nosso amorável amigo, salvador e redentor. Nossas palavras serão tacanhas. Nossas tentativas serão vãns para dizer o quanto amamos a Jesus e o quanto somos agradecidos a Ele por nossa vitória. Mas ele sabe tudo. Ele sabe até que não temos palavras! O nosso cântico e o nosso olhar vai traduzir tudo! O abraço apertado de boas vindas nos fará esquecer o passado, e nos fará lembrar do futuro brilhante que teremos pela frente.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-996158203614358441?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/996158203614358441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=996158203614358441' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/996158203614358441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/996158203614358441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/12/em-retrospecto-uma-palavra-de-gratido.html' title='Em retrospecto, uma palavra de gratidão.'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1434140926360561185</id><published>2008-11-24T01:09:00.002-05:00</published><updated>2009-01-04T20:35:12.262-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Sua opinião sobre a proposição num. 8</title><content type='html'>As eleições na Califórnia neste ano incluíram não só os candidatos a presidência, mas também uma controvertida proposição número 8, ondes os Californianos votaram &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.protectmarriage.com/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;numa emenda constitucional no estado para incluir a declaração de que "somente o casamento entre um homem e uma mulher é válido ou reconhecido na Califórnia." A passagem da emenda invalidou os até então válidos casamentos de casais homosexuais na Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de adventistas auto-denominados &lt;i&gt;Adventists Against Proposition 8&lt;/i&gt; se posicionou contra a proposição 8, e ativamente procuraram persuadir irmãs e irmãos da mesma fé (e outras fés também) a votarem contra. O  movimento foi uma reação ao apoio público do &lt;i&gt;Seventh-day Adventist Church State Council&lt;/i&gt;, que é o departamento de liberdade religiosa da União do Pacífico, em favor da proposição 8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto: &lt;b&gt;qual é a sua opinião sobre esta proposição, e sobre o ativismo dos crentes adventistas californianos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver interesse em ler a &lt;a href="http://progressiveadventism.com/2008/10/26/california-proposition-8/"&gt;cronologia do ativismo&lt;/a&gt; estará mais informado para publicar sua  opinião. ("disclaimer": o autor da cronologia tomou partido em um dos lados do ativismo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1434140926360561185?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1434140926360561185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1434140926360561185' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1434140926360561185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1434140926360561185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/11/sua-opinio-sobre-proposio-num-8.html' title='Sua opinião sobre a proposição num. 8'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-858317997112997761</id><published>2008-11-24T00:24:00.009-05:00</published><updated>2009-01-04T20:35:12.263-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Antes que novembro acabe...</title><content type='html'>... E com ele o mundo, que desde o meu último post, de 13 maio, já mudou bastante, deixem-me dizer algumas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novembro não acabou ainda, mas o mundo como existia em maio sim. De lá para cá o barril do petróleo, e consigo o preço da gasolina no Estados Unidos, foi simultaneamente na extratosfera e no abismo. A economia, e seus índices, tiveram uma das mais dramáticas e espetaculares quedas já testemunhadas. Não que ninguém tivesse previsto o rompimento da bolha, mas que ninguém de fato previu a escala global do problema e a incapacidade dos especialistas em concordar sobre uma solução, que dirá engendrar uma solução. A mais longa e mais cara campanha eleitoral já testemunhada no EUA chegou ao fim, com incríveis incidentes e contornos, e um final inegavelmente histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mudanças tão dramáticas e imprevisíveis acontecendo em espaço de tempo tão curto, como podemos sequer manter a sanidade e o senso de continuidade? Talvez nossos sentidos já estejam entorpecidos pela velocidade natural do mundo pós-moderno saturado de blackberries, instant messengers, celulares, comunicação global, internet, etc, que nem nos admiramos mais  do passo em que as mudanças ocorrem. Talvez nos falte mesmo tempo para refletir no meio do frenezi ou simplesmente uma referência a um mundo lento, evoluindo em eras geológicas. Que conversa então seria essa de insanidade ou preocupação com continuidade, poderia alguém perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes que novembro acabe, e chegue o mês das festas e o clima de fim de ano, de tempo de retrospectiva, de receber o ano novo com novas resoluções e planos, antes que novembro acabe, reflito nas palavras pertencentes ao inconsciente coletivo adventista: &lt;i&gt;os últimos acontecimentos serão rápidos&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seriam estes os últimos acontecimentos? Com certeza serão, antes das celebrações do primeiro advento no ano que em breve termina. Mas bem que poderíam ser últimos antes das celebrações do segundo advento em um mundo que em breve termina, não acham?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-858317997112997761?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/858317997112997761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=858317997112997761' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/858317997112997761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/858317997112997761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/11/antes-que-novembro-acabe.html' title='Antes que novembro acabe...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7268568272858147901</id><published>2008-11-02T19:09:00.001-05:00</published><updated>2009-01-04T20:34:48.152-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Marketing</title><content type='html'>A máxima refrescância. Prazer em dobro. Surpreenda os seus sentidos. Experimenta! Uma aventura de tirar o fôlego. Adrenalina total. Você merece. Sofisticação ao seu alcance. Para poucos. Você merece. Você merece. Você precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mensagens que nos embalam (no sentido de embalagem mesmo) dizem que precisamos experimentar sensações-limites, devemos viver intensamente, devemos ter êxtases sensoriais cada vez maiores, sob pena de não estarmos "vivendo". O que ontem nos surpreendeu, hoje é corriqueiro, precisamos de uma dose maior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho que fiquemos assustados quando os adolescentes submetidos a esse discurso desde bebês se lancem nas drogas. Eles "precisam" viver, "precisam" sentir emoções fortes, "precisam" tirar os pés do mundo ordinário! Caso contrário, terão apenas existido, e a vida é pra ser vivida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não "precisamos" apenas experimentar, sentir, viver; "precisamos" ostentar. Um carro não serve mais apenas para nos deslocar por aí. O comercial mostra o sujeito orgulhoso de sua nova aquisição deixando a garagem entreaberta ou cortando a cerca viva de sua casa para que quem passa por fora possa ver aonde ele chegou, possa ver que, a julgar pelo objeto de luxo que ele adquiriu, "ele chegou lá". Ele não é qualquer um, ele não é condicionado pelo mundo ordinário. Um celular faz tempo que não serve mais apenas para comunicação e uma televisão para assistir programas de péssima qualidade. Eles "precisam" ter o máximo de funções agregadas, porque são objetos de exposição e porque "precisamos" do máximo conforto, da máxima conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo gira graças ao combustível desse monte de necessidades artificiais. É para consumir que nos esfalfamos, porque o consumo nos permite viver as sensações que nós acreditamos que precisamos viver para continuar existindo e porque ele nos permite alcançar aceitação em uma coletividade ou destaque dentro dela. E, se o consumo não&lt;br /&gt;basta, nós nos consumimos a nós mesmos, e o caso das drogas citado aí acima é só um exemplo. Sexo, pornografia, poder, sucesso, manipulação, trabalho excessivo, são todas formas de auto-consumo, tentativa vã de entregar à vida algum sentido ou propósito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se fosse antevendo esse estado de coisas que Paulo suplicou: "não vos conformeis a este mundo, mas transformai- vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis [isso sim vale a pena "experimentar" ] qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2). Não conformar-se, amigo, significa não consentir em entrar na mesma fôrma. Viver é muito mais do que dizem por aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7268568272858147901?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7268568272858147901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7268568272858147901' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7268568272858147901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7268568272858147901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/11/marketing.html' title='Marketing'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5506494284068460970</id><published>2008-10-31T14:33:00.002-05:00</published><updated>2009-01-04T20:34:48.152-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Marketing</title><content type='html'>A máxima refrescância. Prazer em dobro. Surpreenda os seus sentidos. Experimenta! Uma aventura de tirar o fôlego. Adrenalina total. Você merece. Sofisticação ao seu alcance. Para poucos. Você merece. Você merece. Você precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mensagens que nos embalam (no sentido de embalagem mesmo) dizem que precisamos experimentar sensações-limites, devemos viver intensamente, devemos ter êxtases sensoriais cada vez maiores, sob pena de não estarmos "vivendo". O que ontem nos surpreendeu, hoje é corriqueiro, precisamos de uma dose maior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho que fiquemos assustados quando os adolescentes submetidos a esse discurso desde bebês se lancem nas drogas. Eles "precisam" viver, "precisam" sentir emoções fortes, "precisam" tirar os pés do mundo ordinário! Caso contrário, terão apenas existido, e a vida é pra ser vivida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não "precisamos" apenas experimentar, sentir, viver; "precisamos" ostentar. Um carro não serve mais apenas para nos deslocar por aí. O comercial mostra o sujeito orgulhoso de sua nova aquisição deixando a garagem entreaberta ou cortando a cerca viva de sua casa para que quem passa por fora possa ver aonde ele chegou, possa ver que, a julgar pelo objeto de luxo que ele adquiriu, "ele chegou lá". Ele não é&lt;br /&gt;qualquer um, ele não é condicionado pelo mundo ordinário. Um celular faz tempo que não serve mais apenas para comunicação e uma televisão para assistir programas de péssima qualidade. Eles "precisam" ter o máximo de funções agregadas, porque são objetos de exposição e porque "precisamos" do máximo conforto, da máxima conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo gira graças ao combustível desse monte de necessidades artificiais. É para consumir que nos esfalfamos, porque o consumo nos permite viver as sensações que nós acreditamos que precisamos viver para continuar existindo e porque ele nos permite alcançar aceitação em uma coletividade ou destaque dentro dela. E, se o consumo não&lt;br /&gt;basta, nós nos consumimos a nós mesmos, e o caso das drogas citado aí acima é só um exemplo. Sexo, pornografia, poder, sucesso, manipulação, trabalho excessivo, são todas formas de auto-consumo, tentativa vã de entregar à vida algum sentido ou propósito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se fosse antevendo esse estado de coisas que Paulo suplicou: "não vos conformeis a este mundo, mas transformai- vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis [isso sim vale a pena "experimentar" ] qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2). Não conformar-se, amigo, significa não consentir em entrar na mesma fôrma. Viver é muito mais do que dizem por aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5506494284068460970?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5506494284068460970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5506494284068460970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5506494284068460970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5506494284068460970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/10/marketing.html' title='Marketing'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7094639876010538788</id><published>2008-10-29T12:44:00.001-05:00</published><updated>2009-01-04T20:35:33.725-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;The XXX Church&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi lendo uma Rolling Stone que descobri a existência da &lt;a href="http://xxxchurch.com/"&gt;"Igreja Cristã Pornô". &lt;/a&gt; Também comecei a ler com os cabelos em pé. Que raio de coisa é essa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja lá. Aparentemente é uma igreja cristã tradicional, só que seus membros usam camisetas com os dizeres "Jesus loves porn stars", de visual modernoso. A iniciativa visa manter um diálogo com profissionais do sexo e pessoas com problemas nessa área, sem julgamentos nem condenações, só isso. Só o que Jesus faria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existe uma espécie de "filial brasileira". a &lt;a href="http://sexxxchurch.com/"&gt;Sexxxchurch&lt;/a&gt; visita a rua Augusta na madrugada de sexta pra sábado, faz mobilizações na Praça da Sé pela conscientização contra a pornografia infantil, mantém grupos de apoio a viciados em pornografia e coisas do gênero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7094639876010538788?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7094639876010538788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7094639876010538788' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7094639876010538788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7094639876010538788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/10/xxx-church-foi-lendo-uma-rolling-stone.html' title=''/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1532502902969999614</id><published>2008-09-19T07:32:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:14:46.420-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cibele'/><title type='text'>Isso era um comentário mas ficou muito grande... rs</title><content type='html'>Gente, vocês não imaginam o quanto essas discussões têm me ajudado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou conseguindo elaborar tão bem o que penso ainda, porque as coisas ainda estão bem confusas na minha cabeça, mas ao mesmo tempo eu sinto uma convicção muito grande que estamos caminhando em direção à essência - e que na verdade essa caminhada vai perdurar por toda a vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Sobre vocês e o blog&lt;br /&gt;Vocês e mais alguns poucos amigos têm sido a minha melhor referência de igreja atualmente, e isso é maravilhoso, considerando as distâncias e os diferentes "graus de amizade" que temos! Sim, isso é igreja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Os efeitos&lt;br /&gt;Refletir dessa forma sobre o que creio, por que creio, a existência de Deus, o papel da igreja e as formas de religião, no mínimo me faz viver toda e qualquer experiência religiosa, individual ou coletiva - seja na igreja, no meu quarto, num restaurante com amigos ou na casa deles, no trabalho ou num parque com desconhecidos - de forma mais honesta, pura, sincera e verdadeira. Estou me despindo cada vez mais dos preconceitos (e são tantooooossss!!), me colocando mais ao lado das pessoas, respeitando suas diferentes experiências, falando das minhas próprias experiências muito mais despretensiosamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque tenho a impressão de que a única coisa que inegavelmente temos em comum é a busca. A forma como buscamos e como lidamos com o que encontramos é totalmente individual e intransferível! Porque depende de como cada um pensa, percebe e interpreta. De quanto cada um se entrega à experiência. De quanto cada um é honesto consigo mesmo (o que me parece um pré-requisito para ser honesto com as outras pessoas e com Deus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evangelizar pra mim é um verbo que mudou de significado! Não consigo mais acreditar em evangelismo como me foi ensinado. Ninguém evangeliza ninguém! A gente busca a Deus, aprende a viver como Jesus e a conviver com as pessoas tendo a postura que Ele tinha e só! Qualquer coisa que acontece com quem estiver por perto de nós será uma experiência da pessoa com Deus! A gente só se torna alguém ou um grupo de pessoas com quem é gostoso partilhar sem ser julgado e sem julgar, todos conscientes de que ninguém tem todas as respostas - e dessa forma aptos a sermos usados por Deus como bênçãos a outros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - O que me incomoda&lt;br /&gt;Recentemente, andei me incomodando um bocado com o fato de que as minhas maiores convicções são empíricas. Porque eu percebo a atuação de Deus na minha vida, claramente. Eu percebo Ele se preocupando com as minhas dúvidas, respondendo pontualmente cada uma delas (ainda que seja me dando mais informação para processar e me deixando mais confusa, mas não fugindo do assunto). Eu percebo que Ele atua na minha mente e no meu coração. Me vejo agindo em algumas situações, naturalmente, de forma totalmente diferente do que tem sido natural para mim desde que me conheço por gente. Estou sendo transformada na essência. Sei que não é minha própria capacidade, é Ele. Percebo Sua atuação na comunidade apesar de todos (e são muitos) os problemas que enfrentamos como organização. Como pode isso acontecer? Pessoas se encontrando, sendo transformadas. É totalmente empírico, mas é incontestável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; E por falar em comunidade, igreja, que é o grande tema do qual estamos tratando aqui, estou tendendo ao que o Osmar levantou: paradoxalmente, a questão é muito mais individual do que coletiva. A idéia é ser um conjunto de indivíduos em busca e constante transformação - e por isso mesmo capazes de ouvir sem julgamento, dispostos a compreenderem e suprirem as necessidades mútuas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao tema, comecei a perceber que as experiências de todos, até dos melhores argumentadores entre meus amigos, no fim das contas também são empíricas. Algumas das suas "razões" para não crer, é porque estão "testando" algo, testando não crer. E não negam que percebem a existência de algo que nos transcende e buscam respostas (voltando à estaca zero).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - O que atrapalha&lt;br /&gt;Essa semana, estava conversando com uma amiga sobre como as pessoas criam sua própria religião, seu conjunto de crenças e tentam vender e até impor a outros. Porque adquirimos um pouquinho de conhecimento e entendemos que precisamos disseminá-lo, nos tornamos pessoas desrespeitosas e inconvenientes, sob a bandeira de "bem-intencionadas". E quando nos é conveniente, nos contradizemos fazendo concessões. Racionalizamos "desculpas esfarrapadas" com "embasamento bíblico" e ficamos "equilibrando pratinhos" para justificar-nos. Com isso, tornamo-nos completamente incoerentes e péssimos representantes de Cristo! Imagino Jesus se contorcendo ao ver pessoas tentando pregar sobre Ele mas agindo dessa forma completamente oposta ao Seu caráter!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Aqui vai realmente o comentário&lt;br /&gt;E aqui chego à questão que o Osmar comentou sobre suprir as necessidades das pessoas. O que falta é interessar-nos mesmo por fazer a obra que Jesus fazia, ser como Ele. "Ir" pode ser simplesmente ficar quando alguém é abandonado por todos por causa de suas idéias e questionamentos. Pode ser abrir mão de algumas horas de sono para ouvir alguém que precisa desabafar. Pode ser dividir comida, casa, oportunidade de trabalho. Pode ser apenas passar tempo ao lado de um parente doente, um idoso, uma criança sem lar. Pode ser perdoar e continuar tolerando aquela pessoa que te irrita sempre da mesma forma pela "trocentésima" vez, e continuar agindo com respeito e amor com ela... e fazer isso entendendo que é exatamente isso que todos precisamos - e é o que Deus faz conosco!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1532502902969999614?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1532502902969999614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1532502902969999614' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1532502902969999614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1532502902969999614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/09/isso-era-um-comentrio-mas-ficou-muito.html' title='Isso era um comentário mas ficou muito grande... rs'/><author><name>cibele</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1123686665393064216</id><published>2008-09-06T14:43:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:14:52.924-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>IDE = Vá até as pessoas ou Venham à mim?</title><content type='html'>Olá Pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou observando a discussão interessante aí que está rolando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho sensações estranhas sobre os grilhões que parecem nos prender a pre-conceitos. Parece claro que buscamos novas formas de agregações religiosas, ou mesmo que seja, redescobrir a roda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente passei um sábado muito agradável com o Gabriel e outros amigos, mas também me pareceu que não estamos muito prontos para não estar em um ambiente com paredes e um cara estranho falando lá da frente, dizendo-nos o que fazer o que não fazer, sendo que ele nem nos conhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquei esse título do post porque essa idéia me parece também meio contraditória, ou uma história incompleta. Confesso que esse insight também não está claro na minha mente, mas vou tentar expor o que tenho pensado sobre. Vai que alguém dá uma luz aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Jesus ordena o IDE, Ele realmente nos mandava ir? Nem sempre Ele foi. Várias vezes vieram a Ele. Ahhh, outra coisa, Jesus utilizou todas as ferramentas possíveis de evangelismo? Não há mais nenhuma forma que possa ser diferente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que pergunto tudo isso? Lendo as coisas do blog, parece que vejo a gente tentando misturar tudo ao mesmo tempo, não que esteja errado, mas parece que queremos padronizar soluções. Queremos montar nossa vida pessoal, profissional, religiosa, financeira tudo no mesmo saco. Vocês acham que é por aí? Bom, mas aí vão falar, você não pode separar essas coisas, você tem de ter religião na sua vida pessoal, sua vida profissional é recheada da sua vida pessoal e mais a sua ética que vem atrelada à sua religião. E é claro, tudo acaba sendo misturado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acabo vendo disso tudo é que buscamos, a partir de ambientes diferentes, situações diferentes, culturas e padrões diferentes tentar achar algo comum para nossas reuniões religiosas e aplicações do famoso IDE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que esse modelo que está aí da nossa religião (instituição) já não nos atende mais, mas será que não seria o caso de cada um de nós ver que a solução é ainda mais personalizada que imaginamos? Ou seja, a forma que penso para mim num interior e sem filhos pode não ser a mesma para o Gabriel, cosmopolita, com filhos, e nem para o Klébert estrangeiro. Pode ser que para um de nós, o IDE signifique vá, e procure pessoas, faça o marketing que Jesus algumas vezes se utilizou mandando os curados contarem o que tinha ocorrido a eles. Para outros de nós, pode ser que o IDE signifique seja uma âncora segura para quem procurar você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou aprendendo essas personalizações de acordo com as necessidades pessoais das pessoas que tenho contato. Sempre tivemos a pretensão de massificar as pessoas que procuram Jesus. Então a igreja faz séries de conferência e dá um caderninho básico com as crenças que a massa tem de ter. Mas sempre acontece que não é isso que as pessoas procuram. As pessoas procuram outras pessoas. As pessoas procuram Jesus, por diferentes formas. Hoje, procuro entender as necessidades e aí eu estudo para poder suprir essas necessidades. Claro eu gosto muito de estudar sobre o santuário, e por isso, eu sempre achei que essa era a maior necessidade de conhecimento das pessoas. E não é. Santuário e coisas afins são a minha necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que atender essas pessoas nas suas necessidades é que fará nossa igreja. Isso será nossa igreja. Como o Klébert citou e estamos carecas de saber é que a Dona Branca já dizia que um cara do Reino já nasce missionário. Penso que sempre tivemos a concepção errada sobre isso. Estou atualmente entendendo que esse ser missionário envolve o atendimento às necessidades das pessoas. Assim como Jesus atendia às necessidades reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, nessa semana comecei a pensar que cada um de nós vai descobrir a melhor forma de ser a sua igreja. De agregar a essa igreja seus mais próximos e estimular que cada um também faça isso, mas como serão pessoas diferentes, serão formas diferentes, atendendo a necessidades de pessoas diferentes, e creio que Deus as atenderá a cada um, conforme a necessidade de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como seria interessante um encontro dessas pessoas. Todos contando como Deus operou nelas de formas diferentes, em tempos diferentes, e acho que isso faria melhorar inclusive nossa própria compreensão do evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso seria uma igreja "Contemporânea pós-moderna"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso renegaria o princípio da unidade em Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom pessoal, é isso aí. Vamos discutir isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1123686665393064216?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1123686665393064216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1123686665393064216' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1123686665393064216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1123686665393064216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/09/ide-v-at-as-pessoas-ou-venham-mim.html' title='IDE = Vá até as pessoas ou Venham à mim?'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-447026696813677301</id><published>2008-08-23T15:57:00.007-05:00</published><updated>2008-09-29T21:15:04.364-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Buscando um novo começo...</title><content type='html'>Há algumas semanas tive uma conversa muito franca com um dos nossos amigos que nos acompanham neste blog, e foi impressionante ver como, apesar de nossa busca  ansiosa por uma experiência mais relevante sobre igreja, este assunto é sensível e mexe com nossas bases.&lt;br /&gt;Começamos a conversar, além das amenidades iniciais costumeiras, sobre o que fazer a respeito destas ansiedades sobre as quais temos conversado neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais me chamou a atenção é a dificuldade que temos, ou pelo menos eu tenho, de imaginar o que seria uma nova comunidade pra experimentarmos, um novo modelo daquilo que chamamos de igreja. Não me refiro somente ao fato de não saber exatamente o que seria um novo modelo (talvez façamos uma idéia...), mas sim ao fato de que fazer algo diferente, ou um tanto quanto "independente", parece estar traindo certas raízes sobre as quais desenvolvemos nossas primeiras experiências religiosas. É como se fosse algo proibido ou, no mínimo, errado.&lt;br /&gt;Outro aspecto que preocupa é a questão das crianças. O que fazer para dar a atenção e preparação adequada para as crianças? Como oferecer-lhes uma herança religiosa que os conduza no caminho de Deus em um modelo que nunca antes experimentamos? Como ter certeza que isto também funcionará com eles assim como funcionou conosco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, há duas semanas fizemos uma reunião em casa, no sábado à tarde. Uma tentativa não explícita do que poderia ser um sábado diferente. Foi mais uma reunião na qual buscamos ter um sábado à tarde agradável com amigos... mas confesso que eu ansiava por algo mais. Porém, mais uma vez, o receio de ser julgado não me permitiu abrir esta questão publicamente. Eu não tinha certeza de que todos os que estavam presentes estariam na mesma busca que eu... De qualquer forma, foi uma excelente tarde de sábado! Apreciamos muito os momentos que passamos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado passado tivemos um momento bastante especial... fizemos um experimento de sábado diferente. Aproveitando a viagem de nossos amigos Adriana e Osmar a São Paulo, reunimos mais um casal e formos ao Jardim Botânico para ali fazermos a nossa igreja naquele dia.&lt;br /&gt;Claro que planejamos nos encontrarmos cedo, porém a "noitada de papo" da sexta madrugada a dentro não deixou que a gente levantasse cedo no dia seguinte. Mas tudo bem... aproveitamos o dia frio e nublado, e fomos. Chegando lá, não tinha quase ninguém (por motivo óbvio: o clima), e fomos conversando e caminhando até um gramado próximo, já no meio das árvores e do ambiente. Fizemos ali uma oração e seguimos caminhando pelos caminhos jardim. Muita foto (câmera fotográfica era o que não faltava) e paisagens de mata atlântica... até que nos sentamos no meio do parque, numa escadaria pequena que dá acesso a umas trilhas na mata, e começamos a conversar.&lt;br /&gt;Claro que, num ambiente como este, o grupo estava bem à vontade, e pudemos trazer a questão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o que seria organizar uma nova comunidade &lt;/span&gt;à tona. A coisa rolou meio assim como rolava no GEA, ainda que um pouco acanhado (após algum tempo nos reunindo, eu me lembro que não custava nada para termos uma conversa frutífera e empolgante, mas no princípio não foi assim...), mesmo assim foi muito bom. O interessante foi ver que para alguns não foi fácil conceber a idéia de um grupo ou comunidade informal e desvinculada, mas ainda assim o conceito teve fortes atrativos, mesmo porque estes são de uma geração que tem sentido de perto os problemas de uma igreja institucionalizada. (Osmar, me ajuda aí a lembrar de mais detalhes, dos questionamentos, etc ...)&lt;br /&gt;Bem, após uma boa conversa continuamos caminhando, e pra nossa sorte encontramos alguns tucanos e um bando de macacos, todos livres, se alimentando entre os galhos das árvores no meio do parque. Bem, isto já era o fim da tarde, e nada foi melhor que voltar pra casa e almoçarmos, quero dizer, jantarmos todos aconchegados no quentinho de casa.&lt;br /&gt;Realmente eu curti o sábado como há tempo não curtia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que ficou faltando a presença de outros que aqui estejam visualizando estas palavras, e tenham a certeza de que vocês fizeram falta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero muito repetir isso, não de vez em quando, mas rotineiramente, talvez em diferentes lugares, também com gente nova e curiosa em participar, e assim termos a chance de desenvolver um ambiente diferente, despretensioso, franco e saudável, onde possamos deixar nossas impressões pessoais sem medo de sermos julgados ou medidos... mas motivados pelo fato de sentirmos prazer em estarmos uns com os outros, ora sendo objeto, ora sendo instrumentos do amor de Deus.&lt;br /&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então pessoal, que tal começarmos a contribuir em como fazer isto acontecer de verdade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-447026696813677301?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/447026696813677301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=447026696813677301' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/447026696813677301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/447026696813677301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/08/buscando-um-novo-comeo.html' title='Buscando um novo começo...'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5022443568921909689</id><published>2008-07-29T19:59:00.007-05:00</published><updated>2008-09-29T21:15:04.365-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='group life'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evangelismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='church'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida em grupo'/><title type='text'>Uma proposta nada convencional...</title><content type='html'>Neste último sábado, eu estava com minhas crianças na locadora de vídeo escolhendo o que assistiríamos naquela noite e no dia seguinte, tentando regulamentar o que seria nossa diversão noturna televisiva. Como é natural de toda criança, meu filho estava voando em pensamentos, distraído com as tantas opções que as prateleiras ofereciam, enquanto ele passava na frente de outro cliente da loja, que tentava visualizar as opções que a figura do meu pequeno lhe cobria da vista. Assim que percebi, o chamei de imediato, e pedi desculpas ao pai de família que ali estava tentando se decidir por um filme. Para amenizar a situação, fiz um comentário qualquer com aquele senhor e estabelecemos uma pequena conversa. Ele já havia morado no Chile por 2 anos, transferido pela empresa, entre outras coisas em comum sobre as quais conversamos. No fim, ele me deu seu cartão de visitas da multinacional onde trabalha, e ficamos de nos contatar em outra oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a primeira vez, aliás para mim tem sido relativamente freqüente, que tenho esta experiência, onde pessoas completamente desconhecidas, por alguma razão inexplicável, dão espaço e demonstram interesse em estabelecer contatos, ainda que superficiais a princípio, como quem procura fazer amigos. Agora mesmo me lembrei que isso aconteceu novamente 2 semanas atrás, quando estive em Curitiba... claro que a pessoa não era curitibana, era carioca... hehehehe&lt;br /&gt;Tenho procurado, na medida do possível, dar continuidade a estas experiências, no sentido de tentar estreitar o contato, ainda que somente pela curiosidade de saber até onde estes relacionamentos podem se desenvolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, numa cidade como São Paulo, muitos de nós quase que imediatamente pensamos quais seriam os perigos possíveis em situações como esta. Procuramos nos preservar, não revelando detalhes pessoais, ou mesmo não abrindo maiores informações além daquelas que já consideramos públicas e que não trariam risco a nossa privacidade ou segurança pessoal.&lt;br /&gt;É impressionante!! Como estas questões nos levam a ficarmos isolados uns dos outros! E ainda que tentemos estabelecer um certo contato, ficamos medindo tudo: as perguntas, as respostas, as possíveis pistas sobre os prováveis interesses do outro em estabelecer ou dar continuidade àquela conversação. Quanto stress só pra uma conversa de corredor de locadora!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que, apesar de minhas tentativas em dar continuidade a estes contatos, eu raramente tenho tido sucesso em mantê-las. Não porque não queira, mas imagine: o que você diria - ou numa situação mais fácil - escreveria num e-mail para um completo desconhecido que com quem você por acaso, sem maiores razões aparentes, estabeleceu um contato? Isso sem parecer interesseiro, intrometido, carente, entre outras tantas suspeitas mútuas que uma situação como esta motiva. É algo completamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;awkward&lt;/span&gt;, estranho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok. Então vamos experimentar um caminho mais fácil... que tal tentar estreitar relacionamentos com pessoas que já conhecemos? Não falo de pessoas próximas, mas daquelas que de vez em quando você encontra, vocês se reconhecem mutuamente, mas nunca houve nenhum motivo suficientemente forte que os aproximasse por um tempo mais significativo além daqueles 45 segundos de encontro casual, onde cumprimentos impessoais são trocados, demonstrando a boa educação que as respectivas mães lhes deram quando criança. Ainda assim, se você tentar prolongar, ainda que seja por mais 1 minuto somente, um contato como este, eu duvido que as mesmas questões citadas no fim do parágrafo anterior não venham à tona novamente. Então, como vencer este isolamento que nos afasta uns dos outros?... ou talvez a pergunta seja:&lt;blockquote&gt; "Por que precisamos nos aproximar de outros? Eu estou tão bem comigo mesmo!"&lt;/blockquote&gt;O livro "The Search to Belong", de &lt;a href="http://www.languageofbelonging.com/"&gt;Joseph R. Mayers&lt;/a&gt;, descreve um conceito chamado de "espaços de relacionamentos", o qual define 4 categorias - público, social, pessoal e íntimo - de como as pessoas se sentem ligadas a determinados grupos ou situações, conforme seu interesse, tempo, sentimento, experiências anteriores, etc.&lt;br /&gt;Este modelo parece explicar muitos dos comportamentos que vemos nos mesmos indivíduos em diferentes grupos associativos, desde igrejas, festas, jogos de futebol, até clubes sociais. Ainda assim, em maior ou menor grau, a pergunta anterior continua persistindo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns anos atrás, devido a uma indicação que eu até hoje não consegui identificar, um senhor francês me contatou por e-mail na empresa onde então eu trabalhava, para nos oferecer um sistema que ele representava. Interessado pelo produto, eu dei continuidade às conversações que se estabeleceram, porém nunca ocorreu um negócio concreto entre as empresas. Ainda assim,  toda vez que ele vinha ao Brasil nos encontrávamos pra conversar, falar das novidades locais, das conquistas pessoais, dos hobbies, da família, entre outras amenidades de interesse mútuo, situação que ainda se repete pelo menos uma vez ao ano nos últimos 7 anos.&lt;br /&gt;Há 3 anos atrás, ele me contatou indignado: ele tinha planejado passar uma férias em diversas cidades do nordeste do Brasil com a esposa e o filho, porém ele não conseguia comprar passagens aéreas locais aos preços divulgados pelos sites das companhias porque ele não tinha uma coisa chamada CPF, e por telefone queriam cobrar mais do dobro do valor anunciado. Foi então que decidi dar um passo além: ofereci a ele comprar todas as passagens que ele precisasse no meu cartão de crédito (não preciso dizer que arrebentei meu limite) e quando ele chegasse, ele me pagaria. Graças a Deus deu tudo certo: comprei as passagens, ele viajou feliz com a família, e depois ainda me levou pra jantar no Figueiras - um restaurante bacana nos Jardins de São Paulo - sem deixar de quitar a dívida...&lt;br /&gt;Desde então, posso dizer que nos tornamos amigos, talvez não tão chegados quanto outros (como ser amigo de um francês? Deve haver um livro pra isso...), mas o suficientemente próximos para estabelecermos fortes bases de confiança, inclusive para os negócios que temos recentemente feito juntos aqui no Brasil.&lt;br /&gt;Com certeza, vejo que um fator decisivo para que este contato, com origem meramente comercial, se desenvolvesse em uma amizade foi o de ambos termos dado um passo além daqueles que mantivemos durante os primeiros anos de contato. E hoje, ele tem me ajudado inclusive quando passei por dificuldades financeiras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eu retorno à pergunta: &lt;blockquote&gt;"Por que precisamos nos aproximar uns dos outros?"&lt;/blockquote&gt;Há 2 semanas atrás, nosso amigo Osmar esteve por estas bandas, e conseguiu me fazer uma visita (coisa rara!!). Ambos tivemos a oportunidade de reencontrar alguns velhos amigos que não víamos há anos, e como foi importante poder reviver aqueles momentos que, em outros tempos, eram tão comuns e corriqueiros, e hoje parecem tão escassos e ao mesmo tempo tão valiosos...&lt;br /&gt;Em um determinado momento, após colocarmos pra fora diversos assuntos que estavam pendentes, o Osmar me perguntou algo como: &lt;blockquote&gt;"Gabriel, para onde você pretende levar toda esta leitura, discussão e busca que você está fazendo a respeito de comunidade e igreja?"&lt;/blockquote&gt;Confesso que eu ainda não tinha parado pra pensar no assunto tão explicitamente quanto a resposta requerida pela pergunta exigia, e ainda não cheguei a uma conclusão completa a respeito da mesma, porém acho que me arrisco a dizer:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Estou tentando encontrar um grupo de pessoas que esteja em uma busca semelhante, a de estabelecer o &lt;a href="http://www.dwillard.org/books/DivConsp.asp"&gt;Reino de Deus aqui e agora entre nós&lt;/a&gt;, de modo a recriarmos aquilo que chamamos de igreja em um modelo não baseado em estruturas organizacionais, mas no interesse mútuo de estarmos preocupados com o objeto do amor de Deus: pessoas, gente... pelo simples prazer de perceber que nos fizemos, sem querer, discípulos dEle...  &lt;/blockquote&gt;Hey!!... &lt;span style="font-size:130%;"&gt;HEY!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ainda tem alguém por aí?... por aí?... &lt;span style="font-size:85%;"&gt;por aí?... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;por aí?...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5022443568921909689?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5022443568921909689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5022443568921909689' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5022443568921909689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5022443568921909689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/07/uma-proposta-nada-convencional.html' title='Uma proposta nada convencional...'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3541706382400064402</id><published>2008-07-01T13:13:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:15:24.760-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igreja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='distorção do evangelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescimento da igreja'/><title type='text'>A Igreja ao Gosto do Freguês</title><content type='html'>Lindões, o texto abaixo me chegou através da boa e velha mailinglist do GEA (Grupo de Estudantes Adventistas). Trata-se de um artigo publicado na revista evangélica Chamada da Meia-Noite, que aborda profecias bíblicas sob um ponto de vista dispensacionalista, de março de 2005. O link para a matéria é&lt;br /&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.chamada.com.br/mensagens/igreja_ao_gosto.html"&gt;http://www.chamada. com.br/mensagens /igreja_ao_ gosto.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzo a matéria aqui na esperança de que ele possa fomentar alguma discussão. O que acham??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A Igreja ao Gosto do Fregues    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados" ). A pesquisa questiona os que não freqüentam&lt;br /&gt;quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os "desigrejados" , mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren. Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de igrejas, com 9.500 igrejas-membros. Em 2003, 100.000 líderes de igrejas assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek. Acima de 250.000 pastores e líderes de mais  de 125 países participaram do seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60 mil pastores recebem seu boletim semanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser confundido com a sede de uma corporação ou um shopping center de alto&lt;br /&gt;padrão. Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que estão na praça de alimentação assistirem aos cultos. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única megaigreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados métodos.  Megaigrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds, tudo para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas igrejas estejam lotadas, sua freqüência não é o único elemento que avaliamos ao analisar essa última moda de "fazer igreja".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto  (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos  desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today&lt;br /&gt;(Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado - e&lt;br /&gt;eles o têm aplicado - sem comprometer o Evangelho. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são  produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós. Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Megaigrejas adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração&lt;br /&gt;acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura - músicas das&lt;br /&gt;paradas de sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de  multimídia e mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens freqüentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal, salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a&lt;br /&gt;pessoa necessita - e ajudando-a na solução de seus problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para alguns observadores seculares. Em seu livro The Little Church Went to Market (A Igrejinha foi ao Mercado), o pastor Gary Gilley observa&lt;br /&gt;que o periódico de marketing American Demographics reconhece que as pessoas estão: ...procurando espiritualidade, não a religião. Por trás dessa mudança está a procura por uma fé experimental, uma religião do coração, não da cabeça. É uma expressão de religiosidade que não dá valor à doutrina,  ao dogma, e faz experiências diretamente com a divindade, seja esta&lt;br /&gt;chamada "Espírito Santo" ou "Consciência Cósmica" ou o "Verdadeiro Eu".  É pragmática e individual, mais centrada em redução de stress do que em salvação, mais terapêutica do que teológica. Fala sobre sentir-se bem, não sobre ser bom. É centrada no corpo e na alma e não no espírito. Alguns gurus do marketing começaram a chamar esse movimento de "indústria da experiência" (pp. 20-21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe outro item que muitos pastores parecem estar deixando de considerar em seu entusiasmo de promover o crescimento da igreja atraindo os não-salvos. Mesmo que os números pareçam falar mais alto nessas "igrejas ao gosto do freguês" (um número surpreendente de  igrejas nos EUA (841) alcançaram a categoria de megaigreja, com 2.000 a 25.000 pessoas presentes nos finais de semana), poucos perceberam que o aumento no número de membros não se deve a um grande número de "desigrejados" juntando-se à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os últimos 70 anos, a percentagem da população dos EUA que vai à igreja tem sido relativamente constante (mais ou menos 43%). Houve um crescimento, chegando a 49% em 1991 (no tempo do surgimento dessa nova modalidade de igreja), mas tal crescimento diminuiu gradualmente, retornando a 42% em 2002 (www.barna.org) . De onde, então, essas megaigrejas, que têm se esforçado para acomodar pessoas que nunca se interessaram pelo Evangelho, conseguem seus membros? Na maior parte, de igrejas menores que não estão interessadas ou não têm condições financeiras de propiciar tais atrações mundanas. O que dizer das&lt;br /&gt;multidões de "desigrejados" que supostamente se chegaram a essas igrejas? Essas pessoas constituem uma parcela muito pequena das congregações. G.A. Pritchard estudou Willow Creek por um ano e escreveu um livro intitulado Willow Creek Seeker Services (Baker Book House,&lt;br /&gt;1996). Nesse livro ele estima que os "desigrejados" , que seriam o público-alvo, constituem somente 10 ou 15% dos 16.000 membros que freqüentam os cultos de Willow Creek.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho e a pessoa de Jesus Cristo não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essa percentagem é típica entre igrejas "ao gosto do freguês", o que provavelmente é o caso, então a situação é bastante perturbadora. Milhares de igrejas nos EUA e em outros países se reestruturaram completamente, transformando- se em centros de atração para "desigrejados" . Isso, aliás, não é bíblico. A igreja é para a maturidade e crescimento dos santos, que saem pelo mundo para alcançar os perdidos. Contudo, essas igrejas voltaram-se para o entretenimento e&lt;br /&gt;a conveniência na tentativa de atrair "João e Maria", fazendo-os sentirem-se confortáveis no ambiente da igreja. Para que eles continuem freqüentando a "igreja ao gosto do freguês", evita-se o ensino profundo das Escrituras em favor de mensagens positivas, destinadas a fazer as&lt;br /&gt;pessoas sentirem-se bem consigo mesmas. À medida que "João e Maria" continuarem freqüentando a igreja, irão assimilar apenas uma vaga alusão ao ensino bíblico que poderá trazer convicção de pecado e verdadeiro arrependimento. O que é ainda pior, os novos membros recebem uma visão psicologizada de si mesmos que deprecia essas verdades. Contudo, por pior que seja a situação, o problema não termina por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos que freqüentam as "igrejas ao gosto do freguês" professam ser cristãos. No entanto, eles foram atraídos a essas igrejas pelas mesmas coisas que atraíram os não-crentes, e continuam sendo alimentados pela mesma dieta biblicamente anêmica, inicialmente&lt;br /&gt;elaborada para não-cristãos. Na melhor das hipóteses, eles recebem leite aguado; na pior das hipóteses, "alimento" contaminado com "falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam" (2 Tm 6.20). Certamente uma igreja pode crescer numericamente seguindo esses moldes, mas não espiritualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, não há oportunidades para os crentes crescerem na fé e tornarem-se maduros em tal ambiente. Tentando defender a "igreja ao gosto do freguês", alguns têm argumentado que os cultos durante a semana são separados para discipulado e para o estudo profundo das Escrituras. Se esse é o caso, trata-se de uma rara exceção e não da regra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já notamos, a maioria dessas igrejas, no uso do seu tempo, energia e finanças tem como alvo acomodar os "desigrejados" . Conseqüentemente, semana após semana, o total da congregação recebe uma mensagem diluída e requentada. Então, na quarta-feira, quando a congregação usualmente se reduz a um quarto ou a um terço do tamanho normal, será que esse&lt;br /&gt;pequeno grupo recebe alimentação sólida da Palavra de Deus, ensino expositivo e uma ênfase na sã doutrina? Dificilmente. Nunca encontramos uma "igreja ao gosto do freguês" onde isso acontecesse. As "refeições espirituais" oferecidas nos cultos durante a semana geralmente são&lt;br /&gt;reuniões de grupos e aulas visando o discernimento dos dons espirituais, ou o estudo de um "best-seller" psico-cristão, ao invés do estudo da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o aspecto mais negativo dessas igrejas seja sua tentativa de impressionar os "desigrejados" ao mencionar especialistas considerados autoridades em resolver todos os problemas mentais, emocionais e comportamentais das pessoas: psicólogos e psicanalistas. Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão. Seus milhares de conceitos e centenas de metodologias não-comprovados são contraditórios e não científicos, totalmente não-bíblicos, como já documentamos em nossos livros e artigos anteriores. Pritchard observa: ...em Willow Creek, Hybels não somente ensina princípios psicológicos, mas freqüentemente usa esses mesmos princípios como guias interpretativos para sua exegese das Escrituras - o rei Davi teve uma crise de identidade, o apóstolo Paulo encorajou Timóteo a fazer análise e Pedro teve problemas em estabelecer seus limites. O ponto crítico é que princípios psicológicos são constantemente adicionados ao ensino de Hybels" (p. 156).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante minha visita a Willow Creek, o pastor Hybels trouxe uma mensagem que começou com as Escrituras e se referia aos problemas que surgem quando as pessoas mentem. Contudo, ele se apoiou no psiquiatra M. Scott Peck, o autor de The Road Less Travelled (Simon &amp;amp; Schuster, 1978) quanto às conseqüências desastrosas da mentira. Nesse livro, M. Scott Peck declara (pp. 269-70): "Deus quer que nos tornemos como Ele mesmo (ou Ela mesma)"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Saddleback Community Church está igualmente envolvida com a psicoterapia. Apesar de se dizer cristocêntrica e não centrada na psicologia, essa igreja tem um dos maiores números de centros dos Alcoólicos Anônimos e patrocina mais de uma dúzia de grupos de ajuda&lt;br /&gt;como "Filho s Adultos Co-Dependentes de Viciados em Drogas", "Mulheres Co-Viciadas Casadas com Homens Compulsivos Sexuais ou com Desordens de Alimentação" e daí por diante. Cada grupo é normalmente liderado por alguém "em recuperação" e os autores dos livros usados incluem psicólogos e psiquiatras (www.celebraterecov ery.com). Apesar de negar o uso de psicologia popular, muito dela permeia o trabalho de Rick Warren, incluindo seu best-seller The Purpose Driven Life (A Vida Com Propósito), que já rendeu sete milhões de dólares. Em sua maior parte, o livro fala de satisfação pessoal, promove a celebração da recuperação e está cheio de psicoreferências tais como "Sansão era dependente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem principal vinda das igrejas psicologicamente motivadas de Willow Creek e Saddleback é a de que a Palavra de Deus e o poder do Espírito Santo são insuficientes para livrar uma pessoa de um pecado habitual e para transformá-la em alguém cuja vida seja cheia de fruto e agradável a Deus. Entretanto, o que essas igrejas dizem e fazem tem sido exportado para centenas de milhares de igrejas ao redor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte da igreja evangélica desenvolveu uma mentalidade de viagem de recreio em um cruzeiro cheio de atrações, mas isso vai resultar num "Titanic espiritual". Os pastores de "igrejas ao gosto do freguês" (e aqueles que estão desejando viajar ao lado deles) precisam cair de&lt;br /&gt;joelhos e ler as palavras de Jesus aos membros da igreja de Laodicéia (Ap 3.14-21). Eles eram "ricos e abastados" e, no entanto, deixaram de reconhecer que aos olhos de Deus eram "infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus". Jesus, fora da porta dessas igrejas, onde O colocaram&lt;br /&gt;desapercebidamente, oferece Seu conselho, a verdade da Sua Palavra, o único meio que pode fazer com que suas vidas sejam vividas conforme Sua vontade. Não pode existir nada melhor aqui na terra e na Eternidade!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3541706382400064402?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3541706382400064402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3541706382400064402' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3541706382400064402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3541706382400064402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/07/igreja-ao-gosto-do-fregus.html' title='A Igreja ao Gosto do Freguês'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-4787836215230286070</id><published>2008-06-18T13:08:00.004-05:00</published><updated>2008-09-29T21:19:42.901-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lucy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links'/><title type='text'>A igreja ideal</title><content type='html'>&lt;a href="http://dotsub.com/films/rolemodel/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ola' amigos, bom dia. Faz tempo que quero escrever mas... (sempre tem um "mas")&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1) Me sinto absolutamente evergonhada com o meu portugues. Faz tempo que nao falo, escrevo, ou ouco a nossa lingua, aproximadamente 7 anos. Ja' peco desculpas a quaisquer erros que vcs encontrem nos meus futuros posts.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Estou ocupadissima tentando terminar minha tese, a Lilian ja' obteu a vitoria, mas a minha ainda esta' a caminho. Mais umas 3 semanas? our 4? ou 5? Nao sei mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entao, com esses pensamentos vou deixar um video curtinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://dotsub.com/films/rolemodel/"&gt;http://dotsub.com/films/rolemodel/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A versao "youtubica" nao esta' funcionando hoje, mas e':&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ca.youtube.com/watch?v=_M2czuswxHo"&gt;http://ca.youtube.com/watch?v=_M2czuswxHo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Traduzi esse video para o ingles ontem. Acho que pra discutir a igreja ideal... e' so' olhar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na igreja ideal o amor pela pregacao do evangelho abunda, o trabalho e' natural, inocente, voluntario... foi Jesus que disse, devemos ser como criancas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um abraco!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-4787836215230286070?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/4787836215230286070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=4787836215230286070' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4787836215230286070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4787836215230286070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/06/igreja-ideal.html' title='A igreja ideal'/><author><name>Lucy C</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://www.brigglife.co.uk/pix10/bee_flower.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5378438986217227892</id><published>2008-06-02T20:48:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:15:04.366-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Um pouco de sonho...</title><content type='html'>O &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/05/compartilhando-vida.html?showComment=1211288100000#c4262649138364218909"&gt;comentário do meu amigo Marcão&lt;/a&gt;, por semanas, me fez pensar se seria um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escapismo"&gt;escapismo&lt;/a&gt; esta busca por algo muito diferente do que tradicionalmente temos chamado de igreja. Então, tentando responder à &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/04/o-que-igreja-afinal.html"&gt;pergunta do Klebert&lt;/a&gt; em alguns posts atrás, vou apresentar uma visão particular do sonho que ando sonhando (perdão aos lingüistas) motivado por estas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comunidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Este &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/voc%C3%A1bulo"&gt;vocábulo&lt;/a&gt; do nosso &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vern%C3%A1culo"&gt;vernáculo&lt;/a&gt; (será que eu agüento até o fim do post?) tem um conceito ainda tão ambíguo (favela, igreja, clube, membros de blogs, grupo de programadores de sistemas &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Open_source"&gt;open source&lt;/a&gt;, etc.) quanto "igreja" tinha para Martinho Lutero na sua tradução da Bíblia ao alemão, a ponto de ele substituí-la por "congregação" - para evitar confusões, segundo &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Emil_Brunner"&gt;Emil Brunner&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sonhei com um grupo de pessoas, unidas pelo interesse mútuo... mais do que comum, mútuo. Algo como uma grande reunião anual familiar, com comida, música... onde todos os parentes (agora fiquei na dúvida se esta analogia vai ser eficaz...) se encontravam em um lugar aprazível para que, ao menos uma vez ao ano, tivessem a oportunidade de se verem, reforçarem seus laços de relacionamento, saberem uns dos outros, compartilharem experiências, apreciarem seus filhos brincando juntos, celebrarem as conquistas, dividirem as cargas, trocarem idéias e colocarem alguns planos pra andar. Provavelmente alguns de nós já tivemos e ainda tenhamos a oportunidade de participar de algo parecido de vez em quando. Agora sonhemos juntos... e se pudéssemos ter isso toda a semana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Evangelismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Eis outra palavrinha cujo sentido já foi tão torcido em nosso entendimento, que a mesma assumiu o sentido de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Proselytism"&gt;proselitismo&lt;/a&gt; e ainda achamos que isso é a coisa mais natural do mundo, como se nossa errônea atitude fosse corroborada por Deus por estarmos fazendo Sua obra: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Evangelism#Evangelism_or_proselytism"&gt;evangelismo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sonhei que nessa grande reunião de família convidávamos amigos, que se sentavam junto à mesa assim como nós e foram apresentados a outros membros da família, e também puderam compartilhar das mesmas experiências citadas acima. E, após algumas visitas, estes amigos se sentiram tão bem em nosso meio, e nós com eles, a ponto de todos já os considerarem parte da família... ao ponto de eles também se sentirem parte da família! Não interessavam suas crenças ou origens religiosas, o que interessava era que eles estivessem junto, contribuindo para este ambiente. Às vezes o interesse deles se manifestava, impressionados pela forma de como um ambiente assim se desenvolveu, cresceu e se multiplicou. Para outros, não aparecia interesse nenhum, e tudo continuava tão bem quanto antes, pois como dissemos: o que importava era que eles estivessem junto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estrutura organizacional&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Qual é o benefício provido por uma estrutura formal organizada para uma comunidade? A resposta parece óbvia no ponto de vista sociológico, mas para um grupo essencialmente relacional, muitos de nós a estivemos combatendo com unhas e dentes desde que nos conhecemos, quando iniciamos o &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2007/01/inaugurando.html"&gt;GEA&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, pois percebemos que uma estrutura formal fatalmente nos desviaria de nossos propósitos originais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sonhei que os planos que alguns membros desta família eventualmente desenvolveram no tempo, foram se estruturando, tomando forma, até que se tornaram ações reais pela atitude destes e de outros membros que abraçaram as iniciativas apresentadas em pról de propósitos adotados para o bem comum. Claro que estes projetos foram se multiplicando, e diversas idéias se tornaram realidade para esta família e para aqueles que a ela se juntaram, todos motivados pelo interesse mútuo. E a estrutura? Bem, não havia a necessidade de uma estrutura formal para auxiliá-los nos seus propósitos, pois as lideranças surgiam naturalmente motivadas pelo senso de serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, olhando um pouco para experiências recentes que tive nestes dois últimos anos, começo entender um pouco mais do que o Marcão quis dizer em &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/05/compartilhando-vida.html?showComment=1211288100000#c4262649138364218909"&gt;seu comentário&lt;/a&gt;, e começo também a crer que o maior inimigo deste sonho somos nós mesmos. Parafraseando &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Belchior"&gt;Belchior&lt;/a&gt;, na saudosa interpretação de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elis_Regina"&gt;Elis Regina&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"...&lt;br /&gt;Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo, tudo, tudo o que fizemos&lt;br /&gt;Nós ainda somos os mesmos e vivemos&lt;br /&gt;Nós ainda somos os mesmos e vivemos&lt;br /&gt;Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.&lt;br /&gt;..."&lt;/blockquote&gt;Bem, quero acreditar que existem diversas possíveis soluções para esta questão, porém já estou o suficientemente cansado neste instante para continuar discorrendo sobre o assunto... desculpa turma, fica pra um próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5378438986217227892?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5378438986217227892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5378438986217227892' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5378438986217227892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5378438986217227892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/06/o-comentrio-do-meu-amigo-marco-por.html' title='Um pouco de sonho...'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6526064535399577707</id><published>2008-05-20T08:01:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:15:24.761-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Também quero partilhar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;Às vezes tenho vontade de pegar um bloquinho de notas e andar com meu filho de 5 anos um dia inteiro, anotando quantas vezes ele diz aquele “ah!” engolindo o ar, típico de quem está profundamente surpreso. Pode ser um co&lt;st1:personname st="on"&gt;mercia&lt;/st1:PersonName&gt;l de televisão, uma coisa que o caçula de 1 ano fez, um grafite que viu na rua, um bicho que viu em algum lugar, tudo parece ser razão para ele expressar sua surpresa com essa interjeição escandalosa. A minha predileta é quando ouço seu “ah!” assim que abro a porta de casa, no final do dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Embora o fato me chamasse muito a atenção e me divertisse muito também, eu ainda não o havia enxergado como uma virtude invejável do &lt;st1:personname st="on"&gt;Dudu&lt;/st1:PersonName&gt;. Foi a leitura deste parágrafo de Brennan Manning que me fez notar: &lt;i style=""&gt;“tornar-se uma criancinha novamente (conforme Jesus ordenou que deveria acontecer) é recuperar um sentimento de surpresa, deslumbramento e vasto deleite com toda a realidade” &lt;/i&gt;(&lt;i style=""&gt;in &lt;/i&gt;Convite à loucura, p. 26).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Claro que Jesus apontou às crianças como modelos tendo mais do que esse fato específico em mente (inocência, credulidade, dependência, capacidade de perdoar, humildade e outras características também vêm no pacote), mas essa predisposição ao espanto era uma que me havia escapado. E é curioso que eu o haja percebido exatamente na semana em que atendi ao convite do Fred para visitar sua reunião do GEA na Usp.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Bem, a reunião foi ótima, ao menos para mim. Estávamos em 11 pessoas, sentadas no saguão do prédio da Faculdade de Educação. No começo, achei estranho se reunir assim, num lugar aberto e público, onde o movimento pode ocasionar alguma dispersão. Acabei gostando muito do modelo. O Fred disse que já houve ocasiões em que curiosos pararam e ouviram durante algum tempo. E não, não houve dispersão nenhuma. Me enxerguei no olhar daqueles caras, respirei um pouco daquele velho e bom ar, que me fez muito bem. E, contando pra eles minha experiência com o GEA, me dei conta de que ela aconteceu há já 15 anos.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;Eu não saberia citar &lt;i style=""&gt;ipsis literis&lt;/i&gt; de cabeça o que Morris Venden disse, mas vou tentar: &lt;i style=""&gt;“Conquanto não possamos determinar o dia exato ou o momento em que isso aconteceu, todos podemos dizer se experimentamos a conversão ou não”&lt;/i&gt;. Bem, eu posso não saber o dia e a hora, mas sei que foi naquele ano de 1993. E o que acontece a alguém que se entrega sem reservas nas mãos de Cristo e experimenta essa metamorfose radical que se chama conversão, quinze anos depois?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Bem, a chama da fé continua bem acesa, mas é possível notar rugas e alguns efeitos colaterais indesejáveis, dentre os quais o triste espaçamento entre meus “ah!s” de deslumbramento. Se antes eles brotavam em qualquer sermão, em qualquer meio versículo da Bíblia, em qualquer céu azul lavado de chuva, agora eles são mais raros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Mas Deus continua falando pelos sermões, pelos céus azuis e pela Sua palavra. E eu gostaria de recuperar a capacidade de dar um enorme e escandaloso "Ah!" mesmo ouvindo algo batido e clichê como "Jesus salva”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Penso que igreja não é só aquele prédio lá, aonde vamos aos sábados, mas tudo o que orbita ao redor dela. O GEA, por exemplo. Que, associado a uma leitura meio sacolejante durante minhas viagens no trem metropolitano, me fez lembrar que eu continuo precisando me tornar como uma criança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6526064535399577707?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6526064535399577707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6526064535399577707' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6526064535399577707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6526064535399577707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/05/tambm-quero-partilhar.html' title='Também quero partilhar'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5859209487519480573</id><published>2008-05-18T11:40:00.006-05:00</published><updated>2008-09-29T21:17:33.318-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Um pouco de partilha...</title><content type='html'>Estou lendo um livro o qual me foi recomendado por alguns amigos que aqui nos acompanham, cuja resenha na internet me motivou a comprar 3 exemplares: "Pagan Christianity?" de Frank Viola e George Barna, caso mais alguém por aqui se interesse (o Fred foi um deles).&lt;div&gt;Até onde tenho lido (basicamente a primeira parte dele), o mesmo tem apresentado uma visão histórica interessante da origem de algumas práticas que temos nas igrejas cristãs em geral, seja no formato dos programas, na estrutura organizacional, nos costumes, ou mesmo na arquitetura de seus edifícios. Nesta parte do livro há um especial destaque à influência de Constantino, imperador romano no início do século IV, e à cultura Greco-romana da época.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comentando sobre este livro com alguns mais chegados, recebi um questionamento que me fez pensar:&lt;blockquote&gt; &lt;i&gt;"O que você está buscando ao ler este tipo de livro? Não estará trazendo mais sarna pra se coçar?"&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; ... a pertinência desta pergunta me fez refletir sobre a minha motivação ao buscar este tipo de informação, e questionar alguns paradigmas que naturalmente vim assimilando durante a minha vida religiosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recentemente tenho observado (e até sido parte de) alguns problemas de relacionamento pessoal dentro da comunidade que freqüento. Incrível, mas sabidamente isto é coisa comum dentro de comunidades, e acredito que - sem razões muito claras - ainda mais na denominação a que pertenço. Fiquei me perguntando o porquê desta triste realidade... eu poderia até elencar algumas razões para isto, sem acreditar que todas estejam certas... mas acho que não vale a pena entrarmos nesta seara... mas ainda assim: o que poderíamos fazer em nossas comunidades para mudarmos esta realidade? O que deixamos de aprender ou a que nunca demos a devida atenção e conseqüentemente tem nos feito cair em situações tão reprováveis? Alguns poderiam dizer:&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"Isto é a nossa preparação para o céu! Suportai-vos uns aos outros!"&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;Confesso que tenho dificuldade de acreditar nisso, pois esta afirmação parece implicar em que nada podemos fazer a respeito destas questões relacionais, e que somos obrigados a conviver passivamente com elas, como se elas "viessem no pacote".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiquei me perguntando quando em minha vida tive uma experiência que nos permitiu trabalhar para Deus, e conseguimos conviver minimamente com este tipo de situação... uma das poucas para mim, e talvez a única consistente, tenha sido a que vários de vocês também compartilharam conosco nos dias de universidade... mas então, qual é a diferença ou as diferenças em relação às comunidades que freqüentamos hoje? Nossa vida menos responsável da época? Nossa imaturidade coletiva no desenvolvimento do trabalho para Deus? Uma expectativa descompromissada?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Relembrando estes tempos, acredito que perdemos uma grande oportunidade em não termos criado nossa própria comunidade durante aqueles anos... claro que a nossa então imaturidade não nos permitiu desenvolvermos mais essa idéia, que já vinha sendo acalentada por alguns de uma geração anterior. Mas quais teriam sido os resultados? Será que fatalmente cairíamos nos mesmos erros e teríamos os mesmos problemas relacionais com os quais atualmente convivemos tão naturalmente em nossas comunidades? Talvez outras experiências semelhantes a esta imaginada poderiam nos mostrar que existe a possibilidade de uma realidade diferente para nossa experiência religiosa (Klebert e Lilian, vocês não gostariam de compartilhar um pouco disto conosco?).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voltando ao nosso ponto inicial, qual é a motivação para olharmos na história e entendermos o que aconteceu conosco cristãos? Talvez seja a esperança de encontrarmos alguns fatores que nos permitam modificar nossa atual realidade e transformar nossa experiência religiosa coletiva em algo mais próximo do que Deus espera de seus discípulos (&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Jo 13:35&lt;/span&gt;). É incrível como negligenciamos o Grande Mandamento (&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Mar 12:30-31&lt;/span&gt;; e não me refiro à parte a qual Deus está envolvido diretamente) em prol da segurança de nossos sentimentos, de evitarmos enfrentar nossos medos e de até protegermos nossos interesses pessoais. Isto me lembra uma citação de C. S. Lewis (sim, o mesmo autor de "Mere Christianity" e "Contos de Nárnia"):&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;“To love at all is to be vulnerable. Love anything, and your heart will certainly be wrung and possibly be broken. If you want to make sure of keeping it intact, you must give your heart to no one, not even to an animal. Wrap it carefully round with hobbies and little luxuries; avoid all entanglements; lock it up safe in the casket of coffin of your selfishness. But in that casket – safe, dark, motionless, airless – it will change. It will not be broken; it will become unbreakable, impenetrable, irredeemable… The only place outside Heaven where you can be perfectly safe from all the dangers… of love is Hell.”&lt;/blockquote&gt;Por isso, eu penso que se tivéssemos a chance de fazermos diferente as coisas em nossa experiência religiosa (e isto requer o Grande Mandamento como um todo!!), não seria mais fácil a Deus &lt;i&gt;"ir acrescentando, dia a dia, os que iam sendo salvos"&lt;/i&gt;(&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;At. 2:47&lt;/span&gt;)?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou capaz de dizer que eu estaria disposto a me arriscar e tentar tudo novamente, e sem alardes, tentar fazer diferente: algo menor, menos pretensioso, mais discreto... e buscar criar condições onde um ambiente mais &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;orgânico&lt;/span&gt; (veja autores como &lt;a href="http://www.languageofbelonging.com/"&gt;Joseph Myers&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.ptmin.org/"&gt;Frank Viola&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.brianmclaren.net/"&gt;Brian McLaren&lt;/a&gt; para definições mais abrangentes) possa se desenvolver e pessoas (e eu me inclúo) possam conviver, compartilhar, trabalhar e crescer espiritualmente, muito além do que temos conseguido alcançar até hoje.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que estou sonhando demais? Por favor, me digam com toda a franqueza!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, mas se existirem mais sonhadores por aí... que Deus nos abençoe a todos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5859209487519480573?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5859209487519480573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5859209487519480573' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5859209487519480573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5859209487519480573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/05/compartilhando-vida.html' title='Um pouco de partilha...'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2784940016325633653</id><published>2008-05-13T21:27:00.003-05:00</published><updated>2008-09-29T21:17:10.940-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Partilhando a vida</title><content type='html'>&lt;div id="1f3x" class="ArwC7c ckChnd"&gt;Estava lendo ainda a pouco a primeira carta que Paulo escreveu aos crentes de Tessalônica, e pude ter um pequeno vislumbre do que ocupava a mente dele ao viajar ensinando as pessoas a viverem uma vida diferente daquela que elas estavam acostumadas a viver.  O aspecto fundamental da carta de Paulo é certamente a expressão do profundo carinho de Paulo, Silas e Timóteo pelos novos amigos que eles fizeram em Tessalônica, a quem ensinaram a viver uma vida quieta e serena cheia de alegria, amor fraternal e paz, ganhando o respeito e a confiança de todos ao viverem imitando a Jesus em seu novo estilo de vida. A saudade de Paulo, Silas e Timóteo revela-se tão intensa que Timóteo foi enviado para visitá-los e trazer notícias de como estavam os crentes (Paulo teria gostado de nossa comunicação global instantãnea via internete, não acham?). Ao saber que estava tudo bem com os Tessalonicenses a despeito da oposição que estavam sofrendo, Paulo escreve transbordando de alegria: "como podemos agradeçer a Deus o suficiente por tanta alegria que vocês nos proporcionam?"*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que Paulo tem uma relação muitíssimo mais estreita com os seus &lt;i&gt;irmãos em Cristo&lt;/i&gt; do que nós temos com a maioria dos nossos &lt;i&gt;irmãos em Cristo&lt;/i&gt;. Vejam só o que ele diz na carta: "Nós os amamos tanto que foi uma delícia partilhar com vocês não só as boas novas, mas também nossa própria vida, uma vez que vocês se tornaram tão queridos para nós!" Ah, quantas vezes somos encorajados a partilhar &lt;i&gt;somente&lt;/i&gt; o evangelho e desencorajados de partilhar &lt;b&gt;a vida&lt;/b&gt;?!  Lamentavelmente isto acontece mais frequentemente do que deveria acontecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que não é para isso que serve igreja? Partilhar não somente as boas novas, mas também e principalmente a nossa própria vida? Este é também um dos objetivos deste blog. Portanto amiguinhos, não se acanhem. Partilhem conosco suas vidas :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;* Tomei a liberdade de parafrasear o texto biblico para lhe dar uma roupagem menos formal e propositadamente omiti a referência exata para encorajar a leitura completa do texto. A carta não é longa e vale a pena ser lida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2784940016325633653?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2784940016325633653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2784940016325633653' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2784940016325633653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2784940016325633653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/05/partilhando-vida.html' title='Partilhando a vida'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5926780367751538368</id><published>2008-04-25T22:05:00.002-05:00</published><updated>2008-09-29T21:17:10.940-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Acordando do coma...</title><content type='html'>Este seria um título jóia para uma reflexão esperançosa sobre a igreja de Laodicéia, não acham? Mas ando indo um pouco além do tradicional esses dias. Hoje por exemplo, andei me atualizando num dos meus blogs preferidos escrito pelo Julius Nam, &lt;i&gt;Progressive Adventism&lt;/i&gt;. Li esse post &lt;a href="http://progressiveadventism.com/2008/03/09/change-the-adventist-constant/"&gt;aqui&lt;/a&gt; que me inspirou a imaginação em direções divertidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira: imagine que Tiago White tivesse entrado em coma e por algum milagre acordasse  do coma nos dias de hoje. Como seriam suas impressões sobre a igreja adventista que ele ajudou a fundar? Se você ler os exemplos de mudança doutrinária listados pelo Julius talvez tenha uma idéia de quão perplexo ele ficaria ao avaliar o pensamento corrente adventista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda: e se você, que é adventista de carteirinha, entrasse em um coma profundo e acordasse daqui uns 10 ou 20 anos e começasse a ler os blogs adventistas e conversasse com membros de sua igreja e ouvisse os sermões dos mais novos pastores, quão perplexo você ficaria com as mudanças? O Julius faz suas previsões em questões que vão desde a origem da vida até o homossexualismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história: o adventismo nasceu como um &lt;b&gt;movimento&lt;/b&gt;. Melhor seria não abandonar a caracteristica e continuar &lt;b&gt;em movimento&lt;/b&gt;. Porém, estamos prontos como movimento para continuar absorvendo mudanças sem temer que elas estejam nos levando para o abandono dos alicerces fundamentais que tanto cultivamos e nos apegamos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5926780367751538368?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5926780367751538368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5926780367751538368' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5926780367751538368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5926780367751538368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/04/acordando-do-coma.html' title='Acordando do coma...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8821648027564248043</id><published>2008-04-19T00:35:00.002-05:00</published><updated>2008-04-22T17:49:59.461-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Meu irmão e minha irmã...</title><content type='html'>Para refletir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gene Robinson, primeiro Bispo abertamente gay ordenado na igreja anglicana, recentemente concedeu uma &lt;a href="http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=89659417"&gt;entrevista&lt;/a&gt; para um programa muito ouvido nos EUA chamado &lt;i&gt;Fresh Air&lt;/i&gt;. Na entrevista lhe foi perguntado como ele se sente sendo o centro da controvérsia em torno da aceitação do homossexualismo que esta causando um racha na igreja anglicana. Sua resposta foi mais ou menos na seguinte linha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;Nós não temos a chance de escolher nossa família. Nós temos irmãos e irmãs a quem adoramos e alguns com quem não nos damos bem; você não tem a chance de escolher quem são os seus irmãos e irmãs. Pela virtude do batismo, todos nós somos incluídos na mesma família. [Por esta razão] me parece que não podemos excluir uns aos outros, não importa quão grande sejam nossas divergências.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais algumas pérolas. Aos menos preconceituosos, recomendo ouvir a entrevista. (ou deveria estar recomendando aos mais preconceituosos...?)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8821648027564248043?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8821648027564248043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8821648027564248043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8821648027564248043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8821648027564248043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/04/meu-irmo-e-minha-irm.html' title='Meu irmão e minha irmã...'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6467559904440638311</id><published>2008-04-18T23:07:00.004-05:00</published><updated>2008-04-22T17:54:03.353-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>O que é igreja afinal?</title><content type='html'>Andamos por um bom tempo falando sobre "Para que serve igreja", "Para que serve pastor da igreja", "Porque eu ainda gosto tanto de igreja", etc. Quem sabe chegou a hora de discutirmos &lt;b&gt;o que é igreja afinal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal começar pelo que não é igreja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igreja não é o edifício, apesar de costumeiramente levantarmos sábado (ou domingo) de manhã para ir à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igreja também não é a instituição, ou corporação, apesar de termos, quase todos, nossos nomes no rol de membros da &lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt; adventista etc, etc, &lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt; cristã etc, etc, &lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt; católica etc, etc, &lt;i&gt;igreja&lt;/i&gt; de Jesus Cristo etc, etc, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor é que a igreja não seja também uma denominação, uma palavra chata que pode ser usada para indicar espécie monetária, uma associação talvez adequada considerando a oferta de denominações religiosas na praça. (Alguém pode achar uma denominação perfeitamente ajustada para o seu gosto, concordam?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo Paulo, o apóstolo, vejo que ele tem uma fixação. Ele insiste em chamar a igreja de &lt;b&gt;o corpo de Cristo&lt;/b&gt;. Esta analogia é usada por ele com tanta frequência, que começou a me chamar a atenção. (Não sei quanto a vocês, mas as vezes lendo a Biblia passo pelos mesmos versos tão familiares e surrados que nem reparo no que está sendo dito de fato). A insistência de Paulo na analogia do &lt;i&gt;corpo&lt;/i&gt;, me cativou porque ele a usa muitas vezes para muitos propósitos: defesa da igualdade entre irmãos, unidade no convívio e propósito do grupo de crentes, submissão à direção de Cristo, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente fiquei intrigado com o que ele escreveu aos crentes em Éfeso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o designou cabeça de todas as coisas para a igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstãncia. "&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Note, a igreja, ou seja, o corpo, é aqui chamado por Paulo de "o complemento", ou a "plenitude" de Cristo. Sem a existência da igreja, Cristo está aleijado na presença de todos; sua presença não é plena. Até arriscaria dizer que sua própria existência não é plena ou completa na realidade deste mundo. Essa comunidade de crentes que é chamada de igreja, que desejamos (ou não) fazer parte, deve ser isso ai: a extensão de Cristo, quase que literalmente, neste planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa visão parece verdadeiramente ausente na arena religiosa de hoje. Apesar do discurso no palanque, dificilmente os olhos crentes ou ateus miram um grupo de cristãos esperando ver os braços do Cristo, ou seus ouvidos, ou lábios. Ainda bem, pois quase certamente veriam um Cristo anêmico, epilético, e aleijado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6467559904440638311?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6467559904440638311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6467559904440638311' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6467559904440638311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6467559904440638311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/04/o-que-igreja-afinal.html' title='O que é igreja afinal?'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5668169541420494950</id><published>2008-04-07T10:06:00.005-05:00</published><updated>2008-04-22T17:55:25.450-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Não conformismo com base em que autoridade?</title><content type='html'>Pois bem, depois de um longo e tenebroso inverno aqui estou eu de volta com uma nova questão que me veio à mente. Trombei hoje com uma declaração de Paulo familiar para muitos que diz na tradução atualizada de Almeida:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;"Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Paulo escreveu isso para o crentes da Galácia em perplexidade e apreênsão da rapidez com a qual os crentes abandonaram os fundamentos do estilo de vida que ele lhes ensinara. Na sequência Paulo narra seu confrontamento com o &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt; em defesa do princípio fundamental de seus ensinos, que ele declara ter recebido de Jesus diretamente, sem interferência humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é o não conformismo. A dúvida é, baseada em que autoridade? Eu gosto do não conformismo de Paulo, do ir contra a corrente, desafiando a autoridade, defendendo o princípio, a mudança de paradigma. O que eu não gosto [como bom pós-moderno que sou] é sua argumentação que recebeu a instrução diretamente de Jesus. Vale acrescentar que esta revelação não foi &lt;b&gt;pessoal&lt;/b&gt; como no caso dos outros discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, Paulo é Paulo, mas quem sou eu tentando andar na contra mão? O argumento de que recebí uma revelação direta do Senhor não cola bem, o que vocês acham? Na realidade, uma boa parte das mudanças que temos discutido e que eu gostaria de ver ocorrendo na igreja, minha comunidade de crentes ou na minha própria atitude em relação à religião é fortemente argumentada na linha do &lt;b&gt;senso comum&lt;/b&gt; ou bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: na sociedade pós-moderna que vivo e desejo aplicar e partilhar os mesmos princípios do estilo de vida de Paulo, a autoridade é o bom senso, raramente uma fonte inspirada de revelação. Na comunidade de crentes entalada no anacronismo, a autoridade é sempre a revelação, muitas vezes ao custo do bom senso. Como conciliar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5668169541420494950?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5668169541420494950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5668169541420494950' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5668169541420494950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5668169541420494950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/04/no-conformismo-com-base-em-que.html' title='Não conformismo com base em que autoridade?'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-4486858409842484411</id><published>2008-03-23T08:56:00.000-05:00</published><updated>2008-04-22T17:59:03.220-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cibele'/><title type='text'>Porque eu ainda gosto tanto de igreja?</title><content type='html'>Para mim essa questão é mais forte do que o "pra que serve" que vem sendo discutido aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu sempre estive envolvida numa comunidade religiosa: já passei por várias igrejas adventistas e vários grupos de estudos: uns mais "paz e amor", outros mais "racionais" como esse (o melhor de todos os tempos, aliás! rsrsrs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei acolhida carinhosa, crítica, trabalho a fazer (o que eu gosto muito e sempre me empolgo com 1000 coisas), apoio pras horas difíceis, administração duvidosa... Todos tiveram seu encanto, e todos, por um motivo ou outro, "passaram".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de 2 anos venho experimentando uma nova experiência (ok, ficou redundante, mas é assim que eu queria dizer mesmo). Comecei a fazer parte de uma comunidade da qual, na verdade, eu não me sentia parte por uns tantos meses. Ainda que houvesse pessoas conhecidas, das comunidades que eu frequentei anteriormente (o Gabi é um!), havia também umas tantas que pensavam, agiam, se vestiam e tinham gosto musical muito diferente do meu. Mas não sei exatamente porque (e eis aqui o ponto) eu resolvi insistir. Uma amiga que ia comigo (e compartilha desses mesmos questionamentos) desistiu, mas eu fiquei. [Aliás, quero convidá-la para participar aqui, posso? Lily, me ajuda a fazer isso?] Eu sempre digo a ela que eu não tenho jeito, sou igrejeira incurável, e por isso continuo. Uma sexta ela foi dormir em casa e disse que no sábado não queria ir de manhã comigo. Eu tive a capacidade de acordar e dizer: ah, desculpe, acho que se eu não for terei uma "crise de abstinência", vc não quer mesmo ir? Fica chateada se eu for e nos encontramos depois? Ela disse que não (e temos intimidade suficiente pra ela dizer o contrário, se fosse o caso) e eu fui (!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá eu já vivi reencontros, novas amizades, namoro, término de namoro, e me envolvi, para trabalhar, com 3 (ops, 5!!) grupos distintos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O primeiro (coordenação da manhã), fui convidada logo no ínício quando não tinha mesmo muito mais gente pra ajudar. Fazia algo que eu sei fazer bem, mas me estressava um bocado. E saí em poucos meses. Fiquei à disposição, tanto que já substituí a líder numa ocasião em que ela adoeceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O segundo (drama), de antigos amigos que eu considero demais, admiro a inteligência visivelmente acima da média, em que eu sou útil fazendo seja lá o que for, tenho liberdade para dar pitaco em quase tudo, dar e receber críticas sem mágoas e ainda me divertir um bocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O terceiro (louvor), o mais "profissional", fui convidada a participar como uma das líderes e sem ser amiga de ninguém. Deus me ajudou a realizar um bom trabalho, mas depois de 1 ano estava desanimada com a falta de comprometimento de alguns membros "inconquistáveis" da minha equipe e quase desisti, mas consegui permanecer com uma sugestão da líder máxima para diminuir - mas não extinguir - o meu grau de responsabilidade. Esse é o grupo mais interessante: continuo não sendo amiga íntima de ninguém, mas me sinto equipe e desenvolvi um carinho enorme por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quarto (coordenação da tarde), fui convidada por uma grande amiga para realizar um trabalho semelhante ao que eu fazia no primeiro. Apesar de ter a mesma natureza estressante a freqüência é menor e a maneira que ela lidera é mais "light". Por fim está se tornando muito mais interessante agora, pois incluiu a pesquisa de conteúdo para as programações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quinto (comunicação) [quando comecei, achei que essa lista era menor!] , eu me ofereci para ajudar, pois é algo que eu a-do-ro fazer! Eu tinha uma idéia do que era o trabalho, mas a liderança era um pouco ausente e o pastor, que sempre foi meu interlocutor mais próximo, tinha uma visão diferente do que devia ser feito. Até assumi algumas das coisas que ele gostaria que eu fizesse, contei com a ajuda de uma amiga que eu fiz lá, e por fim ainda anda bem indefinido, mas uma coisa é fato: estou cada vez mais próxima de fazer somente o que eu realmente quero e gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que ultimamente tenho me questionado muito sobre porque eu quero tanto continuar fazendo parte dessa comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atualmente tenho fortes motivos para mudar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- estou mais amiga da minha única "família" aqui por perto, minha irmã, que mora longe e freqüenta outra comunidade;&lt;br /&gt;- meu namorado também mora longe, ainda que não esteja comprometido com nenhuma outra comunidade, mas tem bastante proximidade com a comunidade que minha irmã freqüenta; (e aliás, tem questionamentos como esses também)&lt;br /&gt;- continuar insistindo em frequentar essa comunidade e ter tantas responsabilidades ali parece demonstrar que ela é mais importante que a família atual e a que eu (tanto) quero formar futuramente&lt;br /&gt;- os amigos que me acolheram no início estão se afastando ou continuam lá, mas tão ocupados que não temos mais a convivência que gostaríamos;&lt;br /&gt;- a comunidade cresceu e não exatamente dentro dos objetivos desejados e há momentos em que é tanta gente que perde totalmente o sentido de comunidade e vira muvuca;&lt;br /&gt;- há problemas de liderança e de relacionamento (guerra de vaidades) que me estressam às vezes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Daí eu fico pensando no que me faz querer tanto ficar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- há novos amigos, que eu me sinto útil em poder ajudar pessoalmente (estou tendo oportunidade de acolher e não só de ser acolhida, como aconteceu nos últimos anos)&lt;br /&gt;- há espaço para discussões como essa&lt;br /&gt;- a liderança demonstra que está em busca de estabelecer uma igreja fundamentada em pequenos grupos, baseada no sentido mais "puro" - e bíblico - do que a igreja deve ser&lt;br /&gt;- foi ali que eu vivi enquanto reconstruía a auto-estima, e hoje me sinto novamente integrada a um grupo, útil e algumas vezes até reconhecida pelo trabalho que realizo e que me dá um certo prazer e orgulho. (Isso tá virando terapia... rs)&lt;br /&gt;- sempre saio alimentada (coisa que acontece em freqüência muuuito menor quando visito outras comunidades)&lt;br /&gt;- O&lt;em&gt; principal: &lt;/em&gt;foi ali que eu aprofundei meu relacionamento com Deus como nunca antes e tenho experimentado alguns "resultados práticos" de entrega e de discipulado na minha vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava me sentindo egoísta e pirando com esse assunto há poucos dias (tanto que nem quis publicar o post - além da falta de tempo, claro). Mas fizemos um programa de páscoa que parecia tão impossível de sair e que atingiu tanto as pessoas, e sai tão miraculosamente melhor do que eu imaginava, que eu calei a boquinha por mais um tempo... e vou continuar lá simplesmente porque é uma grande oportunidade de aprender a viver - da maneira mais intensa que eu conheço até agora - o cristianismo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-4486858409842484411?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/4486858409842484411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=4486858409842484411' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4486858409842484411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4486858409842484411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/porque-eu-ainda-gosto-tanto-de-igreja.html' title='Porque eu ainda gosto tanto de igreja?'/><author><name>cibele</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-215412140307540422</id><published>2008-03-22T00:22:00.005-05:00</published><updated>2008-04-22T17:50:27.979-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>"Se formos cometer erros, cometamos erros novos"</title><content type='html'>Esta frase genial é de Frank Viola. Meu estimado amigo Ricardo me deu de presente esses dias um livro do tal do Frank chamado &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Pagan-Christianity-Origins-Modern-Practices/dp/0966665732"&gt;Pagan Christianity&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, que certamente deve ter servido como referência em seu recente &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/o-cargo-de-pastor-em-questo.html"&gt;post&lt;/a&gt;. O livro ficou empoeirando duas semanas, até que hoje, aproveitando minha solitude, peguei o dito para dar uma olhadela. Nem passei do prefácio e o autor já me aprisionou introduzindo o seu tema como se tivesse lendo o nosso Blog. Na nota de rodapé da página xx do prefácio fui levado para este &lt;a href="http://www.ptmin.org/organic.htm"&gt;site&lt;/a&gt; em busca da resposta para a pergunta: "What is an organic church?" Como é comum na leitura de fontes no mundo virtual, fui clicando, clicando e clicando e descobri que Frank Viola é um revolucionário da mesma estirpe de um velho conhecido meu, Brian McLaren, a quem fui apresentado anos atrás e com quem aprendi as primeiras lições de como ser um cristão na era pós-moderna. Para minha grata surpresa o Frank descreveu-se como co-conspirador com o Brian, comprometido a reler, resgatar e restaurar a prática religiosa do cristianismo primitivo. Enquanto o Brian se concentra na apologética, o Frank concentra-se na eclesiologia, uma área que tenho andado a procura de respostas por um bom tempo. Em uma &lt;a href="http://www.ptmin.org/articles/chronicles.php"&gt;entrevista&lt;/a&gt; ele dá um breve vislumbre de como deve ser uma igreja contemporãnea inspirada nos moldes da igreja primitiva. A radicalidade da descrição me fez lembrar do pastor que nos inspirou a fundar a igreja universitária que organizamos aqui nos EUA. Naquela época este querido pastor nos deixou horrorizado com o seu ideal de igreja. Mal sabíamos no que estávamos nos metendo, mas a despeito da insegurança o resultado foi ótimo. Mal posso esperar para retomar a leitura  e descobrir quais os erros que poderemos cometer doravante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-215412140307540422?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/215412140307540422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=215412140307540422' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/215412140307540422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/215412140307540422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/se-formos-cometer-erros-cometamos-erros.html' title='&lt;i&gt;&quot;Se formos cometer erros, cometamos erros novos&quot;&lt;/i&gt;'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7148112233625419458</id><published>2008-03-21T23:43:00.002-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:14.717-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Igreja boa funciona sem Pastor</title><content type='html'>Pensando na relação entre igrejas e pastores.&lt;br /&gt;Prá mim, igreja boa é aquela que os membros já fazem o que deve ser feito, e já sabem o que devem fazer. Nessas igrejas, o pastor pode se dedicar apenas a auxiliar, orientar e atrapalhar o menos possível os membros da igreja. É nessas igrejas que os pastores não fazem falta e se estão ou não, as coisas continuam como sempre. É preciso ser maduro prá ser pastor numa igreja assim.&lt;br /&gt;Nas igrejas que os membros são trabalhosos, muito do esforço do pastor se dá para resolver problemas, e aí, ele fica sem energia e sem condições de realizar o serviço mínimo pastoral adequado.&lt;br /&gt;Nos últimos posts nós falamos sobre os pastores, mas por outro lado, os membros tb tem uma parcela imensa de responsabilidade sobre as coisas que acontecem na igreja.&lt;br /&gt;É uma relação dupla, onde um reflete o outro. A massa reflete o pastor e vice-versa.&lt;br /&gt;Como membros, acho que temos de trabalhar prá sermos independentes. Acho que não devo esperar muito que o pastor seja bom pregador, talvez a gente tenha de ser um, talvez não deva esperar que o pastor seja um bom reconciliador, e sim, trabalhar para que nós sejamos os melhores reconciliadores...   e penso que isso deve valer prá todas as qualidades e talentos e dons... Pq penso que os pastores não são os detentores dos dons e sim os membros. Os pastores devem organizar esses dons para que haja unidade de pensamento e trabalho.&lt;br /&gt;Acho que deu prá entender o que estou pensando por aqui hoje...&lt;br /&gt;Boa pascuinha prá vcs todos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7148112233625419458?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7148112233625419458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7148112233625419458' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7148112233625419458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7148112233625419458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/igreja-boa-funciona-sem-pastor.html' title='Igreja boa funciona sem Pastor'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7345675314195660743</id><published>2008-03-15T12:22:00.003-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:14.717-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Continuando com a história da existência do Pastor</title><content type='html'>Ainda sobre o modelo pastoral, queria continuar na linha do Nicotra, acrescentando mais alguns dados.&lt;br /&gt;A igreja católica deturpou muito o conceito de um líder de igreja e nós sofremos ainda com essa influência. Os pastores ou líderes antigos passavam desapercebidos pela multidão. Roupas comuns, ofícios comuns, e dentro da igreja sentavam em lugares comuns. À hora de fazerem uma admoestação ou um sermão é que se dirigiam à frente para pregarem. Ao terminarem, voltavam ao lugar comum. Isso é muito interessante, pq a mensagem deles apontava a Cristo, e as pessoas não tinham pq quererem imitá-los, pq eles eram como o povo. O que restava? o exemplo de Cristo.&lt;br /&gt;O sistema clerical católico, em flagrante cópia do sistema pagão, exaltou os pregadores, dando a eles um púlpito, roupas coloridas e especiais, e o mais importante, roupas exclusivas. Assim, só os que tinham aquela roupa poderiam pregar, só eles poderiam dar conselhos religiosos, eram reconhecidos na rua, e por td isso, começaram a ter privilégios, e mais, as pessoas começaram a imitá-los, fazendo-os seus exemplos (afinal, eram mais visíveis que um Jesus invisível). Ainda mais, criaram hierarquias, onde há um tablado, e os nobres assistem ao sermão de cima do tablado, afastado das pessoas comuns.&lt;br /&gt;Sendo assim, o pastor ou pregador se tornou a última voz sobre verdades a serem discutidas e normalmente não serem abertos a idéias que não vieram deles (claro que aqui entra toda a carga de trabalho imposta a eles, que chega tb a ser algo desumano).&lt;br /&gt;Eu vejo que td isso só afastou a mensagem de Cristo das pessoas, criando disputa de poderes para serem os mais poderosos os mais próximos do pastor.&lt;br /&gt;Td isso, juntando ao que o Nicotra escreveu, acho que dá mais uma vez o cenário das formas que as igrejas adotam hoje (Fora o lance de um país tropical como o nosso e as pessoas serem ridiculamente obrigadas a usarem ternos e gravatas para adorarem, senão não vale).&lt;br /&gt;Acho que essas ações todas tem divergido do que nós pensamos e do pq não somos muito de chamar pastores para as reuniões de pequenos grupos, uma vez que tentamos não hierarquizar muito esses grupos de estudo e adoração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7345675314195660743?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7345675314195660743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7345675314195660743' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7345675314195660743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7345675314195660743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/continuando-com-histria-da-existncia-do.html' title='Continuando com a história da existência do Pastor'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-9138465490651151005</id><published>2008-03-11T10:39:00.001-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:43.727-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ricardo'/><title type='text'>O Cargo de Pastor em Questão.</title><content type='html'>Creio que a raiz da insatisfação com o modelo de igreja atual reside no seguinte fato: &lt;strong&gt;O modelo de igreja cristã estabelecido por Cristo e praticado por seus apóstolos e discípulos no primeiro século foi deturpado ao longo da história do cristianismo.&lt;/strong&gt; Os reformadores conseguiram recuperar parte do que foi destruído, mas deixaram muito por fazer. O modelo eclesiástico adotado pelas igrejas protestantes hoje não é o modelo que foi estabelecido por Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das inúmeras “deturpações” católicas não reformada pelos protestantes quero continuar comentando sobre a figura do pastor remunerado. (Discussão iniciada nos posts anteriores)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo de comunidade cristã estabelecido no primeiro século era orgânico e não organizacional, hierárquico e clerical. Isso significa que cada membro tinha ativa participação em ministérios relacionados com os seus dons e vocação. Embora os apóstolos que viajavam fundando igrejas pudessem vez ou outra receber alguma contribuição financeira, não havia o cargo de pastor local remunerado. Os crentes trabalhavam de forma voluntária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pastores protestantes são uma reminiscência da divisão clero/leigo estabelecida na igreja católica. Embora os reformadores tenham restaurado o conceito de “sacerdócio universal de todos os crentes” dentro de um aspecto soteriológico (um crente não necessita mais de intercessão de um sacerdote humano para ser salvo), os reformadores falharam em estabelecer este conceito num aspecto eclesiológico (a figura de um pastor local remunerado caracterizando o clero continua vigente no modelo eclesiástico dos protestantes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagar um homem para ser o pastor da igreja acaba tendo consequências danosas não só para a igreja como para o pastor e sua família. Manter um pastor remunerado implica quase sempre num aumento da expectativa dos membros em relação a sua performance. Espera-se que o pastor seja proficiente no exercício de todos os ministérios (ensino, pregação, visitação, assistência social, aconselhamento familiar, estabelecimento de novas comunidades em locais não alcançados, etc...). Não há tal homem com tantos dons: Alguns tem dom de pregar, outros de estabelecer novas igrejas, outros de dar aconselhamento. Quando os membros percebem que o seu pastor não tem todos estes dons acabam vendo suas expectativas frustradas. O pastor percebe esta frustração e tenta absorver as críticas de maneira a proteger seu emocional, sua família e seu emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse não era o projeto original de Deus. Ele idealizou a igreja como uma entidade orgânica composta por vários membros no mesmo nível hierárquico e colocou Cristo como o cabeça da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor seria se o modelo eclesiástico do Novo Testamento fosse novamente adotado. Cada membro poderia exercitar melhor os seus dons, reconhecer sua responsabilidade no corpo eclesiástico e se estribar apenas na liderança de Jesus Cristo. Isso evitaria toda esta insatisfação com a casta pastoral que temos observado atualmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-9138465490651151005?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/9138465490651151005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=9138465490651151005' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/9138465490651151005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/9138465490651151005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/o-cargo-de-pastor-em-questo.html' title='O Cargo de Pastor em Questão.'/><author><name>Ricardo Nicotra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16543269376804090589</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2vZr5ftARRE/SahJAxssT6I/AAAAAAAAAAM/0bTC0oOiwrE/S220/nicotra.JPG'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1276649015846574536</id><published>2008-03-08T14:10:00.003-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:14.718-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Prá que serve o Pastor da igreja?</title><content type='html'>Estive pensando durante essa semana sobre as coisas que falamos nos últimos dias e acho que precisamos conversar sobre um aspecto que não tocamos no assunto e que penso que é completamente atrelado ao assunto igreja, que são os &lt;strong&gt;Pastores&lt;/strong&gt; de igreja.&lt;br /&gt;Não quero entrar naquela discussão clássica que todos falam mal dos pastores ou são puxa-saco deles. Tb não gostaria de falar que tenho a sensação que os pastores bons eram os de antigamente, pq na realidade, o "antigamente"significa que eu era mais simplista e não entendia as pressões sobre os pastores e que tb nosso cérebro costuma relevar as más coisas e apenas relembrar as coisas boas (falta de memória coletiva).&lt;br /&gt;A idéia é assim: se a igreja hoje tem problemas e todos nós percebemos que tem, e toda igreja é dirigida por alguém, a quem normalmente chamamos de pastor, provavelmente ocorrem 4 coisas: ou esses pastores ajudaram a causar os problemas, ou não se apercebem deles, ou se apercebem mas não tentam mudar ou sabem e tentam mudar, apesar de não terem sucesso (na maioria dos casos). Assim, se eu disse que não ando sentindo falta da igreja, constituída como está, é sinal tb que não estou sentindo falta dos pastores, ou do trabalho deles.&lt;br /&gt;Além disso, tenho outra dúvida cruel que é assim: há como os pastores ideais fazerem um bom trabalho se suas companheiras não forem tb pastoras ideais?&lt;br /&gt;Por conta disso td e mais algumas coisinhas, gostaria de propor uma idéia que não fosse de criticar os pastores de forma negativa:&lt;br /&gt;Precisamos de pastores?&lt;br /&gt;Vamos construir uma lista de qualidades interessantes que gostaríamos que os pastores ideais tivessem?&lt;br /&gt;Vamos pensar tb para essa lista as qualidades que um pastor que estivesse cuidando de um campo onde só houvessem pequenos grupos como os que defendemos nos dias passados deveria ter?&lt;br /&gt;Qualidades que imaginamos de um Pastor ideal:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;....................&lt;/li&gt;&lt;li&gt;....................&lt;/li&gt;&lt;li&gt;....................&lt;/li&gt;&lt;li&gt;....................&lt;/li&gt;&lt;li&gt;....................&lt;/li&gt;&lt;li&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Quem se habilita a dar o primeiro palpite?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1276649015846574536?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1276649015846574536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1276649015846574536' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1276649015846574536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1276649015846574536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-os-pastores.html' title='Prá que serve o Pastor da igreja?'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1028920240554513663</id><published>2008-03-03T14:16:00.006-05:00</published><updated>2008-03-03T15:44:02.562-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lilian'/><title type='text'>Quando doar-se demais torna-se destrutivo...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nota: este é o começo da minha contribuição à discussão sobre igreja que está rolando aqui no blog já há várias semanas. Não quis usar a palavra "igreja"&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;no título porque, francamente, esta palavra tem tido um conceito tão negativo para mim nos últimos doze anos que mal suporto escrevê-la. Mas vou ter que usá-la no post, fazer o quê ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No meu "&lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/guisa-de-introduo.html"&gt;post inaugural&lt;/a&gt;" (nossa, que pomposo!), eu dei uma breve introdução ao contexto que me leva a escrever estas linhas e uma das coisas que eu disse, sem usar a palavra acima foi que na nossa mudança para os Estados Unidos 11,5 anos atrás:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Nenhuma área da minha vida sofreu um choque tão grande, tão devastador, quanto o aspecto religioso. &lt;/blockquote&gt;(e eu deveria dizer "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;nossa &lt;/span&gt;vida", pois com o Klebert não foi diferente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os amigos que tem encontrado conosco durante este perído nas nossas periódicas idas ao Brasil já sabem sobre isto, alguns deles, como por exemplo o Gabriel e a Deise, puderam experimentar um pouquinho da nossa realidade aqui nos idos de 1999, se não me engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, sem dar muito detalhes e sem citar nomes de congregações específicas, a nossa experiência com igrejas aqui nos EUA tem sido excessivamente desanimadora e temos analisado o assunto a fundo conforme os anos vão passando. Por um lado existem as igrejas americanas, "mortas" (com uma maioria de velhos e poucas pessoas com quem podemos nos identificar) e por outro as chamadas "igrejas étnicas" que vão desde igrejas predominantemente Afro-americanas, às hispanas e também incluindo as brasileiras. Estas todas tendem à crescer muito, mas, com exceção das igrejas (e associações -- SIM, neste país aparentemente a nossa denominação é a única que possui segregação racial ainda em vigor, mais por motivos políticos da minoria que tem muito mais &lt;del&gt;poder, $, membresia&lt;/del&gt; força política que a maioria 'morta' e que prefere manter o isolamento) Afro-americanas, as igrejas de imigrantes são complicadíssimas, pois a maioria dos membros e por vezes o próprio pastor (nos estágios de formação das igrejas) não está aqui legalmente. Além disso, a igreja torna-se o centro da vida destas pessoas que estão fora do seu país e que precisam de suas funções na igreja para sentirem-se valorizadas e &lt;del&gt;aparecerem&lt;/del&gt; úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem... no primeiro ano fomos forçados pela cirscunstâncias a ajudarmos numa igreja imigrante que começava. Daí nos mudamos e tivemos um ano "interessante" numa igreja americana típica um tanto não convencional pois tinha alguns alunos da universidade e um professor universitário que, juntamente com sua família, trazia os alunos. Mas este professor desistiu de continuar lutando contra a denominação, caiu fora, e acabamos nos vendo os principais reponsáveis para "tocar" a igreja por três anos... tentando trazer os alunos da universidades, exercendo as principais funções de liderança meio que forçados novamamente. Dando, dando, dando, e NADA recebendo, como o Osmar colocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto provou-se tão destrutivo para nós que acabou tendo um resultado inesperado... o  surgimento da primeira verdadeira "igreja do GEA"  -- uma congregação de jovens universitários que já há cinco anos e meio vem se reunindo semanalmente no campus da universidade para adorarem a Deus juntos. Mas esta história vai ser contada em outra ocasião, talvez pelo Klebert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento nos encontramos em outra igreja imigrante, e estamos tentando encontrar um equilíbrio entre doar-se em excesso e receber, mas o receber está difícil -- daí a necessidade fremente deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, eu não comentei nada no seu &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/voc-livre.html"&gt;post&lt;/a&gt; inspirado pelo CD do Leo, Marco, mas vou aproveitar o meu próprio post para dizer que este CD tem feito um bem imenso ao meu coração que está sedento, faminto, árido de receber mensagens que me toquem e me ajudem a continuar minha difícil e complexa jornada espiritual. Atualmente é meu álbum musical favorito. Um dia desses estávamos ouvindo o CD no carro vindo da igreja... e eu comentei com o Klebert "Sabe, a gente nem precisa de igreja com este CD, cada música é um sermão." E fato elas me alimentam e me ajudam a continuar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, acho que vou terminando por aqui, e a idéia principal que tentei abordar é a seguinte: respondendo aos comentários do &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-igreja-ii-osmar.html#c2755737512720369629"&gt;Marco&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-igreja-ii-osmar.html#c8636840153388038127"&gt;Osmar&lt;/a&gt; (vcs sabiam q dá para pegar links que levam a comentários individuais?) ao &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-igreja-ii-osmar.html"&gt;segundo post&lt;/a&gt; do Osmar, eu partilhei uma história pessoal que ilustra a nossa experiência com o "doar, doar, doar" e ficar "sem nada na mão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também já adiantei uma possível solução: a "igreja do GEA" -- grupo informal que conseguimos fundar lá na Universidade do Massachusetts Amherst e que parece ser a abordagem adotada informalmente também pelo Osmar. Existem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;várias &lt;/span&gt;possíveis soluções sim, e talvez pudéssemos começar a trocar idéias sobre quais são/ seriam algumas maneiras alternativas de tocar a coisa a despeito da existência da instituição e seus problemas (os quais, francamente, não tenho a menor vontade de discutir, já basta o que tenho vivido).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1028920240554513663?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1028920240554513663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1028920240554513663' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1028920240554513663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1028920240554513663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/quando-doar-se-demais-torna-se.html' title='Quando doar-se demais torna-se destrutivo...'/><author><name>Lilian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16238259763350552681</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1397116518358588570</id><published>2008-03-03T13:35:00.003-05:00</published><updated>2008-03-03T14:15:42.302-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Prá que serve a igreja III - Osmar</title><content type='html'>Bom, depois dessa pausa para beber água, vamos continuar:&lt;br /&gt;Sobre a analogia do Klébert para as igreja de bairro serem algo meio fadado ao fracasso eque precisam ser eliminadas, tenho minhas dúvidas, pq elas foram formadas a partir das igrejas centrais, então eu acho que elas só refletem as coisas que já acontecem, talvez menos evidentes.&lt;br /&gt;Acho que a solução passa por uma reinvenção ou uma reutilização da igreja, tipo uma simplificação de tudo o que conhecemos como igreja. No livro "Believing, Behaving, Belonging", o autor dá um novo (tão velho quanto o nosso mundo) significado à igreja, que é o senso de comunidade, ele até chama de teologia ou ministério da comunidade. Não quero aqui falar muito sobre isso, pq penso que esse assunto vai rolar quente logo logo, mas vejo como uma simplificação das relações.&lt;br /&gt;A igreja nunca será iluminada se ninguém buscar pela iluminação, e eu creio firmemente que nas pequenas comunidades ou pequenas relações é onde mais fortemente a luz brilha. Nos pequenos grupos comunitários há riqueza de necessidades reais, não aquelas grandes necessidades comunitárias que nunca se resolvem.&lt;br /&gt;Não creio tb na eficiência das megachurches pq acho que elas tiram a individualidade e vejo a galera indo aprender a como se faz isso prá tentar imitar por aqui tb. É uma falta de criatividade danada.&lt;br /&gt;Eu acho tb que as igrejas devem estimular o estudo e discussão da bíblia (lembram-se de dois primos que resolveram estudar a bíblia aos sábados à tarde?). Mas não estimular o estudo pelos mesmos óculos dos dirigentes. Não é assim que as coisas que acreditamos foram descobertas? Pq era bom que assim fosse e hoje isso não é mais admitido? Me estranha muito isso.&lt;br /&gt;Minhas sugestões para discussão para a recolocação da igreja nas suas funções são essas, passando do ensinar a estudar a bíblia corretamente, simplificar as relações e as burocracias e estimular a formação de pequenos grupos comunitários, para que as pessoas aprendam realmente o que é servir sem esperar nada em troca (o evangelismo ocorre aqui, nesse ponto, sem alardes, mas seguro).&lt;br /&gt;Solução ainda tem...Dona Branca que o diga...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1397116518358588570?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1397116518358588570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1397116518358588570' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1397116518358588570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1397116518358588570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-igreja-iii-osmar.html' title='Prá que serve a igreja III - Osmar'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8851516001421198143</id><published>2008-03-03T12:54:00.002-05:00</published><updated>2008-03-03T14:15:42.302-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Prá que serve a igreja II - Osmar</title><content type='html'>Olá pessoal que me respondeu...&lt;br /&gt;Resolvi postar aqui meus comentários pq é mais fácil as pessoas lerem os posts que os comentários (me corrijam se necessário, os blogueiros de plantão).&lt;br /&gt;O Gabriel me perguntou então se não ir à igreja no modelo tradicional (praticamente é a única que existe por aí, salvo exceções) não me faz falta. Vou dizer uma coisa... faz falta sim, mas a igreja que está aí hoje não é a tradicional, conceitualmente como foi formada. A atual é muitíssimo burocrática, cheia de normas e regras que nunca estimulam um real adorador a adorar. Eu vejo uma igreja desgastada nas suas formas e tentando pela sua forma burocrática manter a todo custo uma casca, uma áurea de santidade.&lt;br /&gt;Eu fico pensando na beleza de um estudo, quando eu percebo que parece que Deus tem prazer nas descobertas que fazemos dEle usando labirintos bíblicos e mentais e que isso além de ser estimulante e instigante, aumenta nosso QI, pelas formas relacionais que aprendemos a fazer. Vejo esse processo bloqueado na igreja. Vejo Deus dizendo: "&lt;strong&gt;Vinde, arrazoemos&lt;/strong&gt;...(&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/is/1/18"&gt;Isaías 1:18&lt;/a&gt;+)", mas se eu chegar numa igreja e falar... "&lt;strong&gt;moçada, vamos arrazoar sobre o sábado? sobre o vegetarianismo? sobre usos e costumes&lt;/strong&gt;? " serei execrado, por que a igreja não sabe dialogar.&lt;br /&gt;Bom, sobre isso, já falávamos há muito tempo. A igreja nunca investiu em recursos humanos, ou seja, membros inteligentes, e agora sofre pela falta de cérebros...  Rindo pela fala do Klébert, que haverá sombrancelhas tortas para essas frases, não combato a igreja, apenas gostaria de espaços e mais opções para que as pessoas pudessem livremente discutir a teologia da igreja.&lt;br /&gt;Ainda mais sobre o que o Klébert comentou, eu reitero aqui o que já havia dito: Há muito tempo tenho saído da igreja com fome, muita fome de alimento espiritual. Há muito tempo não volto prá casa pensando: "&lt;strong&gt;Puxa, que relações interessantes foram feitas pelo cara que pregou&lt;/strong&gt;."&lt;br /&gt;Numa grande cidade do interior de São Paulo, rolou uma série de conferências no ano passado. Batizaram muitas pessoas. Enviaram novamente o grupo de pregadores e os teologandos para darem assistência a essas pessoas. Fiquei sabendo disso hoje. Fiquei triste. Isso significa que foi percebido que os membros não tem capacidade de fazer a manutenção desses novos membros, ou seja, precisa haver pessoas pagas pela obra, trabalhando profissionalmente com esses novos membros. E o pior, é que os membros antigos da igreja acham isso ótimo. Pq assim eles tb podem transferir mais coisas para esses obreiros...  Oras, a médio prazo, será um círculo vicioso e não virtuoso. Os membros dessa cidade pouco ou nada fizeram para os novos membros, assim, tb não se sentem ligados a eles. O que resta a esses velhos membros fazerem é continuarem a disputarem os cargos e poderes...   Realmente muito triste.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas há solução...   certamente que há.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Continuo os comentários logo mais, senão vai virar um jornal, isso aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8851516001421198143?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8851516001421198143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8851516001421198143' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8851516001421198143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8851516001421198143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/03/pr-que-serve-igreja-ii-osmar.html' title='Prá que serve a igreja II - Osmar'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8484547525646034423</id><published>2008-02-29T23:45:00.000-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:14.718-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar'/><title type='text'>Prá que serve a Igreja?</title><content type='html'>Olá antigos coleguinhas e amigos de GEA. Agora nós, todos já com fiozinhos brancos, uns mais e outros menos (coisa que achávamos impossível, quando na USP), nos encontrando em ontra forma de comunicação. Aliás, comunicação não nos falta. O Klebert tem razão quando diz que precisamos nos comunicar mais e mais. Há um cronista mineiro, chamado Rúbem Alves que diz em uma de suas crônicas, que deveria haver um curso de escutatória, pq de oratória já tem de montes por aí, e saber falar todos sabem, mas ouvir, quase ninguém. Pq estou dizendo tudo isso? Para os que me conhecem, sempre falante, tenho aprendido agora (antes tarde do que nunca) a ouvir mais do que a falar. Ou melhor, ouvir, sempre ouvimos, mas tenho prestado mais atenção e pensado muito mais no que as pessoas dizem, mais ainda, no que as pessoas não dizem.&lt;br /&gt;Como parece a maioria de nós, é a primeira vez que vou participar de um blog. Espero que ele não me morda e que eu não aperte a coleira...&lt;br /&gt;Mas vamos ao que interessa.&lt;br /&gt;Me questionei sobre igreja há um tempo. Minha experiência com igreja é grande prá quem não sabe, como bom FDP (Filho De Pastor), tenho passado por vários tipos de igrejas, mas ultimamente não tenho freqüentado. A sensação que tenho é que o nosso sistema igrejeiro, pelo menos aqui no Brasil é um sistema criado para ser homogêneo, tentando atrair pessoas heterogêneas.&lt;br /&gt;Dentro disso, eu queria dividir o tema em dois, ou falamos sobre Igreja constituída e oficial, suas funções teológicas, doutrinárias e sociais, ou podemos falar sobre a Igreja no contexto de comunidades, que talvez seja mais próximo do ideal bíblico para igreja.&lt;br /&gt;Discutí um pouco esse assunto com o Gabriel durante nossa viagem à Patagônia e Terra do Fogo no início de 2007. Havia hora que parecia que andávamos em círculos e parecia que não havia necessidade de haver a igreja (comunidade), e já em outros momentos, parecia claro que a força da comunidade ou igreja no sentido de reforçar a fé, a aceitação social e a sensação do ser útil eram imprescindíveis.&lt;br /&gt;Observo hoje as igrejas (instituídas) como centros de poder e dominação. Há um bom tempo não tenho percebido crescimento espiritual meu e de outras pessoas quando vão às igrejas. Isso tem me mostrado que como esse foco, as igrejas deixaram de oferecer o de mais básico e a razão fundamental de terem sido formadas.&lt;br /&gt;Percebo outra coisa que considero importante: as igrejas onde as pessoas tem a preocupação de serem missionárias, são igrejas menos problemáticas e mais tolerantes (se é que é preciso haver tolerância numa igreja). Os momentos onde mais tenho exercido a função igreja ocorrem nos grupos de estudo que tenho formado ou participado. Nesses grupos há um senso de comunidade, de amizade, de ajuda nas horas difíceis, e sem a necessidade do reconhecimento do grande público. Nesses grupos, os estudos acontecem, as dúvidas são resolvidas, e as pessoas são mais ligadas. cada grupo tende a ser homogêneo, mas cada grupo tem uma característica diferente, o que não ocorre na igreja instituída.&lt;br /&gt;Bom, vou terminando esse post já apresentando algumas opiniões fortes sobre td isso, e já recomendando a idéia de "igrejas-missionarismo entre iguais-comunidades" e acho que vamos falar muito sobre isso ainda.&lt;br /&gt;Abraços a todos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8484547525646034423?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8484547525646034423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8484547525646034423' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8484547525646034423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8484547525646034423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/pr-que-serve-igreja.html' title='Prá que serve a Igreja?'/><author><name>Osmar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10058687243806956092</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1075543550581592214</id><published>2008-02-28T12:27:00.001-05:00</published><updated>2008-04-22T17:50:56.770-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Você é livre?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;Há algum tempo o cantor Leonardo Gonçalves lançou seu segundo CD solo. Para todos que gostaram do primeiro, a espera foi bem longa, mas ao ouvi-lo e ao ler seu encarte entendi porque: esse CD foi bastante planejado, pensado nos mínimos detalhes, especialmente na mensagem que ele pretendia transmitir. O resultado foi um trabalho de primeira linha e de conteúdo substancioso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Mas isto não é uma resenha; estou anos-luz distante de poder ser crítico musical. Menciono o tal CD porque me chamou a atenção aparecer como tema central de duas de suas músicas, e como tema incidental em outra, a liberdade &lt;st1:personname productid="em Cristo. Por" st="on"&gt;em Cristo. Por&lt;/st1:PersonName&gt; que tanta ênfase num mesmo assunto? Bem, mas é um ótimo assunto pra se enfatizar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;“Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como havendo de ser julgados pela lei da liberdade”,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt; orienta Tiago (2:12). Jesus andou na mesma linha dizendo que &lt;i style=""&gt;“se... o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”&lt;/i&gt; (João 8:36). Só que a maior parte das pessoas que eu conheço que abandona a fé e a congregação da igreja afirma, por atos ou palavras, que está justamente em busca de liberdade. Quer determinar seus próprios caminhos, escolher livremente o que fazer com seu corpo, seu tempo, seus recursos. Não é um paradoxo? Afinal de contas, mergulhar de cabeça em Cristo e aceitar de bom grado - com entusiasmo até - participar de Sua igreja liberta as pessoas? Mas como, se a maioria esmagadora das igrejas impõe um estilo de vida rígido e se arroga o direito de julgar quem dele discorda (ao passo que a minoria que não faz isso descamba, no mais das vezes, para uma atmosfera permissiva que dá a impressão de que a fé e o evangelho são coisas baratas)? Como se, fazendo isso, eu estou fatalmente deixando de fazer coisas que eu fazia livremente? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Uma das frases do Leonardo Gonçalves ajuda a desatar esse nó. Ele canta:&lt;i style=""&gt; “sempre estive preso ao meu prazer e minha dor/mas eu hoje tenho liberdade no Senhor...”&lt;/i&gt;. Viver para servir a seu próprio prazer e para evitar sua própria dor é uma falsa liberdade, por “n” razões. Que nosso coração e nossos sentidos são péssimos aios, fazendo com que o prazer de agora redunde em dor e sofrimento prolongado no amanhã é uma delas. Que fomos feitos à imagem e semelhança de um Deus que vive para servir, e, portanto, que o egoísmo é negar nosso propósito e nossa natureza originais é outra razão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Reconhecer-se pequeno e submeter-se ao grande que nos ama é, sim, experimentar liberdade, liberdade que Jesus chama de “verdadeira” – indicando assim que há uma falsa liberdade. Fazê-lo é sentir-se livre de si mesmo, apto a resistir aos prazeres que – esses sim! – viciam e aprisionam e a suportar a dor que antecede a felicidade plena. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Essa liberdade não é fácil de entender, especialmente em nosso século. Gostei de ver o artista dedicar-se ao tema, denotando assim haver atingido um grau de certa maturidade espiritual. A mesma que lhe desejo, porque sentir o vento dessa liberdade no rosto é uma experiência indescritível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1075543550581592214?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1075543550581592214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1075543550581592214' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1075543550581592214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1075543550581592214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/voc-livre.html' title='Você é livre?'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-3603861287573158508</id><published>2008-02-27T03:43:00.004-05:00</published><updated>2008-04-22T17:52:19.343-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Para quê eu quero igreja? Parte III</title><content type='html'>Na semana passada tive a grata experiência de conhecer o Fred. Estudante de Farmácia na USP (por acaso lembra alguém? Ele deveria estar por aqui também...), e um dos engajados em consolidar mais uma geração do GEA-USP (a quarta), acompanhado de seus outros 7 amigos.&lt;br /&gt;Este encontro virtual se deu graças a nosso amigo Marcão, que me indicou a ele e então começamos a conversar (extensos chats) sobre a infinidade de possibilidades que um novo GEA tem pela frente.&lt;br /&gt;Dentre as muitas preocupações que o Fred me apresentou como sendo do grupo, uma das mais relevantes para mim foi a da necessidade de evangelizar no meio altamente secular que é o meio universitário. &lt;blockquote&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;...o bom senso diz que você dizer 'Deus é fiel' pra um biólogo não quer dizer muita coisa... isso não faz muito sentido nem pra mim mesmo...&lt;/span&gt;"&lt;/blockquote&gt; comentou ele. Esta angústia parece estar na dificuldade de comunicar a outros uma experiência que consideramos importante (se não essencial), mas que não encontra espaço na mente científica secular: &lt;blockquote&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o conceito convencional de evangelismo que trazemos desde o berço é aquilo: faça contato, consiga dar estudo, e depois mergulhe! *chuááá* 'oh q belos hinos' --&gt; acabou&lt;/span&gt;"&lt;/blockquote&gt; disse Fred, lamentando... será que evangelismo tem que ser isso? Aliás, o que é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;evangelismo &lt;/span&gt;em nossa metáfora básica pessoal? De onde essa definição veio para que a incorporássemos tão fortemente em nossa experiência religiosa e ainda assim não estarmos confortáveis com ela? Por que &lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/atos/2"&gt;Atos 2:42-47&lt;/a&gt; parece algo tão utópico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perguntei a ele como se sentia a respeito do grupo GEA onde ele participa hoje, rapidamente ele me respondeu: &lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;"Vou te responder a essa pergunta com um &lt;a href="http://www.orkut.com/AlbumZoom.aspx?uid=1200332241545517757&amp;amp;pid=5&amp;amp;aid=1&amp;amp;p=0"&gt;link&lt;/a&gt;... a legenda fala tudo"&lt;/blockquote&gt;Cara... que foto fantástica! Fiquei com saudades dos tempos em que passávamos juntos, bagunçando aos sábados à noite na casa da Lily, das conversas com pipoca na cozinha, e dos vídeos altamente produzidos durante o noite toda... sem falar nos acampamentos, praia no Guarujá, Juquitiba, PETAR e outros tantos lugares que não me lembro agora. Resultado disso? Aqui estamos, juntos (ainda que virtualmente) através de algo muito mais forte que o tempo e a distância poderiam nos impor.&lt;br /&gt;Bem, voltando ao ponto... observando a foto, me lembrei de centenas delas em que dividimos cenas semelhantes... e fiquei pensando: &lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;"O que precisaríamos fazer ou mudar, talvez em nós mesmos, para que houvesse espaço nesta foto para gente que não tem a nossa mesma fé, e ainda assim pudesse compartilhar destas mesmas experiências conosco?"&lt;/blockquote&gt;Será que conseguiríamos ter um ambiente onde outros (seculares, se assim podemos chamar) pudessem se sentir em relação a nós da mesma forma como nós nos sentimos em relação ao demais do grupo e vice-versa? É nesta hora que eu sinto a dificuldade de compreendermos (eu certamente me incluo) o que Jesus quis dizer com &lt;a href="http://boladeneve.bibliaonline.com.br/aa/mc/12"&gt;Marcos 12:31&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-3603861287573158508?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/3603861287573158508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=3603861287573158508' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3603861287573158508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/3603861287573158508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/para-qu-eu-quero-igreja-parte-iii.html' title='Para quê eu quero igreja? Parte III'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-7806844813215095646</id><published>2008-02-26T16:53:00.007-05:00</published><updated>2008-02-26T17:26:19.928-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lilian'/><title type='text'>Na contra mão (da história)</title><content type='html'>Bom, já que puxei o assunto num &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/mais-um-leitor-colaborador.html#c734377404297212632"&gt;comentário&lt;/a&gt; ao &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/mais-um-leitor-colaborador.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt; do Ricardo, vamos ver se consigo escrever sobre ele rapidamente, já que não ando contribuindo muito por aqui apesar de ter "criado" este blog nos idos de Janeiro de 2007. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Gabriel &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/mais-um-leitor-colaborador.html#c3150429403148363462"&gt;comentou&lt;/a&gt; (e estão vendo como um blog é uma maneira maravilhosa de se dialogar?), o título do blog já foi mencionado brevemente em posts mais antigos. Por exemplo, no seu primeiro post, intitulado "&lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2007/01/saindo-da-contra-mo.html"&gt;Saindo da contra mão&lt;/a&gt;" por exemplo, o Klebert lamenta que tenha perdido a chance de ser a pessoa do ano da revista &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Time&lt;/span&gt; (que em 2006 foi "você" -- com a ilustração de uma tela de computador espelhada, querendo dizer que era quem tinha blogs e se "auto-publicava" na internet) pois ele não tinha ainda um blog. Mas não é este "na contra mão" a que eu me referia ao pensar num título para este blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;a href="http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/o-choque-das-civilizaes.html"&gt;segundo post&lt;/a&gt; do Klebert (sem nenhum comentário, aliás, vocês leram?), ele chega mais perto da idéia, referindo-se ao "choque de civilizações" que encontramos hoje entre os "antigos paradigmas" religosos e as "convicções da sociedade pós-moderna" na qual estamos inseridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensei na idéia de um título para este blog, várias idéias me vieram à mente. Estão anotadas num papelzinho que está há quase um ano por aqui na minha mesa de computador e que agora que vou transcrevê-lo no blog, poderei finalmente (ufa!) jogá-lo fora. Aliás, espero que na discussão que se siga nós possamos decidir uma breve descrição para ser colocada sob o título do blog, que era isso que eu estava tentando elaborar em dezembro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Um novo tipo de cristão" (título de livro de Brian McLaren &lt;a href="http://www.brianmclaren.net/archives/books/brians-books/a-new-kind-of-c.html#more"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A New Kind of Christian&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na Contra Mão (da História) um blog coletivo para &lt;del&gt;expressar idéias de quem quer discutir&lt;/del&gt; diálogos (construtivos) &lt;del&gt;a respeito &lt;/del&gt; sobre a relevância de sermos cristãos (adventistas ou não) no século XXI."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cristãos Pensantes"&lt;br /&gt;"Não é para discussões de caráter doutrinário, teológico estrito, ou comportamental"&lt;br /&gt;"Thinking Christians"&lt;br /&gt;os &lt;del&gt;participantes&lt;/del&gt; contribuintes são um grupo de amigos que se conheceu através do GEA-USP de 1990-1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Penso logo existo&lt;br /&gt;Pensando em Religião&lt;br /&gt;Relevante      Relevância&lt;br /&gt;Religião Pensante&lt;br /&gt;GEA Virtual"&lt;/blockquote&gt;Pronto, joguei o papel fora!! Já não era sem tempo... (obrigada por ajudar-me indiretamente a arrumar minha mesa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... voltando à idéia central. O sentimento/pensamento (finalmente!! sentimentos voltaram a ser valorizados na era pós moderna, viva!!)  principal que me vem à mente quando penso no mundo (não no sentido que usamos na "igreja" OK?) de hoje  e tento conciliá-lo com a religião, principalmente a religião organizada, é que a mesma está indo claramente na contra-mão.&lt;br /&gt;Sim, já sei o que vocês podem contra-argumentar, mas não estou querendo argumentos teológicos aqui, estou apenas querendo descobrir como fazer com que a religião possa ser algo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;relevante&lt;/span&gt; para uma pessoa que vive neste mundo de hoje onde o acesso à informação é quase que irrestrito, onde as pessoas podem estar interagindo de maneira muito mais intensa, onde a discriminação contra outras pessoas é condenada, etc., etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários livros de um autor que citei acima, &lt;a href="http://www.brianmclaren.net/"&gt;Brian McLaren&lt;/a&gt;, abordam precisamente este assunto. Eu não li todos eles, mas parte de vários. Eles ajudam, mas continuo buscando mais respostas, particularmente de outras pessoas que tem o mesmo "background" que eu -- vocês!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então estamos aqui tomando parte neste multi-facetado diálogo. Mais pra frente queremos fazer pequenas resenhas de livros do Brian e outros e assim poderemos partilhar idéias e também recursos uns com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora... alguma sugestão para o "subtítulo" do blog? (e/ou descrição do mesmo? Pois uma descrição também pode ser colocada na margem lateral).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-7806844813215095646?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/7806844813215095646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=7806844813215095646' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7806844813215095646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/7806844813215095646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/na-contra-mo-da-histria.html' title='Na contra mão (da história)'/><author><name>Lilian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16238259763350552681</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5621307450248640194</id><published>2008-02-26T16:06:00.004-05:00</published><updated>2008-04-22T17:51:43.727-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ricardo'/><title type='text'>Mais um leitor / colaborador</title><content type='html'>Hoje tive a grata honra de ser convidado pelo meu amigo Klebert para fazer parte do grupo de leitores deste blog. Em seguida ele me convidou para fazer parte do distinto grupo de colaboradores do blog. Não estou seguro se ambos os grupos têm os mesmos elementos, mas isso não importa. O que importa é ter a sensação de voltar a participar de uma troca de idéias no espírito "geano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estava fazendo o meu cadastro no blog reparei que o título completo do blog é "Na Contramão da História". Por alguns minutos fiquei meditando sobre o que significa andar na contramão da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ir na contramão significa ir no sentido contrário do fluxo natural. Então se a história é escrita e vivida para frente, ir na contramão significa ir para trás, ou seja, revisitar a história, estudar e analisar nossas origens. Andar na contramão tem seus riscos: você pode colidir com aqueles que vêm na direção convencionada. Mas não há retorno ou lucro se não houver risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu próximo post vou falar um pouco sobre o livro que estou lendo, &lt;a href="http://www.amazon.com/Pagan-Christianity-Exploring-Church-Practices/dp/141431485X/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1204060956"&gt;"Pagan Christianity"&lt;/a&gt; de Frank Viola. A leitura deste livro é um convite para caminhar na contramão da história da Igreja Cristã. Durante a leitura aconselho o uso de capacete e cinto de segurança...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pelo convite... ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5621307450248640194?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5621307450248640194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5621307450248640194' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5621307450248640194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5621307450248640194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/mais-um-leitor-colaborador.html' title='Mais um leitor / colaborador'/><author><name>Ricardo Nicotra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16543269376804090589</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2vZr5ftARRE/SahJAxssT6I/AAAAAAAAAAM/0bTC0oOiwrE/S220/nicotra.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5847868658450657100</id><published>2008-02-25T23:13:00.003-05:00</published><updated>2008-02-26T15:39:04.519-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Pra quê eu quero igreja... revisitando</title><content type='html'>Tendo definido que igreja no contexto que tratamos aqui não é a instituição que a palavra igreja normalmente representa, mas uma comunidade de crentes que partilham uma mesma fé, adiciono mais esta idéia que não é nova, mas não é menos fundamental, e que reencontrei lendo a velha carta do Paulo aos seus colegas de fé em Roma. A passagem na carta diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Anseio vê-los, a fim de compartilhar com vocês algum dom espiritual, para fortalecê-los, isto é, para que eu e vocês sejamos mutuamente encorajados pela fé."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;Paulo mal pode esperar a oportunidade de encontrar os companheiros de fé na expectativa de não só encorajá-los, mas também ser encorajado por eles na troca de experiências de natureza espiritual.  Imaginem ele relatando aos crentes de Roma os eventos que ocorreram durante sua tumultuada viagem até lá. Como os crentes não devem ter ficado impressionados ao ouvirem como Deus salvou a Paulo e seus companheiros de viagem do naufrágio, como Paulo se safou das mãos dos seus opositores em Jerusalém e com foi miraculosamente salvo da morte em sua chegada a Malta. Que lição de cristianismo prático não aprenderam ao descobrirem como Paulo, o prisioneiro, se relacionou com os responsáveis por sua guarda mesmo em face da oportunidade de escapar durante o naufrágio. Não tenho dúvida de que a expectativa de Paulo foi cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, uma comunidade de crentes organizada provê um espaço natural para que estas experiências sejam trocadas, e a fé dos participantes seja fortalecida mutuamente. Todavia, pesa-me reconhecer que este objetivo fundamental da igreja tem sido suplantado por outros que promovem resultados muito menos importantes. É por essa razão que estamos debatendo por quê fazemos parte de uma igreja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5847868658450657100?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5847868658450657100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5847868658450657100' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5847868658450657100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5847868658450657100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/pra-qu-eu-quero-igreja-revisitando.html' title='Pra quê eu quero igreja... revisitando'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6504096705577613188</id><published>2008-02-18T23:28:00.002-05:00</published><updated>2008-02-26T15:39:23.313-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>O castigo que nos traz a paz</title><content type='html'>Abel ficou enrolando na cama por um longo tempo antes de se levantar. Sonhara com sua família, e ao despertar remoía-lhe no pensamento a lembrança da voz grave da mãe reprendendo-lhe as traquinagens dizendo que o castigo pode tardar mas nunca vai falhar. Procurava distrair o medo, mas os revezes recentes adicionavam uma sombra negra aos seus temores. Vendera o carro para saldar a dívida de um negócio falido. Sem carro para ir trabalhar, ficou em casa alguns dias e foi mandado embora. O co-morador do apartamento tinha sido pego dirigindo sem carteira e estava preso em processo de deportação. Agora tinha que arrumar uma solução urgente para o aluguel que já estava atrasado. Temia pelo que mais poderia acontecer. Pensou em ligar para a família no Brasil, mas sem dinheiro era melhor economizar o cartão. Além disso sua voz poderia traír-lhe a ansiedade do castigo que merecia e que tardara até então, mas que agora, não tinha dúvida, estava esmurrando a sua porta. Levantou para ver quem era, mas eram apenas seus temores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No espelho do banheiro mal reconheceu o Abel de outrora que seduziu a amiga de colégio no escândalo que consumou sua decisão de fugir para os Estados Unidos. Tinha encontrado a Renata acidentalmente no Orkut acessando a página de velhos amigos de colégio. Ela estava linda nas fotos, ainda irradiando aquele brilho nos olhos que o facinara nos corredores do colégio Adventista. Investigando os scraps e perfil descobriu que ela tinha casado e era uma mãe super coruja de um menino rechonchudo de quase dois anos. Surpreendentemente não havia fotos da família e somente poucas referências ao marido. Na subsequente troca de emails, Abel confirmou sua suspeita de que as coisas não iam bem no casamento de Renata. Depois do nascimento do Felipe, Renata sentía-se cada vez mais sufocada pelo marido que brigava constantemente reclamando de sua excessiva devoção ao menino e ao trabalho. Ela estava enfrentando uma barra em casa e Abel não mediu esforços para ampará-la. Irrefletidamente conduziu o relacionamento a um grau de intimidade que complicou não somente sua vida, mas arruinou a de Renata. Tirou os olhos do espelho, lavou o rosto e despertou para um novo pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os Estados Unidos não manavam leite e mel, como Abel podia constatar pelo armário e geladeira quase vazios. Ele tinha dissolvido uma parceria no Brasil numa loja de eletrônicos para conseguir parte dos 12 mil dólares que precisava para atravessar pelo México. Foi uma saída estratégica para um negócio que andava mal das pernas com operação de caixa dois, contrabando do Paraguai e o fisco fechando o cerco. O único detalhe foi que não avisou ao parceiro sobre a decisão da viagem, e muito menos sobre a grana que tomou "emprestado" para custear as despesas. Abel não tinha dúvidas que trabalhando nos Estados Unidos poderia mandar o dinheiro de volta rapidamente. Porém o máximo que conseguira até então fora mandar de volta o dinheiro do carro para dar crédito às promessas de restituição e poupar a familia das ameaças do ex-sócio que o acusava de ladrão. Desemprego e dinheiro curto eram apenas parte do problema. O vizinho da frente, por exemplo, voltou para o Peru deixando para trás uma dívida de 55 mil dólares de um apêndice supurado. Torturava-se imaginando se voltaria como o peruano ou como o colega deportado. Em qualquer circunstância voltar seria uma tragédia e humilhação, porém um preço bem pago pelas trapaças de outrora. Engoliu em seco a útima fatia de pão e saiu desanimado para procurar emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ganhando acesso à avenida Abel confortou-se com a idéia de que a repentina desgraça do colega deportado tinha sido beneficial para ele, pois pelo menos agora tinha um carro por tempo indeterminado. O que não tinha, porém, era um destino certo naquela manhã de sábado. Passando em frente de uma igreja Adventista lembrou-se de um amigo que tinha arrumado emprego através de um conhecido daquela igreja. Abel nunca fora Adventista, mas conhecia a religião desde os tempos do colégio, e dada as circunstâncias não tinha nada a perder em dar uma parada e ver se conseguia ajuda. Ao sair do carro, leu em voz alta as palavras do tema do sermão do sábado anunciado no painel do gramado: "O castigo que nos traz a paz". Que castigo seria esse? Franziu a testa raciocinando que a última coisa que alguém esperaria ganhar ao ser castigado seria paz. Sua vida atormentada era prova disso. Sua tia devota sempre dizia que céu não é boca livre e que inferno não é baile: se você não fizer por onde alcançar o paraíso, faça-o pelo menos por medo do capeta. Refletia que se ele conseguira escapar do castigo até agora, fora pelo destino, o mesmo destino que não mais o poupava. Parou por um segundo diante da porta incerto se deveria mesmo entrar--não estava vestido adequadamente. Mas inspirado pela curiosidade despertada pelo anúncio entrou assim mesmo como estava. Mal sabia ele que lá dentro alguém o esperava para tomar o seu castigo e oferecer-lhe paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Submetido para a Revista Adventista edição em língua portuguesa na América do Norte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6504096705577613188?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6504096705577613188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6504096705577613188' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6504096705577613188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6504096705577613188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/o-castigo-que-nos-traz-paz.html' title='O castigo que nos traz a paz'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-42565357042086319</id><published>2008-02-15T18:33:00.006-05:00</published><updated>2008-02-29T10:04:58.789-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Para quê eu quero igreja? Parte II</title><content type='html'>Fiquei meditando sobre o último post do Marcão, tentando extrair algumas premissas implícitas no seu texto. Uma variante do que está em questão aqui é: "Quais as motivações que me conduzem a participar da igreja?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se olharmos nossa atual sociedade, pelo menos aqui no Brasil, há muito tempo não se via tanto interesse em assuntos espirituais. Diversos livros, palestras e materiais tem sido publicados sobre os assuntos mais variados relacionados com experiências espirituais: anjos, transcendência,  bruxaria, e mesmo sobre Deus e Jesus. Autores se fizeram famosos nestes assuntos (Paulo Coelho é um exemplo). Então, se a busca pela religiosidade está tão em moda, por que esse desinteresse tão grande pela religião institucionalizada? Quem hoje quer saber de se filiar a uma igreja ou ter seu nome escrito numa lista de membros? As pessoas estão receptivas a experiências religiosas, mas completamente fechadas a instituições religiosas. Confesso que em parte também me sinto assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu estou buscando uma experiência, na qual eu possa reconhecer que foi relevante para mim, então a religião tende a ser algo pessoal meu, chegando até ser privado, onde a ética pós-moderna não me permite questionar a experiência de outra pessoa ou por à prova seus valores ou fundamentos das suas crenças, e vice-versa. Então posso até pensar que a minha própria religião me faz bem e me satisfaz, e não quero nem preciso "converter" ninguém a ela. Neste contexto, participar de uma igreja torna-se algo opcional... se me agradar eu participo,  caso contrário não vou. Logo, em última instância, se algo é opcional, então a igreja é dispensável para minha experiência religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje tenho 2 filhos, de 4 e 6 anos, um casal. Perguntei ao mais velho se ele achava que a igreja é importante, e ele me disse que sim; então insisti e perguntei  "Por que?" Ele me disse "Porque é lá que eu aprendo sobre Jesus, mas eu não gosto muito de ir...". Será que eu estou realmente conseguindo transmitir a eles a importância da igreja? Aliás, por que ela é importante (a Bíblia diz assim, mas ...) ? Eles ainda não podem tomar decisões por si mesmos, portanto eles nos acompanham por que são "obrigados" a tal. Mas quando esse  tempo de maturidade chegar, será que terei conseguido transmitir corretamente o valor da igreja? Hoje confesso que tenho uma tremenda dificuldade de perceber se estou conseguindo passar isso, pois de que adianta eles irem à igreja "obrigados" se não tiverem uma forte razão para estarem lá? Provavelmente o parágrafo anterior a este se aplicará muito mais a eles quando crescerem do que a mim mesmo hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O complicado desta história toda é que nós mesmos não percebemos que estamos conduzindo nossos pequenos a este dilema. A sociedade enfatiza a conquista individual, exaltamos constantemente os heróis bíblicos que sozinhos (além da companhia de Deus) venceram perigos e até enfrentaram morte. Insistentemente damos mais valor às conquistas pessoais que às conquistas em grupo ou comunidade (colar é errado, não é? você tem que se valer por você mesmo!) e inconscientemente reforçamos o conceito de que não deveríamos precisar de outros. Outro forte fator é o próprio senso de urgência que o segundo advento de Cristo nos imprime, no sentido de que será em breve, não vai demorar... pois estamos no fim dos tempos. Mas o próprio conceito natural (metáfora básica) que temos de igreja é contrário a este sentido de urgência, pois nosso senso de "igreja" soa como algo eterno, feito para durar... então naturalmente minimizamos sua importância, ou no máximo ressaltamos a importância da igreja para as necessidades pessoais, sejam minhas ou de outros... ou para que eu me sinta bem comigo mesmo. Em outras palavras, o individualismo desta nossa sociedade permeia inclusive nossos próprios argumentos em favor da igreja... o que nos leva fatalmente a um contrasenso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-42565357042086319?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/42565357042086319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=42565357042086319' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/42565357042086319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/42565357042086319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/para-qu-eu-quero-igreja-parte-ii.html' title='Para quê eu quero igreja? Parte II'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1780246008325314151</id><published>2008-02-12T15:08:00.000-05:00</published><updated>2008-02-26T15:40:05.912-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Pra quê serve a igreja?</title><content type='html'>Reencetando a discussão levantada pelo Klebert e continuada pelo Gabriel e me desculpando pela mudança de assunto do último post, fico aqui me perguntando: pra que serve a igreja? Conheço algumas pessoas, geralmente um pouco mais velhas, que se abstém de ir a uma igreja e dizem que sua religião, ou seja, seu "relacionamento direto com Deus", vai muito bem, obrigado. As razões pelas quais largam a congregação são várias: deslizes morais de membros dela, falta de conteúdo, estreiteza de idéias e horizontes, preconceitos, mágoas pessoais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão me incomoda profundamente, porque não consigo enxergar no Deus descrito na Bíblia a tendência isolacionista que justificaria a tomada de atitude dessas pessoas. Deus é social e somos feitos a Sua imagem e semelhança. Isso tem um sem-número de chatices e desconfortos. É verdade. Nossos maiores traumas, tristezas e decepções estão ligados a pessoas, fatalmente. Mas também é verdade que nossas maiores alegrias também estão associadas a pessoas. Tentar fugir a esse dualismo vai nos privar de coisas muito boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas, aliás, inventadas pelo próprio Deus. Na Bíblia, Ele compara a igreja a um exército, a uma família, a um corpo, a uma árvore, a uma casa... Cada exemplo desse encerra uma lista de prós e contras, mas não esconde que esse exército é comandado por Ele, essa família e esse corpo são encabeçados por Ele, essa árvore foi plantada por Ele e essa casa foi contruída por Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser metafísico demais e não responder à questão (não era mesmo essa minha pretensão), mas a verdade é que, por haver aprendido a gostar de Deus e de Sua presença, quero estar no exato lugar onde Ele quer que Eu esteja, ainda que haja goteiras e as pessoas me olhem e me julguem de forma injusta, cruel até.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja serve para muitas coisas. Mas principalmente, para eu me sentir útil. Quem pára, retrocede.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1780246008325314151?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1780246008325314151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1780246008325314151' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1780246008325314151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1780246008325314151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/pra-qu-serve-igreja.html' title='Pra quê serve a igreja?'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8287436143407448967</id><published>2008-02-07T11:35:00.000-05:00</published><updated>2008-02-26T15:40:05.912-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Amor ou paixão?</title><content type='html'>Foi uma leitura recente de um extrato de &lt;em&gt;The Screwtape letters*&lt;/em&gt; que me soprou essa inquietação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu leio em Apocalipse 2:4: &lt;em&gt;“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor”&lt;/em&gt;. A sentença é dada à igreja de Éfeso que, segundo os versos anteriores, tinha muitas obras, trabalhava muito, havia perseverado, posto à prova falsos apóstolos e líderes e também havia sofrido muito. Não obstante toda essa experiência pregressa com Deus, o primeiro amor passou e isso era mau, muito mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Mateus 24, Jesus aponta como um sinal de que Sua volta está próxima o advento de um tempo em que, &lt;em&gt;“por multiplicar-se a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”&lt;/em&gt; (verso 12). Não está para mim muito claro se aqui a referência é a um tempo de pessoas insensíveis e ímpias ou se a referência é ao tipo de amor de que trata o verso de Apocalipse, mas tenho a impressão de que a segunda hipótese encaixa-se melhor ao contexto. Ou seja, por vivermos num tempo de muita iniqüidade, aquele nosso primeiro amor esfria. Acabamos pensando que as coisas são assim mesmo, deixamos de alimentar uma relação genuína com Deus e ou abandonamos a fé ou limitamo-nos a colher os frutos mais temporais dela (o convívio social na igreja, algum tipo de &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; adquirido na comunidade, etc). Passamos a banquetearmos-nos com os canapés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa situação é propícia a muito equívoco, porque, mesmo que nada disso aconteça comigo, Satanás pode utilizar o que acontece à minha volta para me enganar. Num belo dia, você percebe que sua vida mudou radicalmente, de dentro para fora; percebe que teve um encontro com Jesus e com a verdade expressa em Sua palavra. Seus olhos brilham, você irradia uma felicidade nova e começa a encontrar oportunidades para falar sobre isso às outras pessoas a toda hora. Mas passa o tempo e isso deixa de ser assim. Deixa de ser assim ou porque você deixou de recorrer à fonte regularmente – e então o seu amor esfriou mesmo – ou porque simplesmente o tempo passou, embora você tenha continuado a buscar relacionar-Se com Deus diariamente e diariamente meditar na palavra dEle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o segundo caso aconteceu a você, pode ser que você comece a se perguntar se tudo o que você viveu foi verdade mesmo. Se não passou tudo de uma excitação juvenil, ou de uma fase espiritualizada demais e por isso mesmo pouco racional e menos ainda razoável. Pode ser também que você se pergunte se não estava sendo fanático demais naquela época, se o melhor não seria uma religião mais amena, menos dogmática, mais “inofensiva”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, é por notar que minha relação com Deus e Suas coisas é diferente do que já foi que ando matutando coisas assim. Seria legítimo esperar que tudo ficasse inalterado no campo dos sentimentos, não importando quanto tempo passasse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta a que cheguei, e não sei se você concorda comigo, é que a resposta é negativa. Não devemos esperar um estado de paixão eterna, mas o amor nunca falha, o amor permanece embora tudo o mais passe. O que citei acima são apenas dois enganos que o inimigo usa nessa fase de nossa experiência com Deus. Não devemos esperar que ardamos em paixão o tempo todo. Não tenho espaço aqui para diferenciar paixão de amor e nem sei se sou gabaritado a tanto, mas posso resumir o que entendo dizendo que o oposto da paixão é a indiferença ou o asco, ao passo que o oposto do amor é a traição, a quebra dos votos. O amor assenta não sobre um sentimento, mas sobre uma certeza intelectual e uma decisão tomada. Você decide amar algo em que viu virtudes suficientes para tanto e que, em algum momento, lhe despertou a paixão. Se essa passa – e ela fatalmente passa - o entusiasmo e o elo mais forte, que é o amor, não precisam passar.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* famosa obra de C.S.Lewis que reúne cartas de um demônio sênior para um mais júnior, ensinando-o a desencaminhar cristãos&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8287436143407448967?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8287436143407448967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8287436143407448967' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8287436143407448967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8287436143407448967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/02/amor-ou-paixo.html' title='Amor ou paixão?'/><author><name>Marco Aurelio Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-znc74e75n8A/TnylMrjRjRI/AAAAAAAAAOU/nw7CJ0wJ3os/s220/Marcoyeah.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-966242729234875486</id><published>2008-01-29T19:24:00.000-05:00</published><updated>2008-02-26T15:39:46.733-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Para quê eu quero igreja?</title><content type='html'>Numa tarde, em visita à casa de um amigo, ele e eu começamos a conversar sobre religião, assunto que ele há tempos queria tratar comigo, sabendo do meu envolvimento com a igreja. Ele, como um bom secular pós-moderno cidadão, me disse que acreditava em Deus e que conheceu com certa profundidade diversas religiões, das quais conseguiu extrair "o seu melhor" e fez a sua própria religião, não se limitando a uma denominação específica, mas sim obtendo algo melhor, mais amplo e inteligente, já que o resultado final, segundo ele, foi uma religião que lhe permite exercer sua espiritualidade sem sufocar sua capacidade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que sempre admirei este amigo, pela sua inteligência em tratar de problemas e conduzir situações de negócios, muitas vezes chegando a ser um "elegante manipulador" em determinadas situações. Mas meu ponto aqui é que ele não vê valor em pertencer a uma denominação religiosa específica. Mais ainda, tem sérios preconceitos contra religiões organizadas e institucionalizadas, percebendo-as como veículos de manipulação de massas, principalmente depois dos publicamente divulgados eventos com dirigentes de algumas denominações. Então fiquei me perguntando: "Para quê eu quero igreja?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda pequeno, comecei a freqüentar regularmente uma igreja ou comunidade religiosa quanto eu tinha meus 8 anos. Incentivado (algumas vezes pela orelha) pelo meu pai, freqüentava as reuniões dos grupos infantis aos fins de semana na igreja, inclusive a "Escola Cristã de Férias" promovida perto de casa onde morávamos. Confesso que eu gostava do grupo após ambientar-me com as demais crianças, e me interessava pelas atividades promovidas e pelas mensagens bíblicas apresentadas. Exemplos de heróis bíblicos (Daniel, Elias, José, Jesus...) que, diante das adversidades e tentações que a vida lhes impunha, se mantinham firmes, sozinhos e valentes, sustentados por Deus em suas "lutas contra o mal". Estas histórias sempre me motivaram e me encorajaram a buscar fazer o que era correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes exemplos de persistência e determinação me recordam uma reportagem que vi na TV sobre um senhor italiano, que chegou imigrante ao Brasil quando jovem, e começou sua vida trabalhando como garçom em um restaurante em São Paulo, há mais de 4 ou 5 décadas. O impressionante desta história é que, mesmo tendo chegado sem nada, somente com a roupa do corpo, hoje ele mora confortavelmente numa cidade do interior do estado, com todos os benefícios e confortos que o dinheiro pode proporcionar,  graças à renda que uma indústria de massas lhe proporciona, a qual ele construiu do zero. Eu admiro esse homem pelo que ele conseguiu conquistar com as próprias mãos, começando do zero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, sempre tive a impressão que, mediante estas experiências, se meu relacionamento com Deus for suficientemente forte e próximo, nada do que pode acontecer nesta vida seria capaz de me afetar mais seriamente. É como se eu estivesse blindado, protegido emocionalmente dos problemas, pois a fé me susteria em todas as situações, a exemplo dos heróis bíblicos que citei. Então ainda fiquei me perguntando: "Para quê eu quero igreja?". Se meu relacionamento com Deus é o suficiente para me manter ao lado dEle - e isso eu posso fazer no conforto da minha casa, com acesso a diversas fontes de informação, livros e estudos dos mais variados assuntos - para quê eu vou me envolver em uma comunidade e estar sujeito a problemas de relacionamento, prerrogativas de julgamento, sermões sem conteúdo, entre outros problemas típicos de uma igreja? Eu ainda poderia demonstrar minha fé através de outros meios ou oportunidades, como por exemplo ajudando em lares de crianças carentes ou em entidades assistenciais. Ah! E por favor, não me diga que precisaria de outros na mesma fé para me "manter aquecido"... é muito fácil transferir a outros a responsabilidade pela sua própria vida religiosa. Então "Para quê eu quero igreja?".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-966242729234875486?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/966242729234875486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=966242729234875486' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/966242729234875486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/966242729234875486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/para-qu-eu-quero-igreja.html' title='Para quê eu quero igreja?'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-2714148915359316354</id><published>2008-01-17T22:00:00.000-05:00</published><updated>2008-02-26T15:39:23.314-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Constatação</title><content type='html'>Interessante. Hoje me dei conta de que nós só dedicamos tempo para aquilo que está no topo da nossa lista de prioridades. (Novidade!) Refiro-me não a lista de prioridades que gostariamos de seguir (dormir cedo, fazer dieta, arrumar o quarto), mas aquela que autenticamente capta o nosso interesse. Temos interesses que eu chamaria de intrínsecos (me interesso por futebol, logo gasto um tempão acompanhando a bola rolando aqui e no mundo), mas também os despertados por fatores externos (comecei a namorar, logo gasto um tempão planejando surpresas para a namorada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é novidade que no mundo secular a maioria das pessoas não inclui a experiência religiosa na lista de prioridades. Surpreedentemente, várias pessoas associadas a religião organizada também não. Isso não que dizer que em algum momento o interesse com assuntos religiosos não cresça vertiginosamente. Muitas vezes esse interesse é despertado por fatores externos, de preferência cataclísmicos como o 11 de setembro ou o tissunami. Na experiência individual não é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que anda me incomodando em tempos recentes é procurar descobrir como vou despertar o meu próprio interesse por uma autêntica experiência religiosa sem ser pelo auxílio de eventos cataclísmicos na minha experiência pessoal. Acho que parte da nossa iniciativa de começar esse blog tem que ver com o fato de que nossa conversa aqui naturalmente vai despertar mais o interesse, meu pelo menos, trazendo o tema um pouquinho mais pra cima em nossas prioridades. Sinto que o diálogo é fundamental, o que anda faltando um pouco na minha experiência recente. Se não dar para ser feliz sozinho, muito menos dá para ser cristão sozinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-2714148915359316354?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/2714148915359316354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=2714148915359316354' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2714148915359316354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/2714148915359316354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/constatao.html' title='Constatação'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-1435912248542519800</id><published>2008-01-14T21:52:00.000-05:00</published><updated>2008-01-14T23:55:14.278-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Adventismo progressivo</title><content type='html'>Conservador ou liberal, quem está andando na contra mão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de já ter usado confortavelmente os dois rótulos, cheguei a um ponto que não gosto de estampar nenhum deles, e muito menos de entrar em discussões onde os temas estão fortemente polarizados nestes dois campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das minhas mais aprazíveis descobertas na blogosfera foi este &lt;a href="http://progressiveadventism.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;. A proposta é ambiciosa: "Re-imagining the Adventist Vision ~ Beyond Conservative and Liberal ~ Lifting Up the Family of Adventism". Para alcançar seu objetivo, Julius, um jovem professor de religião em Loma Linda com doutorado em história da Igreja, aborda espinhosos temas contemporãneos adventistas e imprime sua perspectiva progressista.  A perspectiva apresentada é muitas vezes surpreendente, mas em minha opinião captura de maneira precisa o sentimento de muitos que se sentem parcialmente sufocados respirando a atmosfera tradicional da igreja em variadas questões culturais e teológicas. Naturalmente um pouco de contexto sócio-cultural é necessário para digerir algumas das opiniões, e para os avessos a qualquer forma de "free thinking" recomendo cautela antes de emitir julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena conferir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-1435912248542519800?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/1435912248542519800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=1435912248542519800' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1435912248542519800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/1435912248542519800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/adventismo-progressivo.html' title='Adventismo progressivo'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6977860439808580306</id><published>2008-01-14T19:10:00.000-05:00</published><updated>2008-01-14T23:54:48.214-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>E essa não é história de colportor!</title><content type='html'>Pastores brasileiros se reúnem após dias de esforço evangelístico em uma nação não-americana e trocam experiências. Um deles conta como foi proibido pela comissão da igreja de batizar uma candidata. Pecado dela? namorar um não-adventista! Perplexo o pastor protesta. Os imãos argumentam que se ela for batizada será cortada da igreja logo em seguida por manter um julgo desigual!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um colega então relata que foi impedido de batizar uma candidata que lhe parecia perfeitamente preparada. Pecado dela? Não trabalhar! Isso mesmo, a senhora estava desempregada e consequentemente quebrando o quarto mandamento que diz: "seis dias trabalharás".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que igreja bizantina é essa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6977860439808580306?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6977860439808580306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6977860439808580306' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6977860439808580306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6977860439808580306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/e-essa-no-histria-de-colportor.html' title='E essa não é história de colportor!'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-5964298686969698570</id><published>2008-01-13T19:30:00.000-05:00</published><updated>2008-01-14T23:55:05.191-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gabriel'/><title type='text'>Por que eu quero o Céu?</title><content type='html'>Bem, inaugurando minha participação neste blog (aliás, este é minha primeira participação em um blog), ao qual fui gentilmente convidado por estes amados amigos, gostaria de compartilhar alguns temas que de alguma forma têm sido estimulantes pra mim, motivados por discussões nas quais às vezes tenho a chance de participar.&lt;br /&gt;O tema deste post pode parecer irônico, mas ele remete às motivações que me mantém ou me conduzem em minha trajetória religiosa. Um amigo me perguntou, e fiquei pensando comigo mesmo: "Por que eu quero o Céu?".&lt;br /&gt;Num domingo à tarde, em um almoço marcado com uns amigos para comemorarmos um reencontro que há vários anos não ocorria, ficamos conversando sobre este assunto: se não houvesse a promessa de um Céu, salvação, vida eterna, Paraíso... será que eu ainda estaria com Deus? Imaginemos que Deus tenha nos criado, e que na Bíblia ele tivesse nos deixado a seguinte mensagem: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Querido, eu te criei para que você cresça, se desenvolva, desfrute e compartilhe com outros este amor que eu tenho por você, e quando você se for... eu vou ficar com saudades."&lt;/span&gt;. Se isto fosse real, o que é que me motivaria a estabelecer e manter um relacionamento com Deus? Qual é a razão raíz pela qual hoje eu quero "ir para o Céu"? Ops, pergunta capciosa...&lt;br /&gt;Esta questão me incomoda pelo seguinte: se a salvação é de graça (Ef. 2:8), não há nada que eu possa ou deva fazer para ser salvo. É de graça, grátis, não pago nada por isso, é única e exclusivamente uma dádiva divina, e não adianta ficar tentando "ser bonzinho" pois isso também não garante que vou receber esse presente (cara, como é difícil entender isto, pois fui educado desde a infância que "é dando que se recebe", "faça isso e receberá recompensa", "ação e reação", "aqui se faz e aqui se paga", etc ... ). Isto significa que, em última instância, o que eu faço em nada contribui para me aproximar de merecer o Céu, pois &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"todos pecaram ..."&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rom 3:23&lt;/span&gt;), logo eu também não mereço mesmo.&lt;br /&gt;Certo sábado, eu estava assistindo a um pregador falando da estrutura literária do Apocalipse. No final da mensagem, ele buscou encerrar o interessante assunto colocando resumidamente que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"se guardarmos os mandamentos, alcançaremos o Céu".&lt;/span&gt; Então me veio este pensamento novamente... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;Por que eu quero o Céu?". Se eu estivesse ali buscando achar uma razão para me relacionar com esta "entidade" chamada Deus, então bastaria eu seguir uma série de regras (nada muito diferente do que qualquer cidadão decente, íntegro e  bem-educado não faria, além da questão do sábado) e assim, sendo perseverante (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ap 14:12&lt;/span&gt;), um dia eu alcançaria esta benção. Ficou me parecendo um "toma lá, dá cá", um "rola que eu te dou um biscoito"... é como seu eu estivesse barganhando com Deus, estabelecendo uma troca. Juro que saí frustrado e, claro, fui falar com o pregador que, ao apresentar meu argumento, não foi capaz de tratar do assunto com imparcialidade. Então preferi encerrar a conversa ali mesmo, para não prolongar o desconforto que eu estava causando a ele com minha pergunta.&lt;br /&gt;Num outro dia pensando na questão novamente, me lembrei de uma passagem bíblica: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Se me amais..." (Jo 14:15)&lt;/span&gt;... Ah! Agora sim a coisa toda começou a mostrar uma luzinha no fim do túnel. O que achei interessante neste verso é que Jesus começa a frase com uma condicional, uma premissa que precisa ser verdadeira para que a conseqüência se estabeleça. Bem, dando continuidade a cadeia causa-conseqüência, preciso guardar os mandamentos para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"ter direito à árvore da vida" (Ap 22:14)&lt;/span&gt;. Então, primeiro eu preciso amar... e com isso guardarei os mandamentos, e então terei direito à árvore. Portanto, se a premissa não é verdadeira, se eu não amo, não interessa e não tem o menor valor eu querer forçar o restante da cadeia. Isso também quer dizer que não adianta eu querer começar pelo meio da cadeia pra chegar no fim, no resultado final, porque não haverá resultado se a premissa não for verdadeira. Então eu entendi assim: primeiramente ame a Deus e o resto é conseqüência, problema exclusivo dEle.&lt;br /&gt;Bem, confesso que isto tudo começa a me soar meio óbvio, mas explicitando esta perspectiva muita coisa começa a mudar no meu modo de encarar a minha relação com Deus...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-5964298686969698570?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/5964298686969698570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=5964298686969698570' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5964298686969698570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/5964298686969698570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/por-que-eu-quero-o-cu.html' title='Por que eu quero o Céu?'/><author><name>Gabriel Henríquez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01113012798411985273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_ZszjPJmbWlg/SDdtLwb1AVI/AAAAAAAAAAY/7pTLPnlg_jg/S220/Maury+Face.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6125021613663952440</id><published>2008-01-12T01:22:00.000-05:00</published><updated>2008-01-12T01:24:34.778-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lilian'/><title type='text'>À guisa de introdução</title><content type='html'>Antes de começar a escrever aqui, preciso esclarecer algumas coisas e também descrever em linhas gerais quem eu sou, a que venho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, há 10 anos que a principal língua na qual eu escrevo e na qual tenho discussões acadêmicas é o inglês. Há pouco mais de 3 anos eu comecei também a blogar em inglês (&lt;a href="http://mamaintranslation.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;, para os curiosos de plantão). Portanto, quero admitir já de cara que escrever em português vai exigir um certo esforço, mas também será um excelente exercício. Quaisquer influências da língua inglesa e sua estrutura na minha escrita não serão meras coincidências, OK? Vou tentar ao máximo não usar palavras em inglês, mas creio que de vez em quando será inevitável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, grande parte dos "grilos" que estarei discutindo aqui são motivados pelo fato de que depois de viver 25 anos da minha vida no Brasil, há 11 anos e meio eu me mudei para os Estados Unidos. Nenhuma área da minha vida sofreu um choque tão grande, tão devastador, quanto o aspecto religioso. Nem sei por onde começar a falar deste assunto, então podem se preparar para vários posts explorando os miríades de problemas resultantes deste choque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, eu tenho preferência em falar de mim mesma, escrever posts "pessoais" e não necessariamente "filosóficos", mas obviamente minha experiência pessoal acabará me levando a chegar a certas conclusões sobre a religião e sobre a vida. Eu tenho uma certa apreensão sobre o que vai dar expor tanto de mim aqui, mas ao mesmo tempo, estes posts servirão um pouco de "terapia", já que blogar tem sido imensamente terapêutico para mim e no meu outro blog eu falo de tudo, menos de religião e dos meus conflitos pessoais com este assunto tão delicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, tendo dito isso, um pequeno resumo da minha vida no que seja relevante às discussões e desabafos que irei ter doravante neste blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou filha e neta de pastor. Graças aos céus não me casei com um, mas ele tornou-se ancião/ "primeiro ancião" de igreja, o que dá quase tanto trabalho e responsabilidade de um pastor. Cresci e vivi por 18 anos e meio plenamente dentro da "redoma de vidro" de colégios adventistas. Meu contato com "o mundo lá fora" era através de alguns parentes não crentes (rima proposital). Entrei na USP em 1990 e este foi o meu primeiro passo em direção ao mundo 'pós moderno' contemporâneo. Lá eu e o Klebert ajudamos a liderar por 4 anos o GEA-USP (2a geração) e esta experiência mudou  nossa vida. Tínhamos também os estudos bíblicos no "velho IAE" -- estes, concluímos anos mais tarde, eram extremamente "de direita" (teologicamente conservadores) o que na verdade não deveria ter combinado muito com as discussões abertas e questionadoras do GEA, mas não havia conflito entre estas duas visões de mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vou parando por aqui... mas vocês já podem ir imaginando as "cenas dos próximos capítulos" ;-)!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6125021613663952440?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6125021613663952440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6125021613663952440' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6125021613663952440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6125021613663952440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/guisa-de-introduo.html' title='À guisa de introdução'/><author><name>Lilian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16238259763350552681</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-8915502945860916728</id><published>2008-01-11T22:25:00.001-05:00</published><updated>2008-01-12T01:24:55.546-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>O choque das civilizações</title><content type='html'>Teminei esses dias um livro fantástico, &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.amazon.com/River-Doubt-Theodore-Roosevelts-Darkest/dp/0385507968"&gt;The River of Doubt&lt;/a&gt;  (&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1978679"&gt;O Rio da Dúvida&lt;/a&gt;), que conta a dramática história da expedição liderada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt em companhia do legendário Marechal Rondon nas entranhas da floresta Amazônica para explorar o desconhecido rio da Dúvida, tributário do rio Amazonas. Dentre a miríade de perigos enfrentados pelos protagonistas um dos mais aterrorizantes era a morte nas mãos dos índios da tribo dos &lt;a href="http://www.isa.org.br/pib/epienglish/cintalarga/cintalarga.shtm"&gt;Cinta Larga&lt;/a&gt;, que até então (1913) jamais haviam entrado em contato com a civilização. Apesar de terem evidência da presença dos índios que os observavam silenciosamente, os membros da expedição não travaram contato com eles provavelmente escapando de virarem refeição em um ritual primitivo. Em um momento brilhante no fim do livro, a autora descreve como muitos anos depois os Cinta Larga, uma das últimas civilizações sobreviventes da idade da pedra, finalmente fizeram as pazes com a civilização que sabia como levar o homem à lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa civilização continua se transformando intensamente. O simples fato que estou despejando aqui minhas idéias para o "mundo" (e você está lendo) é uma prova disso. As transformações tem colocado muitos antigos paradigmas na contra mão da história. Aqueles em maior risco de colisão são os religiosos. Esses paradigmas estão colidindo violentamente com as convicções da sociedade pós-moderna e sendo atropelados impiedosamente pela opinião moderada e o senso comum. Se você já se sentou num banco de igreja sem cinto de segurança deve saber do que eu estou falando mesmo sem eu ter dado nenhum exemplo concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, a pergunta é, como a nossa civilização medieval vai fazer as pazes com a civilização pós-moderna?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS. Caso alguns dos nossos leitores fiéis estejam preocupados com quando vai sair o próximo post, doravante proponho-me a não seguir eras geológicas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-8915502945860916728?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/8915502945860916728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=8915502945860916728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8915502945860916728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/8915502945860916728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2008/01/o-choque-das-civilizaes.html' title='O choque das civilizações'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-4924383454478760610</id><published>2007-01-05T22:21:00.000-05:00</published><updated>2008-01-12T01:25:01.048-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Klebert'/><title type='text'>Saindo da contra mão</title><content type='html'>Pois bem, aqui estou eu, 6 anos dentro do século XXI, digitando minhas primeiras palavras num blog. Já há tempos andava com este incômodo de me sentir um cidadão do século passado meramente acompanhando a revolução proporcionada pela nova media democrática sem nenhum papel de destaque. A escolha da pessoa do ano da revista &lt;a href="http://www.time.com/"&gt;Time &lt;/a&gt;foi a gota d'água. Tive a chance da minha vida de ser o escolhido, mas não fui. Decidi então não perder mais tempo e sair da contra mão. Com a ajuda de uma blogueira veterana muito minha amiga, que conheço há 17 anos, faço-me contribuidor deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog em si é fruto de uma idéia acalentada há alguns meses. Há tempos vínhamos matutando a idéia de estabelecer um blog no estilo do velho GEA onde pudéssemos conversar sobre assuntos contemporâneos relevantes a nossa experiência religiosa. Neste sentido o blog é mais para ser um fórum do que um blog. A escolha do nome do blog, sugestão da minha "amiga", dá um pouco o tom da conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho miríades de assuntos para conversar, e espero ouvir, ou melhor, ler de vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-4924383454478760610?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/4924383454478760610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=4924383454478760610' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4924383454478760610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/4924383454478760610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2007/01/saindo-da-contra-mo.html' title='Saindo da contra mão'/><author><name>Klebert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15724521332744082786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4060350374597643709.post-6229419073352962601</id><published>2007-01-04T10:06:00.000-05:00</published><updated>2008-01-12T01:25:15.061-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Administração'/><title type='text'>Inaugurando</title><content type='html'>Acabo de criar um novo blog que tem por objetivo ser um "fórum" de discussão semelhante ao "GEA-USP," um grupo de estudantes adventistas que foi criado na Universidade de São Paulo na década de 80 e que teve uma "nova geração", da qual participei , de 1991-1995. Creio que houve uma "terceira geração" e espero que todos os que participaram de quaisquer gerações possam envolver-se com este blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, serão convidadas várias pessoas que participaram naquela época para contribuirem e escreverem "posts". Os comentários serão abertos a todos. Espero que funcione!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4060350374597643709-6229419073352962601?l=nacontramaodahistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/feeds/6229419073352962601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4060350374597643709&amp;postID=6229419073352962601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6229419073352962601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4060350374597643709/posts/default/6229419073352962601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacontramaodahistoria.blogspot.com/2007/01/inaugurando.html' title='Inaugurando'/><author><name>Administração do Blog</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16440266343287264851</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
